O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Receita operacional líquida da empresa, no entanto, é a maior em sete anos, com destaque para o segmento de fibra para o lar (FTTH, na sigla em inglês)
Quem é rei nunca perde a majestade. Será? Os resultados da Telefônica Brasil (VIVT3), a dona da Vivo, colocaram o ditado popular em xeque. No primeiro trimestre de 2022, a empresa de telecomunicações viu o lucro líquido cair 20,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, para R$ 750 milhões.
A queda do lucro líquido nos três primeiros meses do ano, segundo da Telefônica Brasil, reflete despesas financeiras maiores e aumento da depreciação e amortização no período.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação), por sua vez, aumentou 1,3% entre janeiro e março e alcançou R$ 4,5 bilhões.
O desempenho reflete o maior crescimento de receita, embora tenha sentido o impacto da mudança de mix dos custos (+7%), relacionado ao forte crescimento de receitas de aparelhos e serviços digitais.
Já a receita operacional líquida somou R$ 11,3 bilhões no primeiro trimestre de 2022, alta de 4,6% em base anual — o maior crescimento em sete ano.
O resultado foi impulsionado pelo desempenho positivo da receita fixa total, que aumentou 1,9% em termos anuais, com destaque para a receita de FTTH (fibra para o lar), que subiu 25,9% na mesma base de comparação.
Leia Também
Os custos com depreciação e amortização pesaram negativamente no desempenho da Telefônica Brasil (VIVT3) no primeiro trimestre. Essa linha cresceu 5,8%, para R$ 3,074 bilhões.
Segundo a dona da Vivo, isso ocorreu em função do início da amortização das licenças do 5G, da amortização de novas licenças de software e do maior volume de depreciação dos ativos de arrendamento.
Confira outros números da Telefônica Brasil entre janeiro e março, na comparação anual:
A Telefônica Brasil (VIVT3) deu continuidade à estratégia de migrar clientes de planos pré-pagos para pós-pagos, de maior valor agregado.
Além do crescimento da base de clientes, a receita de pós-pago reflete positivamente o reajuste anual aplicado para parte da base de usuários dos planos controle. Ainda assim, o faturamento com o segmento pré-pago avançou devido à maior recorrência nas recargas pelos clientes.
No total, a receita de serviço móvel da Telefônica Brasil subiu 5,7% no primeiro trimestre, em base anual, para R$ 6,873 bilhões. Houve evolução no faturamento tanto das linhas pré-pagas (+4,7%), quanto de pós-pagas (+5,9%). A operadora também viu crescer em 10% a sua receita com a venda de aparelhos, para R$ 708 milhões.
Ao todo, a base de clientes de serviços móveis aumentou 7% na comparação anual, para 85 milhões. A base pré-paga ficou estável, enquanto a pós-paga subiu 11%.
Por outro lado, a receita média por usuário (ARPU, na sigla em inglês) do setor móvel baixou 0,9%, para R$ 27,1.
Já no segmento fixo, a receita cresceu 1,9% entre janeiro e março ante o mesmo período do ano anterior, para R$ 3,770 bilhões.
Recentemente, a Telefônica Brasil (VIVT3) esteve sob os holofotes do mercado por conta da compra, junto com a Claro e a Tim, do negócio de telefonia móvel da Oi (OIBR3).
Segundo a dona da Vivo, as sinergias potenciais do negócio devem chegar a R$ 5,4 bilhões, um cálculo líquido do investimento e do custo de integração.
Com a aquisição dos ativos da Oi Móvel, a Vivo pulará de 100 para 112 milhões de clientes, sendo que a base será dividida entre 56% de usuários de planos pós-pagos e 44%, de pré.
Com a saída da Oi do mercado de telefonia e internet móveis, a Vivo ampliará sua fatia no segmento de 33% para 38%, sustentando a liderança. Em pós-pago, o negócio mais lucrativo, crescerá de 37% para 40%.
Metais básicos impulsionam resultados operacionais, enquanto gargalos logísticos ligados ao conflito no Oriente Médio afetam o escoamento
Durante o evento VTEX Day 2026, executivos das empresas explicaram que é necessário fazer adaptações para conquistar o público brasileiro
Além da bolada aos acionistas, estatal aprovou plano bilionário de investimentos para este ano e mudanças no conselho
O movimento marca o início de uma captação mais ampla, que tem como meta atingir US$ 1,5 bilhão ao longo dos próximos cinco anos
O banco suíço cita uma desconexão entre lucro e valuation para a nova avaliação das ações, que agora tem potencial de queda de 8,40%
Em fato relevante, a empresa comunicou ao mercado sua decisão de aceitar a proposta da MAK Capital Fund LP. e da Lumina Capital Management.
Além do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, o advogado Daniel Monteiro, considerado próximo a Daniel Vorcaro, foi preso em São Paulo nesta manhã
Telefônica paga R$ 0,11421932485 por ação, enquanto Marcopolo distribui R$ 0,085; confira datas de corte e quando o dinheiro cai na conta
Após vencer leilões e reforçar o portfólio, companhia ganha mais previsibilidade de caixa; analistas veem potencial adicional nos papéis
Para aumentar margens, algumas varejistas, como supermercados e até o Mercado Livre, estão dando alguns passos na direção da venda de medicamentos
Com real valorizado e dados fracos de exportação, banco vê pressão nas receitas e risco de revisões para baixo
Seu prazo para conseguir novas injeções de capital ou mesmo entrar em recuperação judicial ou extrajudicial está cada dia menor. E quem sofre são médicos e pacientes
A CSN poderá arrecadar mais de R$ 10 bilhões com a venda de sua unidade de cimento, que também é garantia de um empréstimo feito com bancos
Sistema funciona como um “raio-x” do subsolo marinho, melhora a leitura dos reservatórios e eleva o potencial de extração
Com compra da Globalstar, empresa quer acelerar internet via satélite e ganhar espaço em um mercado dominado pela SpaceX
Mesmo abrindo mão de parte do lucro no Brasil, estatal compensa com exportações e sustenta geração de caixa; entenda o que está por trás da tese da corretora
A holding informou que o valor não é substancial para suas contas, mas pediu um diagnóstico completo do ocorrido e um plano para melhoria da governança
Mesmo após levantar US$ 122 bilhões no mês passado, em uma rodada que pode se tornar a maior da história do Vale do Silício, a OpenAI tem ajustado com frequência sua estratégia de produtos
Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia
O complexo fica situado próximo à Playa Mansa, uma das regiões mais sofisticadas da cidade uruguaia