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O CEO da Activision Blizzard é conhecido não apenas por ser responsável por jogos como Call of Duty como também pelas grandes polêmicas
Se você faz parte do mundo dos videogames, com certeza já ouviu falar de Bobby Kotick. O CEO da Activision Blizzard (ATVI) é conhecido não apenas por ser responsável por jogos como Call of Duty como também pelas grandes polêmicas em que se envolveu nos últimos tempos.
As notícias mais recentes envolvendo Kotick se referem à aquisição de sua companhia pela Microsoft. Anunciada em meados de janeiro, a compra foi fechada por US$ 68,7 bilhões (na cotação atual, R$ 352 bilhões), a maior operação da história do setor de games.
Apesar do enorme montante, o executivo ainda pode ter muito dinheiro a receber com o negócio — especialmente caso a dona do Xbox queira tirá-lo do comando.
Afinal, o CEO está (muito bem, por sinal) protegido para o caso de ser demitido sem justa causa pela Microsoft.
A Microsoft concordou em pagar US$ 15 milhões (R$ 77 milhões) a Kotick, em um acordo conhecido pelo jargão "golden parachute" (paraquedas dourado). As informações estão em documento apresentado à SEC, a "xerife" do mercado de capitais norte-americano.
As polêmicas que giram em torno do nome de Bobby Kotick que incluem diversos processos judiciais.
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Em julho de 2021, a Activision Blizzard foi processada por autoridades da Califórnia por denúncias de assédio sexual, físico e moral contra as mulheres da empresa, incluindo também diferença salarial.
Segundo as alegações, os executivos e o setor de recursos humanos estavam cientes da discriminação que acontecia e “retaliaram as mulheres que se queixavam”.
A situação gerou um abaixo-assinado criado pelos funcionários contra a resposta “abominável” da empresa em relação ao processo, que apenas afirmou iniciaria um processo de investigação interno para as reivindicações.
A petição surgiu horas depois que os trabalhadores organizaram uma greve em protesto e foi assinada por mais de 2.000 funcionários.
Em setembro do ano passado, a empresa foi processada mais uma vez na Califórnia, desta vez, por receber acusações de que a companhia estaria coagindo seus funcionários para silenciá-los sobre suas queixas.
As alegações diziam que a empresa “ameaçou funcionários, impedindo que falassem sobre salários, horas e condições de trabalho”.
Em uma tentativa de contornar o caos que girava em torno da Activision Blizzard e de si mesmo, Kotick pediu que o Conselho da Activision Blizzard reduzisse seu salário “para menor valor permitido pelas leis da Califórnia”.
Segundo o executivo, o corte duraria até que ele conseguisse lidar com as acusações de discriminação e assédio, e seu salário cairia de US$ 155 milhões para US$ 62.500.
O CEO afirmou em uma uma carta aos funcionários que essa era uma das medidas tomadas pela empresa a respeito das situações comentadas antes.
Para acabar com as reclamações de assédio sexual e discriminação, a companhia decidiu aumentar em 50% a quantidade de mulheres e pessoas não-binárias na empresa e instalar uma política de “zero tolerância para o assédio”.
No mais recente caso, de acordo com o Wall Street Journal, o CEO da Activision teria conhecimento, há anos, das alegações de má conduta de assédio e discriminação de seus funcionários.
Entretanto, segundo o relatório divulgado pelo WSJ, os membros do conselho da empresa não teriam sido informados sobre os supostos incidentes.
Na época, mais de cem funcionários protestaram pedindo o afastamento de Kotick.
O executivo respondeu às acusações dizendo que o relatório não era verídico e que levava a uma imagem errada da Activision Blizzard e do próprio CEO.
Alguns dias depois da greve, uma nova petição pela demissão de Bobby Kotick foi assinada — desta vez, por 800 funcionários.
O documento afirmava que os funcionários “não confiavam” no executivo e pedia que ele deixasse o cargo de CEO, além de não interferir na escolha de seu substituto.
A Activision Blizzard é fabricante do “Call of Duty”. Outro grande sucesso da desenvolvedora é a saga “Candy Crush”.
Com a aquisição da companhia, a Microsoft passa a ser dona de uma biblioteca de jogos que inclui ainda o game “Overwatch”.
O negócio também proporciona à plataforma de jogos Xbox uma vantagem sobre o PlayStation, da Sony, que há anos desfruta de um fluxo mais constante de jogos exclusivos.
Ao anunciar a aquisição, a Microsoft salientou que “os jogos da Activision Blizzard são apreciados em uma variedade de plataformas e pretendemos continuar apoiando essas comunidades no futuro”.
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