O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em mais uma investida viabilizada por oferta subsequente realizada no fim do ano passado, Petz precifica a dona da marca SuperSecão em R$ 70 milhões
“Quem quer comprar o jornal de ontem com notícias de anteontem?”, questionava a potente voz de Roberto Frejat à frente do Barão Vermelho em “Fúria e Folia”, música do álbum “Supermercados da Vida”, de 1992.
Faz 30 anos, mas parece que foi outro dia. Era uma época em que a circulação de jornais e revistas em papel no Brasil atingia números respeitáveis, a internet engatinhava e as notícias em tempo real eram um luxo de poucos.
Ainda que não fosse esta a resposta buscada pelo questionamento de Frejat, quem tinha um animal de estimação em casa poderia ser considerado um cliente potencial do mercado secundário de jornais velhos.
Porém, uma nova realidade foi construída nessas três décadas. A internet se consolidou, a mídia impressa se vira como pode e aquele parente ou amigo que vinha buscar pilhas e mais pilhas de jornais velhos parou de aparecer na sua casa.
Provavelmente porque ele passou a comprar tapetinhos higiênicos para as necessidades fisiológicas de seus pets. E foi de olho nesse mercado multimilionário que a Petz (PETZ3) decidiu pagar R$ 70 milhões pela Petix.
Líder no segmento de tapetinhos higiênicos, a Petix detém quase a metade do mercado nacional por ano e estima-se que tenha faturado R$ 135 milhões em 2021.
Leia Também
A Petz tirará proveito de uma marca consolidada e de uma rede de distribuição já estabelecida por meio de canais especializados e milhares de pet shops de pequeno porte espalhadas por todo o país.
“A aquisição está em linha com a visão da empresa de se tornar o maior ecossistema pet até 2025”, avalia Pedro Serra, gerente de Research da Ativa Investimentos.
Em reação à notícia, PETZ3 liderava a alta do Ibovespa na manhã de hoje. Pouco antes do meio-dia, as ações ordinárias da rede de pet shops subiam cerca de 10%. No fim do dia, a ação fechou com a segunda maior alta do Ibovespa, de 7,33%, a R$ 18,01.
Além da liderança no mercado local por meio da marca SuperSecão, a Petix também tem presença nos Estados Unidos.
O principal diferencial da Petix é o reprocessamento do gel absorvente de fraldas infantis e geriátricas que seriam descartadas.
Pelo acordo anunciado hoje, a Petz pagará R$ 35 milhões por 51% da Petix. Quando a operação for fechada, a Petz pagará mais de R$ 24,86 milhões pelos 49% restantes.
Além disso, uma cláusula de desempenho estipula pagamentos que podem totalizar mais R$ 10 milhões. Esse adicional será dividido em três parcelas e estará condicionado aos resultados da Petix referentes aos anos de 2023, 2024 e 2025.
Acionistas da Petix, Rogério Haddad, Luiz Fernando Reis Lourenço e Hans Krister Holm continuarão gerindo o negócio.
A aquisição da Petix pela Petz enquadra-se na política de expansão estabelecida pela empresa na esteira de uma oferta subsequente na qual levantou quase R$ 800 milhões em novembro de 2021.
“Enxergamos sinergias principalmente com a Zee.Dog, que ainda fabrica seus tapetes higiênicos no exterior, podendo agora internalizar parte dessa produção. Além disso, a Petix tem relação com mais de 8.000 pet shops, um mercado que a Zee.Dog também poderá explorar para disponibilizar seus produtos.”
Pedro Serra, gerente de Research da Ativa Investimentos
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas