O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A empresa de maquininhas deixou o prejuízo para trás entre julho e setembro e sinalizou que deve continuar em ritmo de crescimento nos últimos três meses do ano
Ter expectativas com relação a algo geralmente é um problema porque pode acabar em frustração. Mas esse não é o caso da Stone (STNE). A empresa de maquininhas superou as próprias projeções e a dos analistas no terceiro trimestre — o que fez as ações dispararem 15% nesta quinta-feira (17) no after market em Nova York.
Também não é para menos. A Stone saiu do prejuízo para lucro de R$ 197,1 milhões no terceiro trimestre de 2022. Já o lucro líquido ajustado — que tira da conta algumas despesas como stock options — somou R$ 162,5 milhões, o que representa uma alta de 90,5% em base anual.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) foi de R$ 1,15 bilhão ante prejuízo de R$ 937,3 milhões no terceiro trimestre de 2021.
O EBT (o lucro antes de impostos) ajustado totalizou R$ 211 milhões, 70% acima do guidance de R$ 125 milhões que a Stone havia fornecido ao mercado.
Já a receita somou R$ 2,5 bilhões, o que representa uma alta de 70% em termos anuais. O volume transacionado (TPV) dos clientes de pequeno e médio portes (SMBs), por sua vez, totalizou R$ 74,7 bilhões. Ambos também vieram acima das projeções da Stone.
O TPV total da Stone somou R$ 93,3 bilhões no terceiro trimestre, uma alta de 3% — que parece pouco, mas é um crescimento em um período no qual o volume da indústria como um todo caiu.
Leia Também
O desempenho fez com que a Stone ganhasse 0,6 ponto percentual de participação de mercado, que avançou para cerca de 11%.
No TPV de key accounts, a Stone registrou uma queda de 20%, depois da decisão de tirar do foco o segmento de subadquirente, cujo TPV caiu 56%, e priorizar a integração com plataformas como a Linx — segmento que subiu 63%.
Mas não foram só os números do terceiro trimestre que agradaram os investidores. A Stone indicou que nos últimos três meses do ano deve continuar crescendo.
Confiras as projeções da empresa para o quarto trimestre de 2022:
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar
Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir
Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem
Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração
Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual
Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures
Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas
A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo
Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque
Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias
Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas
Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos
Com foco no crédito consignado e rentabilidade acima da média do setor, esse banco médio entra no radar como uma tese fora do consenso; descubra quem é
A dona da Vivo confirmou R$ 2,99 bilhões em JCP, propôs devolver R$ 4 bilhões e ainda aprovou recompra de R$ 1 bilhão; ação renova máxima histórica na B3
Com a operação, o Pátria encerra um ciclo iniciado há cerca de 15 anos na rede de academias, em mais um movimento típico de desinvestimento por parte de gestoras de private equity após longo período de participação no capital da companhia