Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

BALANÇOS

Telefônica Brasil (VIVT3) vê lucro líquido cair 20,4% no primeiro trimestre; confira os resultados da dona da Vivo

Receita operacional líquida da empresa, no entanto, é a maior em sete anos, com destaque para o segmento de fibra para o lar (FTTH, na sigla em inglês)

Carolina Gama
10 de maio de 2022
18:17 - atualizado às 19:25
loja da vivo operadora VIVT3
Imagem: Reprodução/Felipe Ventura/Tecnoblog

Quem é rei nunca perde a majestade. Será? Os resultados da Telefônica Brasil (VIVT3), a dona da Vivo, colocaram o ditado popular em xeque. No primeiro trimestre de 2022, a empresa de telecomunicações viu o lucro líquido cair 20,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, para R$ 750 milhões. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A queda do lucro líquido nos três primeiros meses do ano, segundo da Telefônica Brasil, reflete despesas financeiras maiores e aumento da depreciação e amortização no período.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação), por sua vez, aumentou 1,3% entre janeiro e março e alcançou R$ 4,5 bilhões.

O desempenho reflete o maior crescimento de receita, embora tenha sentido o impacto da mudança de mix dos custos (+7%), relacionado ao forte crescimento de receitas de aparelhos e serviços digitais.

Já a receita operacional líquida somou R$ 11,3 bilhões no primeiro trimestre de 2022, alta de 4,6% em base anual — o maior crescimento em sete ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O resultado foi impulsionado pelo desempenho positivo da receita fixa total, que aumentou 1,9% em termos anuais, com destaque para a receita de FTTH (fibra para o lar), que subiu 25,9% na mesma base de comparação.

Leia Também

Outros números do trimestre

Os custos com depreciação e amortização pesaram negativamente no desempenho da Telefônica Brasil (VIVT3) no primeiro trimestre. Essa linha cresceu 5,8%, para R$ 3,074 bilhões.

Segundo a dona da Vivo, isso ocorreu em função do início da amortização das licenças do 5G, da amortização de novas licenças de software e do maior volume de depreciação dos ativos de arrendamento.

Confira outros números da Telefônica Brasil entre janeiro e março, na comparação anual:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Margem Ebitda: queda de 1,3 ponto porcentual, para 20,4%;
  • Custos totais: alta de 7%, para R$ 6,840 bilhões;
  • Resultado financeiro (saldo entre receitas e despesas financeiras): negativo em R$ 524 milhões, um salto de 66,6%.

Pós-pago x pré-pago

A Telefônica Brasil (VIVT3) deu continuidade à estratégia de migrar clientes de planos pré-pagos para pós-pagos, de maior valor agregado.

Além do crescimento da base de clientes, a receita de pós-pago reflete positivamente o reajuste anual aplicado para parte da base de usuários dos planos controle. Ainda assim, o faturamento com o segmento pré-pago avançou devido à maior recorrência nas recargas pelos clientes.

No total, a receita de serviço móvel da Telefônica Brasil subiu 5,7% no primeiro trimestre, em base anual, para R$ 6,873 bilhões. Houve evolução no faturamento tanto das linhas pré-pagas (+4,7%), quanto de pós-pagas (+5,9%). A operadora também viu crescer em 10% a sua receita com a venda de aparelhos, para R$ 708 milhões.

Ao todo, a base de clientes de serviços móveis aumentou 7% na comparação anual, para 85 milhões. A base pré-paga ficou estável, enquanto a pós-paga subiu 11%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, a receita média por usuário (ARPU, na sigla em inglês) do setor móvel baixou 0,9%, para R$ 27,1.

Já no segmento fixo, a receita cresceu 1,9% entre janeiro e março ante o mesmo período do ano anterior, para R$ 3,770 bilhões.

Telefônica Brasil (VIVT3) nos holofotes

Recentemente, a Telefônica Brasil (VIVT3) esteve sob os holofotes do mercado por conta da compra, junto com a Claro e a Tim, do negócio de telefonia móvel da Oi (OIBR3)

Segundo a dona da Vivo, as sinergias potenciais do negócio devem chegar a R$ 5,4 bilhões, um cálculo líquido do investimento e do custo de integração.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com a aquisição dos ativos da Oi Móvel, a Vivo pulará de 100 para 112 milhões de clientes, sendo que a base será dividida entre 56% de usuários de planos pós-pagos e 44%, de pré.

Com a saída da Oi do mercado de telefonia e internet móveis, a Vivo ampliará sua fatia no segmento de 33% para 38%, sustentando a liderança. Em pós-pago, o negócio mais lucrativo, crescerá de 37% para 40%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FORA DA REALIDADE DA EMPRESA

Hapvida (HAPV3): alto escalão está entre os mais bem pagos do Ibovespa, apesar de “destruição histórica de valor”; veja as remunerações

2 de abril de 2026 - 17:03

Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa

BARATA ATÉ DEMAIS?

Os dividendos da Vale (VALE3) estão ainda mais perto do acionista? O que levou o BofA a recomendar compra e elevar o preço-alvo

2 de abril de 2026 - 15:57

Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações

UMA SOLUÇÃO?

Raízen (RAIZ4) faz proposta a credores para converter 45% da dívida de R$ 65 bilhões em ações, diz agência

2 de abril de 2026 - 12:02

A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel

SEM RECUPERAÇÃO À VISTA

Squadra pede mudanças no conselho da Hapvida (HAPV3), reeleito apesar de “uma das maiores destruições de valor da história”

2 de abril de 2026 - 10:14

Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida

GARANTIA A CREDORES

Oi (OIBR3) recebe autorização para venda de seu principal ativo, mas dinheiro não vai para ela

2 de abril de 2026 - 8:53

A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões

MAIS PERTO DO NÍVEL MÁXIMO

Axia Energia (AXIA6) dá mais um passo na direção do carimbo final rumo ao Novo Mercado; saiba o que falta agora

1 de abril de 2026 - 19:54

O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos

ENTRE PERDAS E RECUPERAÇÃO

O prejuízo volta na Marisa (AMAR3), mas menor: o que o balanço do 4T25 revela sobre o futuro da varejista de moda

1 de abril de 2026 - 11:33

Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números

ENTRE A GUERRA E AS ELEIÇÕES

Petrobras (PETR4) bate recordes, aumenta preço do querosene, e Bruno Moretti deixa conselho; entenda o que acontece na estatal

1 de abril de 2026 - 11:03

O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã

Time for Fun

Mais uma empresa deixará a bolsa: T4F (SHOW3) anuncia OPA para fechar capital por R$ 5,59 por ação

1 de abril de 2026 - 9:28

O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44

SD ENTREVISTA 

Boa Safra (SOJA3) freia após crescer rápido demais, mas CEO revela: ‘estamos prontos para um grande negócio’

1 de abril de 2026 - 6:12

Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses 

ALÉM DO MINÉRIO DE FERRO

No coração da estratégia da Vale (VALE3), metais básicos devem compor o motor de lucros da mineradora

31 de março de 2026 - 17:45

Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos

COMPOUNDER

Ação da Eneva (ENEV3) entra em clube seleto, segundo o BTG; banco projeta ganhos de até 30% e dividendos bilionários

31 de março de 2026 - 14:10

Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG

ELE NÃO ERA O ÚNICO PROBLEMA

CEO sai, ação sobe: por que o mercado comemorou a saída de Rafael Lucchesi da Tupy (TUPY3)

31 de março de 2026 - 12:30

A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano

REDUZINDO AS DÍVIDAS

MRV (MRVE3) faz a maior venda até então no plano de desinvestimento da Resia, nos EUA, por US$ 73 milhões; confira os próximos passos

31 de março de 2026 - 12:01

Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados

SINAIS DE VIRADA?

Gol melhora, mas ainda não decola: prejuízo cai 72% e chega a R$ 1,4 bilhão no 4T25; veja os destaques do balanço

31 de março de 2026 - 11:22

Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre

TÍTULOS DE DÍVIDA

Mais dinheiro na mesa: JBS (JBSS32) emite US$ 2 bilhões em bonds com taxas de até 6,4% ao ano

31 de março de 2026 - 10:55

Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”

VIROU A CHAVE

Nubank (ROXO34): mercado aperta “vender”, XP manda “comprar” — e vê rali de mais de 50% para as ações

31 de março de 2026 - 10:16

Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação

VIRADA ESTRATÉGICA

Fundadores deixam conselho da Natura (NATU3) pela primeira vez: por que analistas acreditam que a reestruturação na liderança é positiva

31 de março de 2026 - 9:46

A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança

MOMENTO DE VIRADA

Natura (NATU3) dá mais um passo na reestruturação — e traz um gigante global para perto

30 de março de 2026 - 20:04

Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado

LÍDERES NO MEIO DA CRISE

Ações do Grupo Pão de Açúcar caem após mudanças no conselho de administração: assembleia reduz mandato e elege novos conselheiros

30 de março de 2026 - 14:10

Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia