Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Ana Carolina Neira

Ana Carolina Neira

Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero com especialização em Macroeconomia e Finanças (FGV) e pós-graduação em Mercado Financeiro e de Capitais (PUC-Minas). Com passagens pelo portal R7, revista IstoÉ e os jornais DCI, Agora SP (Grupo Folha), Estadão e Valor Econômico, também trabalhou na comunicação estratégica de gestoras do mercado financeiro.

É HORA DE COMPRAR?

Lula vai “salvar” Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQ3)? O que esperar das ações das gigantes de educação no governo petista

Ações de Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQ3) avançaram com a perspectiva da vitória do petista, mas o futuro das empresas de educação hoje depende menos do que acontece em Brasília

Jasmine OlgaAna Carolina Neira
14 de dezembro de 2022
6:45 - atualizado às 22:22
Logo da Cogna
Cogna - Imagem: Divulgação/Flavio Fabene

O clima de polarização das eleições na disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) se refletiu de uma maneira curiosa na bolsa brasileira às vésperas do primeiro turno.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De um lado, as ações das estatais reagiam de forma positiva a qualquer sinal de que o atual presidente pudesse sair vitorioso da disputa. Do outro, setores que floresceram durante os primeiros anos do governo Lula disparavam com a percepção de que o passado poderia se repetir. 

No caso das “ações do Lula”, um dos desempenhos mais expressivos ainda no período pré-eleitoral foi o do setor de Educação. Entre as ações do Ibovespa, o protagonismo do movimento ficou com Yduqs (YDUQ3) e Cogna (COGN3).

Os papéis subiram cerca de 30% nas semanas anteriores à votação — já que essas companhias possuem uma maior exposição aos alunos de baixa renda e, no passado, foram algumas das companhias mais favorecidas pela injeção de dinheiro público no sistema educacional. 

O salto nos papéis foi em nome da esperança — o famoso “sobe no boato e cai no fato”. Tanto que as ações apagaram todo o ganho acumulado no período pré-eleitoral — e mais um pouco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Seja como for, a vitória de Lula voltou a despertar a atenção dos investidores para o setor, um dos mais castigados dos últimos anos. Os papéis da Yduqs acumulam uma queda da ordem de 70% na B3 desde 2017. A situação da Cogna é ainda mais dramática, já que a empresa perdeu quase 90% do valor na bolsa no mesmo período.

Leia Também

Como não bastasse a redução dos programas do governo, ambas as empresas sentiram os reflexos da pandemia, que derrubou o número de estudantes matriculados. 

Mas afinal de contas, o terceiro mandato de Lula pode representar uma nova “Era de Ouro” para as empresas do setor de educação? Boa parte dos investidores pessoas físicas parecem acreditar que sim, mas analistas e gestores do mercado financeiro ainda são céticos sobre o que pode acontecer — por dois motivos. 

O primeiro é que pouco se sabe sobre o tamanho dos estímulos governamentais que serão adotados no setor, principalmente em 2023 e 2024, anos em que o orçamento público deve ser mais restritivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em segundo lugar, Yduqs e Cogna estão longe de serem as mesmas empresas do passado. Ou seja, possivelmente elas tentariam não depender tanto de programas como o Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para crescer. Os últimos anos obrigaram as duas empresas a encontrar outras vias de receita. Ou seja, hoje talvez elas não precisem mais ser “salvas” por Lula.

Para essa matéria, o Seu Dinheiro conversou com Conrado Rocha, sócio e gestor da Polo Capital; Gabriel Barros, analista da ARX Investimentos; Gustavo Harada, chefe da mesa de renda variável da Blackbird Investimentos e Daniel Damiani, sócio da JK Capital.

Um olhar para o passado das empresas e das ações

Falar sobre Yduqs (YDUQ3) e Cogna (COGN3) é como contar uma história de ascensão e queda. Num primeiro momento, ambas surfaram os bons tempos dos programas federais, principalmente o Fies, com aumento em sua base de alunos e forte impulso nas receitas.

O programa concede financiamento a estudantes para o pagamento de mensalidades em universidades privadas — como é o caso das unidades sob a gestão de Cogna e Yduqs. A grande sacada para as empresas é que o risco é federal, ou seja, as faculdades recebem o dinheiro mesmo em caso de inadimplência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O período de 2010 a 2014 engloba o auge do programa: em 2010, foram fechados um total de 76 mil contratos do Fies no Brasil. O ano com o recorde de contratos foi 2014, com um total de 732,7 mil, segundo dados do Ministério da Educação.

As ações de Cogna e Yduqs — que na época ainda se chamavam Kroton e Estácio — acompanharam o crescimento do financiamento estudantil. Em um período de pouco mais de dois anos, entre 2012 e 2014, ambas mais que triplicaram de valor na bolsa. E isso em um período no qual o Ibovespa praticamente andou de lado.

Freio de arrumação

A partir de 2015, ainda durante a gestão de Dilma Rousseff (PT), a estrutura começou a ser enxugada, com regras mais rígidas de acesso. O total de contratos do Fies caiu para 287,5 mil. Com uma baixa progressiva, em 2020 foram celebrados apenas 54 mil contratos, bem abaixo do que era visto poucos anos antes.

No ano passado, o número caiu para 46 mil contratos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O grande problema é que o programa mostrou-se insustentável ao longo do tempo, o que fez o governo secar a verba — e, por consequência, a receita dos grupos de educação privados como Cogna e Yduqs.

As ações de ambas as empresas foram na mesma direção e caíram fortemente com o corte no programa. Nos anos seguintes, tanto Cogna como Yduqs tiveram alguns momentos de recuperação no mercado, mas eles acabaram interrompidos pela pandemia, quando o setor perdeu mais de 1 milhão de estudantes com a migração das atividades para o ambiente digital. 

Hoje é praticamente consenso entre os gestores e analistas: para voltar, o Fies precisa ser reformulado e mais sustentável. Afinal, as próprias empresas não desejam passar por tais dificuldades outra vez por dependerem tanto do programa.

Além de Lula: o pote de ouro no fim do arco-íris para Cogna e Yduqs

Com a fonte do Fies secando, foi preciso um longo processo de adaptação. Hoje, o principal foco e fonte de dinheiro das companhias está em dois segmentos: ensino à distância (EAD) e cursos como medicina e veterinária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O primeiro grupo garante uma base de alunos maior, já que o acesso é mais fácil e há uma maior flexibilidade de horário, além de mensalidades que custam R$ 200, em média.

Aqui, ganha-se pela quantidade de estudantes com um custo baixíssimo, que exclui as despesas dos cursos presenciais. Ou seja, receita maior com baixo custo, uma combinação bastante desejada.

Já os cursos de medicina, veterinária e odontologia são vantajosos graças às mensalidades caras, que podem custar de R$ 10 mil a R$ 15 mil por mês. Ajuda também o fato de que esses cursos têm forte demanda mas poucas vagas disponíveis, além da alta concorrência nas universidades públicas.

Durante o Cogna Day, realizado na semana passada, os próprios executivos da empresa fizeram uma retrospectiva dos últimos anos, marcados pela reestruturação de portfólio e foco no ensino híbrido e digital. O resultado disso foi o crescimento de receita tanto no ensino superior quanto nas unidades de educação básica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre 2019 e 2022, houve um aumento de 165% nos cursos EAD disponibilizados pela empresa, enquanto a baixa demanda presencial levou ao fechamento de unidades.

Hoje, a companhia diz que já não carrega mais o peso da reestruturação e prefere olhar para o crescimento contratado.

Para 2023, a Cogna deseja crescer em suas três linhas de negócios: venda de material didático, ensino superior e educação básica.

Aquisições no radar?

A reestruturação e a mudança no perfil dos estudantes levou todo o setor de educação a um forte movimento de consolidação nos últimos anos. Mas para Daniel Damiani, da JK Capital — boutique especializada em fusões e aquisições e captação de recursos —, as operações do gênero estarão concentradas apenas na vertical de saúde no próximo ano — e o cenário deve se manter assim até que exista uma acomodação e saturação do mercado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Damiani, o próximo passo de crescimento para o setor e para as grandes consolidadoras pode ser uma profissionalização do mercado educacional não regulado — como cursos de marketing digital e outros assuntos, hoje restritos ao oferecimento em sites como Hotmart e Instagram. 

Cogna e Yduqs: Ainda vale a pena investir nas ações?

Se você está pensando em investir em ações de YDUQ3 e COGN3 de olho em uma possível injeção de dinheiro federal com a retomada dos programas educacionais e dos preços convidativos, talvez seja melhor esperar mais um pouco. 

Entre analistas e gestores consultados pelo Seu Dinheiro, o consenso é de que ainda é muito cedo para embarcar nos papéis olhando apenas para a perspectiva de renascimento dos programas de financiamento estudantil. O Fies ajuda, mas dificilmente será transformacional como em seus primeiros anos de vida. 

Com a captação caindo nos últimos anos e custos fixos menos diluídos, a perspectiva é que as margens se mantenham pressionadas — levando a um crescimento pelas duas vias que menos dependem do Fies: o ensino digital e o de medicina.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gustavo Harada, da Blackbird, aponta que, no curto prazo, as ações estão mais reféns do cenário macroeconômico desfavorável. 

Mas na visão de um gestor de fundos ouvido pela reportagem, esse pode ser justamente um dos trunfos de Yduqs e Cogna. Isso porque a opção pelo EAD feito pelas companhias elimina o custo fixo do aluno presencial.

Além disso, a vertical de saúde com os cursos de medicina segue em expansão, ainda sem dar sinais de saturação de mercado. Outro estrategista de um grande fundo indicou que YDUQ3 consegue atuar bem nos dois segmentos, sendo, assim, a sua ação favorita. 

Conrado Rocha, sócio e gestor da Polo Capital, lembra que o ensino a distância depende menos de financiamento do governo pelo ticket médio mais baixo. Por outro lado, empresas mais endividadas, como é o caso da Cogna, sofrem com os juros mais altos — hoje a Selic se encontra no patamar de 13,75% ao ano. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Essas empresas embutem um grande valor significativo. O problema é que, atualmente, tem poucos gatilhos e poucas alavancas que poderiam fazer com que o mercado comprasse o valor intrínseco delas”, complementa Gabriel Barros, analista da ARX Investimentos.

Daniel Damiani, da JK Capital, parece concordar e lembra que muitas empresas de educação têm procurado cindir as suas unidades de medicina. Essa seria uma forma de forçar o mercado a precificar melhor o valor existente ali dentro, sem o viés de outras linhas do balanço. 

Por fim, se você decidir investir no setor, a preferência do mercado é por Yduqs (YDUQ3). Das 13 recomendações de analistas para a empresa, sete são de compra e seis neutras, com preço-alvo que varia de R$ 13 a R$ 33. Ou seja, um potencial de alta de 28,84% a 233,99%, de acordo com dados da plataforma Trademap. 

Já para a Cogna — menos exposta ao setor de medicina, com maior dificuldades de crescimento e alto grau de endividamento —, das 13 recomendações, seis são de venda, enquanto sete são neutras. O preço-alvo varia de R$ 2,20 a R$ 3,10 — um potencial de alta de 5,26% a 48,33%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
PROVENTOS EM ALTA VOLTAGEM

CPFL Energia (CPFE3) detalha pagamento de R$ 1,3 bilhão em dividendos; veja quem tem direito

11 de maio de 2026 - 14:21

Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026

A META FICOU MAIS DIFÍCIL

Banco Inter reage à queda das ações na bolsa com nova aposta: a “Regra dos 50” para crescer — e lucrar mais — até 2029

11 de maio de 2026 - 12:16

Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes

OPERAÇÃO ÍCARO

Fast Shop bate recorde: empresa leva multa de R$ 1 bilhão por fraude em imposto e propina paga a auditor

11 de maio de 2026 - 11:28

Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma

BALANÇO

Telefônica Brasil (VIVT3): lucro salta quase 20% no 1T26, e dona da Vivo entrega seu melhor 1º trimestre em dois anos. O que está por trás da expansão?

11 de maio de 2026 - 9:12

Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado

RESULTADO

BTG Pactual (BPAC11) supera expectativa com lucro recorde e ROE de 26,6% no 1T26. O que está por trás de mais um balanço forte?

11 de maio de 2026 - 7:33

O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre

PRÉVIA DOS RESULTADOS

Com petróleo na casa dos US$ 100, analistas calculam se Petrobras (PETR4) vai ou não vai liberar dividendos do 1T26

11 de maio de 2026 - 6:02

Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções

TROCAS DE PESO

Dança das cadeiras na bolsa: semana tem troca de CEOs em série e agita empresas da B3

9 de maio de 2026 - 16:58

A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)

VELHO CONHECIDO

Santander (SANB11) bate o martelo: conselho aprova por unanimidade a eleição de Gilson Finkelzstain como CEO

8 de maio de 2026 - 20:05

Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil

CHEGOU A HORA DE VENDER?

O que a pior semana da Petrobras (PETR4) em mais de dois anos diz sobre as ações como investimento

8 de maio de 2026 - 19:45

Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana

HORA DE COMPRAR?

Caixa Seguridade (CXSE3): depois do anúncio de R$ 1 bilhão em dividendos, analistas calculam retorno e dão veredito

8 de maio de 2026 - 19:19

Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos

SD ENTREVISTA

“Foi bom, mas poderia ter sido melhor”: o recado do diretor do BR Partners (BRBI11) sobre o 1T26; ações caem na B3

8 de maio de 2026 - 16:01

Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro

TROCA NO ALTO ESCALÃO

Cemig (CMIG4) anuncia novo CEO e lucra R$ 979 milhões no 1T26, queda anual de 6%; conheça a empresa de energia criada por JK

8 de maio de 2026 - 11:31

De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes

E FORA 'DO STORIES' TU ESTÁ BEM?

O preço do sucesso da Cimed: enquanto bomba nas redes, empresa sofreu ‘no off’. E agora?

8 de maio de 2026 - 6:45

Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira

BALANÇO

Magazine Luiza (MGLU3) ainda sente o peso dos juros e reverte lucro em prejuízo acima do esperado no 1T26

7 de maio de 2026 - 19:55

A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras

SD ENTREVISTA

“Temos que estar com a guarda alta”, diz diretor do ABC Brasil (ABCB4) após queda no ROE do 1T26

7 de maio de 2026 - 19:55

Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo

PROVENTOS NO RADAR

PetroReconcavo (RECV3) anuncia JCP de R$ 100 milhões após lucro mais que dobrar no 1T26

7 de maio de 2026 - 19:51

Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia

POR QUE TROCAR DE CEO AGORA?

Após 15 anos, Rodrigo Osmo dará adeus ao cargo de CEO da Tenda (TEND3); veja quem entra no lugar e o que está por trás da mudança

7 de maio de 2026 - 19:06

Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo

TEMPORADA DE BALANÇOS

Com frete grátis no Brasil, Mercado Livre (MELI34) bota o pé no acelerador em vendas, mas lucro cai e margens seguem pressionadas no 1T26

7 de maio de 2026 - 17:32

Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026

REAÇÃO AO BALANÇO

Banco Inter desaba em NY após balanço do 1T26: ação chega a cair mais de 14% — o que assustou o mercado?

7 de maio de 2026 - 16:46

Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje

É SÓ O COMEÇO

JP Morgan deu veredito de compra para a Natura (NATU3) após alta de quase 50% em 2026. Quanto é possível lucrar agora?

7 de maio de 2026 - 16:06

Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia