O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O bug na rede social durou por cerca de seis meses e fez com que cerca de metade de todas as visualizações do Feed de Notícias fosse exposta a conteúdos problemáticos
“Falem bem ou falem mal, mas falem de mim”. Se Mark Zuckerberg adotasse a velha máxima resgatada pela cantora mirim brasileira Melody, esta semana o faria estar nas alturas. Afinal, nem ele nem a sua empresa Meta (FBOK34), dona do Facebook, saíram dos holofotes.
A mais nova polêmica sobre a companhia é um "bug'' na rede social criada pelo jovem bilionário. O Facebook costuma bloquear conteúdos prejudiciais aos usuários, como nudez, violência e notícias falsas.
Porém, de acordo com um relatório enviado ao jornal The Verge, uma “falha maciça de classificação” na rede promoveu essas postagens e as expôs a muitos usuários, ao invés de combatê-las.
As postagens na rede social passam por uma classificação para verificar o tipo de conteúdo que é compartilhado. Porém, essa ferramenta estava com uma falha gigantesca — e o problema foi identificado por um grupo de engenheiros do próprio Facebook pela primeira vez em outubro do ano passado.
Na época, os funcionários de Zuckerberg notaram que, de repente, uma enorme quantidade de notícias falsas e desinformação começou a ser compartilhada na rede social.
A falha no Facebook durou por cerca de seis meses e fez com que cerca de metade de todas as visualizações do Feed de Notícias fosse exposta a esse tipo de conteúdo problemático.
Leia Também
Ou seja, em vez de sufocar essas publicações, o feed estava distribuindo as postagens — e, inclusive, aumentando as visualizações desses conteúdos, que subiram até 30% por todo o mundo.
Por um tempo, essas visualizações caíram, mas dispararam no último mês, até que os engenheiros corrigiram o problema de classificação em 11 de março.
A falha não só divulgou conteúdos falsos no Facebook, como também permitiu postagens com nudez e violência — conteúdos que geralmente são reprimidos por Mark Zuckerberg.
Esse “downranking” funciona como um rebaixamento de postagens controversas, que incluem guerras, conteúdos com nudez explícita, discurso de ódio e histórias políticas controversas.
Basicamente, é uma forma que a Meta encontrou para melhorar a qualidade do feed de notícias e voltar às raízes mais alegres e descontraídas do Facebook.
Além dos conteúdos já suprimidos pela empresa, a rede social prometeu recentemente parar de permitir conteúdos da mídia estatal russa, como uma forma de sanção ao país de Vladimir Putin por conta da invasão da Ucrânia. Porém, as postagens da imprensa da Rússia continuaram no Facebook.
De acordo com o porta-voz da Meta, Joe Osborne, esse tipo de falha de “sufocamento” desses conteúdos já tinha sido visto cinco vezes, sendo a primeira em 2019.
Mas, até outubro de 2021, nenhuma delas tinha causado impactos tão significativos.
“Traçamos a causa raiz para um bug de software e aplicamos as correções necessárias”, afirmou Osborne.
O porta-voz ainda destacou que a falha “não teve algum impacto significativo e de longo prazo em nossas métricas”.
*Com informações de The Verge
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio
Produção recorde, petróleo mais caro e geração de caixa elevada sustentam expectativa de proventos no 1T26
O Citi estima o pedido em torno de US$ 700 milhões, cerca de 16% de toda a carteira de pedidos firmes da divisão de defesa da fabricante brasileira de aeronaves, segundo o Broadcast
A varejista de jogos fez proposta de compra sobre a empresa de e-commerce com valor de mercado quatro vezes maior; qual é o plano da GameStop?
A operação “reforça o compromisso da Axia Energia com a otimização de participações minoritárias”, disse a ex-Eletrobras em fato relevante
Resultado dos três primeiros meses do ano marca estreia da BradSaúde, enquanto mercado tenta entender quanto vale a nova plataforma de saúde do Bradesco; descubra o que esperar
Queda de demanda, piora na hidrologia e avanço dos preços de energia marcaram o período, favorecendo empresas mais expostas ao mercado de curto prazo
Cenário mistura desafios para instituições financeiras e oportunidades para empresas expostas a petróleo e mercado externo
Durante homenagem, o megainvestidor destacou a trajetória da Apple e elogiou a liderança de Tim Cook após a morte de Steve Jobs
A expectativa da companhia aérea era sair da proteção contra falência no meio de 2026, mas ainda apresentava muitos problemas