Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

O primeiro aniversário

Nubank (NUBR33) completa um ano na bolsa com status de estrela — mas amarga tombo de mais de 50%. Ainda vale a pena comprar ações da fintech?

Inadimplência em alta, dificuldade de crescimento e estimativas muito agressivas antes da estreia acabaram pesando para que o primeiro ano da fintech na bolsa fosse um para esquecer

Jasmine Olga
Jasmine Olga
2 de dezembro de 2022
6:02 - atualizado às 15:12
Nubank desfilando por um tapete vermelho
Imagem: Montagem Brenda Silva

O Nubank (NUBR33; NY:NU) é “apenas” uma instituição financeira, mas tem um poder quase incomparável de mover discussões e multidões, sejam elas de fãs ou haters — quase como uma celebridade ou uma estrela de cinema. Coisa rara em se tratando de uma empresa, ainda mais um banco. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fundada em 2013, a fintech ganhou o coração do público com um discurso de contravenção e ruptura com os modelos tradicionais, promovendo a simplificação de processos e ampliação do acesso a produtos bancários. 

Uma ameaça à majestade (e à concentração de oferta) dos tradicionais bancos brasileiros. E, com dezenas de milhões de fãs (e clientes), a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da companhia, em dezembro de 2021, teve roteiro cinematográfico — e pautou a imprensa especializada por semanas. 

O plano era ambicioso: listar suas ações na Nyse e na B3, chegar ao mercado valendo mais de US$ 50 bilhões e, com isso, tornar-se a instituição financeira mais valiosa da América Latina. Mas o banco precisou reduzir a pedida, em meio às incertezas geradas pela variante ômicron do coronavírus.

Ainda assim, o Nubank captou US$ 2,6 bilhões na oferta — US$ 9 por ação e R$ 8,38 por BDR (Brazilian Depositary Receipt), no topo da faixa indicativa, que ia de US$ 8 a US$ 9 por ação e R$ 7,45 a R$ 8,38 por BDR. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O banco digital fez sua estreia na bolsa valendo US$ 41,4 bilhões, ou R$ 229 bilhões, desbancando o Itaú Unibanco (ITUB4) do topo do ranking. A meta foi atingida, embora o valor de mercado tenha ficado abaixo do inicialmente previsto. 

Leia Também

A coroa, no entanto, escorregou rapidamente da cabeça do roxinho — e as ações entraram em queda livre, assustando muito investidor individual que ainda dava os primeiros passos na bolsa. 

Apesar dos números astronômicos e do forte tombo que se seguiu, Guilherme Zanin, estrategista da Avenue Securities, aponta que a empresa abriu o seu capital no momento certo — com a elevação dos juros em escala global, a janela para IPOs fechou logo na sequência.

De 9 de dezembro de 2021 até agora, quase um ano após a estreia, o tombo das ações já ultrapassa a casa dos 50% — no fechamento de quinta (1º), as ações eram negociadas a US$ 4,26 em Wall Street, enquanto os BDRs valiam R$ 3,70. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O valor de mercado, hoje, é de US$ 20,4 bi, ou R$ 105,8 bi; com isso, o Itaú, o Bradesco e o Santander Brasil já valem mais que o Nubank.

Considerando esses números, paira sobre o dia a dia da empresa uma nuvem de incerteza: ainda vale a pena investir nas ações do Nubank quando até mesmo o fundador da companhia, David Vélez, cancelou o seu bilionário programa de bônus que dependia do desempenho dos papéis?

Gráfico com o desempenho dos BDRs do Nubank desde o IPO

O que deu errado?

Não há como negar que 2022 foi ruim para todas as empresas de tecnologia, já que a alta dos juros em escala global faz com que os recursos migrem para empresas menos alavancadas e com menor valor atribuído ao seu futuro.

Dito isso, o tombo do Nubank é quase duas vezes maior do que o do Nasdaq.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para os especialistas ouvidos pelo Seu Dinheiro, o problema principal parece ser o mesmo desde o dia 1 — expectativas altas demais para uma companhia que pode não conseguir crescer no mesmo ritmo visto nos anos anteriores. O IPO da fintech foi um sucesso, mas já se questionava o valor de mercado da empresa naquela época. 

Os otimistas viam a possibilidade de que os tempos de lucro gordo estivessem no horizonte: a empresa entrou na bolsa com quase 50 milhões de clientes, sendo 36 milhões deles ativos — algo muito próximo dos números exibidos pelos grandes bancos brasileiros. 

Mas, apesar do volume de clientes e tamanho de operação, a empresa deu lucro só no terceiro trimestre (e ainda há algum ceticismo em torno desse número). 

Já os pessimistas apontavam para uma dificuldade de se manter o crescimento, justamente pelo tamanho da base já conquistada. A alta dos juros e o momento de aperto monetário em escala global também pesaram nas estimativas de inadimplência — uma profecia que se concretizou. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o Nubank, que baseia a sua estrutura em uma ampla oferta de crédito sem garantia para pessoas físicas, os calotes de fato pesaram e tornaram muito mais difícil o crescimento da carteira de clientes. E os últimos números divulgados pelo Banco Central mostram que a situação pode piorar. 

O primeiro aniversário do Nubank

O Nubank chegou fazendo barulho na bolsa e, apesar da forte queda dos papéis, segue sendo um ativo popular e conhecido entre os investidores individuais. No entanto, poucas foram as manchetes positivas nessa primeira volta completa ao redor do sol. 

Apesar de a empresa ter registrado o seu primeiro lucro trimestral e apresentado uma receita e expansão da base de clientes acima do esperado pelo Itaú BBA, 2022 também foi um ano marcado pela deterioração da carteira de crédito e alguns abalos na confiança do mercado. 

Isso porque, ao contrário da prática usual das instituições financeiras, o Nubank passou a excluir da sua base inadimplente todos os contratos com atrasos superiores a 120 dias, enquanto outros bancos usam a janela de 365 dias. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com Larissa Quaresma, analista de ações da Empiricus, a mudança de metodologia prejudica a comparabilidade do indicador de inadimplência com trimestres anteriores e reduz o percentual de provisões contra calotes feitas pelo banco — que, historicamente, já é mais baixo que o das instituições tradicionais. 

O especialista do setor financeiro do Itaú BBA, Pedro Leduc, ressalta que há uma inconsistência na justificativa da fintech para a alteração, já que foi alegado que o grau de recuperação dos débitos de empréstimos pessoais após o atraso de 120 dias é muito baixo.

Ele aponta que apenas os melhores clientes de cartões de crédito possuem o produto e o segundo não registrou alterações na medição. Além disso, outras empresas também poderiam ter os benefícios fiscais clamados pelo Nubank se adotassem a mesma régua, mas isso não ocorreu. 

Outra crítica do banco de investimento ao balanço do Nubank está na dificuldade de aumentar suas receitas de serviços. Hoje, a fintech segue muito dependente de sua atuação no mercado de cartão de crédito e tem dificuldade para deslanchar o seu braço de investimentos e seguros. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tapa na cara

Se ao longo do processo de IPO houve a expectativa de que a dupla listagem pudesse popularizar a negociação dos recibos de ações, já que a empresa ofereceu um BDR para cada cliente ativo e fez ampla campanha sobre os papéis negociados na B3, a decisão de fechar o capital no Brasil chegou a ser descrita como “um tapa na cara do investidor local” por um agente do mercado. 

Isso porque, com a decisão, a fintech fica desobrigada de cumprir as exigências regulatórias impostas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) do Brasil. 

Para a empresa, a medida deve simplificar processos e reduzir custos. Já a percepção do mercado local é de que haverá uma redução de transparência, tornando mais abstrata a comparação com companhias listadas no país. 

Leduc, do Itaú BBA, diz que a justificativa de economias com processos regulatórios não faz muito sentido, já que o montante deve ser ínfimo perto do tamanho da empresa. Sem precisar entregar demonstrativos em reais e outros requerimentos locais, o investidor menos familiarizado com o investimento em bolsa pode ser prejudicado pela maior complexidade de obtenção de dados. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar da crítica do mercado, Zanin, da Avenue Securities, não vê grandes prejuízos para o investidor, apontando que as maiores empresas do mundo seguem o padrão de divulgação da CVM americana (SEC, na sigla em inglês). 

“Ele dá mais liberdade para as companhias, são padrões globais de contabilidade, mas é definitivamente um sinal ruim para o mercado de capitais brasileiro, já que demonstra que menos empresas globais buscam abrir capital por aqui”, analisa Zanin. 

É hora de comprar Nubank?

Apesar de muita água ter passado por baixo da ponte desde a estreia do Nubank na bolsa, para a maior parte dos analistas do mercado o problema com os papéis do banco digital continua sendo o mesmo de um ano atrás: estão muito caros

Dentre os principais bancos de investimento que cobrem as ações da fintech, apenas o Goldman Sachs e o UBS BB mantêm recomendação de compra, com preço-alvo de US$ 11 e US$ 8, respectivamente. As duas instituições foram coordenadoras do IPO. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Das casas consultadas pela reportagem do Seu Dinheiro, a Empiricus tem uma recomendação de short para os papéis: aposta na queda de quase 50% dos ativos, projetando um preço-justo de R$ 2 por BDR. Já o Itaú BBA tem recomendação de venda e projeta um recuo de até 20% para as ações negociadas em Nova York. 

  • Nubank registrou o primeiro lucro líquido, desde seu IPO, no 3T22. Enquanto isso, este outro banco digital teve lucro líquido 5 vezes maior que o do “roxinho” no período e é opção bem melhor para investir. SAIBA QUAL É

Mas isso não significa que os especialistas acham que a tese da fintech — ser líder de um cenário bancário do futuro — fracassou. Pelo contrário. 

Muitos acreditam que a empresa deve continuar fazendo parte da vida dos brasileiros por muitos anos. O papel, no entanto, ainda tem uma certa gordura para queimar antes de voltar a subir, já que ainda embute um crescimento que pode não vir. 

Para Quaresma, da Empiricus, é impressionante o tamanho da empresa que foi construída em poucos anos, mas os fundamentos atuais ainda se encontram deslocados do preço de tela — abrindo espaço para mais quedas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Zanin, da Avenue, acredita que a empresa de fato é “um banco do futuro e das próximas gerações”, só que isso não necessariamente a transforma em uma boa geradora de valor aos seus acionistas — não importa quanta confiança ou amor um indivíduo possa ter com relação aos produtos e serviços oferecidos. 

Afinal, a eficiência operacional é apenas parte da equação, e a gestão atual não demonstra ter nenhuma grande vantagem competitiva contra outros concorrentes, já que existe uma grande dificuldade de diversificar a fonte de receita. 

“No exterior temos como exemplo a Meta, dona do Facebook e Instagram, e até mesmo a Uber. A gente gosta e entende que elas provavelmente vão existir ao longo das próximas décadas, mas não necessariamente são boas empresas para se investir. Tenho mais a usufruir como usuário do que investidor”, aponta o estrategista. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O ‘PLANO GALÁXIA’

‘Não vai ser fácil’: o recado da CEO do Banco do Brasil (BBAS3) sobre 2026 — e o que vem depois da crise

23 de abril de 2026 - 14:25

Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos

O CONTRA-ATAQUE DO BB

O “novo Banco do Brasil” (BBAS3): como o banco tenta virar a página da inadimplência no agro — e saltar no crédito privado

23 de abril de 2026 - 12:34

Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos

EM RECUPERAÇÃO

Indefinido: veja o que a Raízen (RAIZ4) disse à CVM sobre as negociações com credores

23 de abril de 2026 - 10:31

Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen

OI SOLUÇÕES

Última joia da coroa? Oi (OIBR3) coloca ativo bilionário à venda e movimenta gigantes das telecom; veja detalhes

23 de abril de 2026 - 10:01

Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários

NÚMEROS INCERTOS

Investidores no escuro? Veja por que a Oncoclínicas (ONCO3) descontinuou a divulgação das projeções de lucro e Ebitda

23 de abril de 2026 - 9:33

A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia

REORGANIZANDO A CASA

Após saída de Tanure, Light S.A. (LIGT3) troca CEO em subsidiária e nomeia novo diretor de RI

22 de abril de 2026 - 19:46

A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora

PROVA DE RESISTÊNCIA

O grande teste das incorporadoras: quem aguenta mais um ano de crédito caro no setor? Itaú BBA responde

22 de abril de 2026 - 18:32

Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas

DE PATINHO FEIO A PROTAGONISTA

Após apanhar na bolsa, distribuidoras de energia podem dar a volta por cima. XP diz o que você deve colocar na carteira

22 de abril de 2026 - 18:05

Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic

ENTENDA

A estreia deste banco na bolsa foi um balde de água fria, mas o futuro pode guardar alta de 80%, segundo o BTG

22 de abril de 2026 - 17:06

Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado

LUZ NO FIM DO TÚNEL?

Gestora resgatou o BRB: conheça a Quadra Capital, que comprou R$ 15 bilhões em ativos do Banco Master

22 de abril de 2026 - 16:32

A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar

HORA DE ABANDONAR OS PAPÉIS

Ação da Braskem (BRKM5) ainda pode cair pela metade: Bradesco BBI faz alerta para ‘situação insustentável’

22 de abril de 2026 - 15:11

Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos

VAREJO FARMACÊUTICO

A virada da Pague Menos (PGMN3): o que está por trás da recomendação de compra do BTG Pactual

22 de abril de 2026 - 14:31

Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1

NOVA ESTRUTURA

Sai um, entram dois: Azzas 2154 (AZZA3) reorganiza a casa após baixas no alto escalão; veja como fica agora

22 de abril de 2026 - 13:01

Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino

COSTURANDO UM APORTE

Energisa (ENGI11) anuncia acordo de R$ 1,4 bilhão com Itaú (ITUB4) — e banco entra como sócio em divisão estratégica

22 de abril de 2026 - 11:00

Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica

À FRENTE DA REESTRUTURAÇÃO

Quem devem ser os novos líderes na Braskem (BRKM5), que tentarão recuperar a petroquímica após venda de fatia da Novonor para a IG4

22 de abril de 2026 - 10:27

Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4

O QUE FAZER COM A AÇÃO?

Construtora ‘queridinha’ do Minha Casa, Minha Vida se prepara para acelerar em 2026 — e ação deve saltar mais de 34%, segundo o BTG Pactual

22 de abril de 2026 - 10:02

Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026

“ELEFANTE BRANCO” SAI DE CENA

Adeus, e-commerce: Sequoia (SEQL3) ‘joga a toalha’ no varejo digital e vende operação ao Mercado Livre (MELI34)

22 de abril de 2026 - 9:12

Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia

TEM FUNDAMENTO?

Alta de 115% é pouco? A preocupação de R$ 500 milhões que ronda a Tenda (TEND3), construtora queridinha do momento

22 de abril de 2026 - 6:01

Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?

ENERGIA SOB PRESSÃO

El Niño pode mexer com o seu bolso — e virar o jogo para as elétricas: as ações que ganham e perdem na bolsa, segundo o Safra

21 de abril de 2026 - 14:21

Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.

CORRIDA BILIONÁRIA

Amazon turbina aposta em inteligência artificial com investimento de até US$ 25 bilhões na Anthropic, dona do Claude

21 de abril de 2026 - 13:14

Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia