🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

É HORA DE COMPRAR?

Lula vai “salvar” Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQ3)? O que esperar das ações das gigantes de educação no governo petista

Ações de Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQ3) avançaram com a perspectiva da vitória do petista, mas o futuro das empresas de educação hoje depende menos do que acontece em Brasília

Jasmine Olga
Jasmine Olga
14 de dezembro de 2022
6:45 - atualizado às 22:22
Logo da Cogna
Cogna - Imagem: Divulgação/Flavio Fabene

O clima de polarização das eleições na disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) se refletiu de uma maneira curiosa na bolsa brasileira às vésperas do primeiro turno.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De um lado, as ações das estatais reagiam de forma positiva a qualquer sinal de que o atual presidente pudesse sair vitorioso da disputa. Do outro, setores que floresceram durante os primeiros anos do governo Lula disparavam com a percepção de que o passado poderia se repetir. 

No caso das “ações do Lula”, um dos desempenhos mais expressivos ainda no período pré-eleitoral foi o do setor de Educação. Entre as ações do Ibovespa, o protagonismo do movimento ficou com Yduqs (YDUQ3) e Cogna (COGN3).

Os papéis subiram cerca de 30% nas semanas anteriores à votação — já que essas companhias possuem uma maior exposição aos alunos de baixa renda e, no passado, foram algumas das companhias mais favorecidas pela injeção de dinheiro público no sistema educacional. 

O salto nos papéis foi em nome da esperança — o famoso “sobe no boato e cai no fato”. Tanto que as ações apagaram todo o ganho acumulado no período pré-eleitoral — e mais um pouco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Seja como for, a vitória de Lula voltou a despertar a atenção dos investidores para o setor, um dos mais castigados dos últimos anos. Os papéis da Yduqs acumulam uma queda da ordem de 70% na B3 desde 2017. A situação da Cogna é ainda mais dramática, já que a empresa perdeu quase 90% do valor na bolsa no mesmo período.

Leia Também

Como não bastasse a redução dos programas do governo, ambas as empresas sentiram os reflexos da pandemia, que derrubou o número de estudantes matriculados. 

Mas afinal de contas, o terceiro mandato de Lula pode representar uma nova “Era de Ouro” para as empresas do setor de educação? Boa parte dos investidores pessoas físicas parecem acreditar que sim, mas analistas e gestores do mercado financeiro ainda são céticos sobre o que pode acontecer — por dois motivos. 

O primeiro é que pouco se sabe sobre o tamanho dos estímulos governamentais que serão adotados no setor, principalmente em 2023 e 2024, anos em que o orçamento público deve ser mais restritivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em segundo lugar, Yduqs e Cogna estão longe de serem as mesmas empresas do passado. Ou seja, possivelmente elas tentariam não depender tanto de programas como o Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para crescer. Os últimos anos obrigaram as duas empresas a encontrar outras vias de receita. Ou seja, hoje talvez elas não precisem mais ser “salvas” por Lula.

Para essa matéria, o Seu Dinheiro conversou com Conrado Rocha, sócio e gestor da Polo Capital; Gabriel Barros, analista da ARX Investimentos; Gustavo Harada, chefe da mesa de renda variável da Blackbird Investimentos e Daniel Damiani, sócio da JK Capital.

Um olhar para o passado das empresas e das ações

Falar sobre Yduqs (YDUQ3) e Cogna (COGN3) é como contar uma história de ascensão e queda. Num primeiro momento, ambas surfaram os bons tempos dos programas federais, principalmente o Fies, com aumento em sua base de alunos e forte impulso nas receitas.

O programa concede financiamento a estudantes para o pagamento de mensalidades em universidades privadas — como é o caso das unidades sob a gestão de Cogna e Yduqs. A grande sacada para as empresas é que o risco é federal, ou seja, as faculdades recebem o dinheiro mesmo em caso de inadimplência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O período de 2010 a 2014 engloba o auge do programa: em 2010, foram fechados um total de 76 mil contratos do Fies no Brasil. O ano com o recorde de contratos foi 2014, com um total de 732,7 mil, segundo dados do Ministério da Educação.

As ações de Cogna e Yduqs — que na época ainda se chamavam Kroton e Estácio — acompanharam o crescimento do financiamento estudantil. Em um período de pouco mais de dois anos, entre 2012 e 2014, ambas mais que triplicaram de valor na bolsa. E isso em um período no qual o Ibovespa praticamente andou de lado.

Freio de arrumação

A partir de 2015, ainda durante a gestão de Dilma Rousseff (PT), a estrutura começou a ser enxugada, com regras mais rígidas de acesso. O total de contratos do Fies caiu para 287,5 mil. Com uma baixa progressiva, em 2020 foram celebrados apenas 54 mil contratos, bem abaixo do que era visto poucos anos antes.

No ano passado, o número caiu para 46 mil contratos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O grande problema é que o programa mostrou-se insustentável ao longo do tempo, o que fez o governo secar a verba — e, por consequência, a receita dos grupos de educação privados como Cogna e Yduqs.

As ações de ambas as empresas foram na mesma direção e caíram fortemente com o corte no programa. Nos anos seguintes, tanto Cogna como Yduqs tiveram alguns momentos de recuperação no mercado, mas eles acabaram interrompidos pela pandemia, quando o setor perdeu mais de 1 milhão de estudantes com a migração das atividades para o ambiente digital. 

Hoje é praticamente consenso entre os gestores e analistas: para voltar, o Fies precisa ser reformulado e mais sustentável. Afinal, as próprias empresas não desejam passar por tais dificuldades outra vez por dependerem tanto do programa.

Além de Lula: o pote de ouro no fim do arco-íris para Cogna e Yduqs

Com a fonte do Fies secando, foi preciso um longo processo de adaptação. Hoje, o principal foco e fonte de dinheiro das companhias está em dois segmentos: ensino à distância (EAD) e cursos como medicina e veterinária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O primeiro grupo garante uma base de alunos maior, já que o acesso é mais fácil e há uma maior flexibilidade de horário, além de mensalidades que custam R$ 200, em média.

Aqui, ganha-se pela quantidade de estudantes com um custo baixíssimo, que exclui as despesas dos cursos presenciais. Ou seja, receita maior com baixo custo, uma combinação bastante desejada.

Já os cursos de medicina, veterinária e odontologia são vantajosos graças às mensalidades caras, que podem custar de R$ 10 mil a R$ 15 mil por mês. Ajuda também o fato de que esses cursos têm forte demanda mas poucas vagas disponíveis, além da alta concorrência nas universidades públicas.

Durante o Cogna Day, realizado na semana passada, os próprios executivos da empresa fizeram uma retrospectiva dos últimos anos, marcados pela reestruturação de portfólio e foco no ensino híbrido e digital. O resultado disso foi o crescimento de receita tanto no ensino superior quanto nas unidades de educação básica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre 2019 e 2022, houve um aumento de 165% nos cursos EAD disponibilizados pela empresa, enquanto a baixa demanda presencial levou ao fechamento de unidades.

Hoje, a companhia diz que já não carrega mais o peso da reestruturação e prefere olhar para o crescimento contratado.

Para 2023, a Cogna deseja crescer em suas três linhas de negócios: venda de material didático, ensino superior e educação básica.

Aquisições no radar?

A reestruturação e a mudança no perfil dos estudantes levou todo o setor de educação a um forte movimento de consolidação nos últimos anos. Mas para Daniel Damiani, da JK Capital — boutique especializada em fusões e aquisições e captação de recursos —, as operações do gênero estarão concentradas apenas na vertical de saúde no próximo ano — e o cenário deve se manter assim até que exista uma acomodação e saturação do mercado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Damiani, o próximo passo de crescimento para o setor e para as grandes consolidadoras pode ser uma profissionalização do mercado educacional não regulado — como cursos de marketing digital e outros assuntos, hoje restritos ao oferecimento em sites como Hotmart e Instagram. 

Cogna e Yduqs: Ainda vale a pena investir nas ações?

Se você está pensando em investir em ações de YDUQ3 e COGN3 de olho em uma possível injeção de dinheiro federal com a retomada dos programas educacionais e dos preços convidativos, talvez seja melhor esperar mais um pouco. 

Entre analistas e gestores consultados pelo Seu Dinheiro, o consenso é de que ainda é muito cedo para embarcar nos papéis olhando apenas para a perspectiva de renascimento dos programas de financiamento estudantil. O Fies ajuda, mas dificilmente será transformacional como em seus primeiros anos de vida. 

Com a captação caindo nos últimos anos e custos fixos menos diluídos, a perspectiva é que as margens se mantenham pressionadas — levando a um crescimento pelas duas vias que menos dependem do Fies: o ensino digital e o de medicina.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gustavo Harada, da Blackbird, aponta que, no curto prazo, as ações estão mais reféns do cenário macroeconômico desfavorável. 

Mas na visão de um gestor de fundos ouvido pela reportagem, esse pode ser justamente um dos trunfos de Yduqs e Cogna. Isso porque a opção pelo EAD feito pelas companhias elimina o custo fixo do aluno presencial.

Além disso, a vertical de saúde com os cursos de medicina segue em expansão, ainda sem dar sinais de saturação de mercado. Outro estrategista de um grande fundo indicou que YDUQ3 consegue atuar bem nos dois segmentos, sendo, assim, a sua ação favorita. 

Conrado Rocha, sócio e gestor da Polo Capital, lembra que o ensino a distância depende menos de financiamento do governo pelo ticket médio mais baixo. Por outro lado, empresas mais endividadas, como é o caso da Cogna, sofrem com os juros mais altos — hoje a Selic se encontra no patamar de 13,75% ao ano. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Essas empresas embutem um grande valor significativo. O problema é que, atualmente, tem poucos gatilhos e poucas alavancas que poderiam fazer com que o mercado comprasse o valor intrínseco delas”, complementa Gabriel Barros, analista da ARX Investimentos.

Daniel Damiani, da JK Capital, parece concordar e lembra que muitas empresas de educação têm procurado cindir as suas unidades de medicina. Essa seria uma forma de forçar o mercado a precificar melhor o valor existente ali dentro, sem o viés de outras linhas do balanço. 

Por fim, se você decidir investir no setor, a preferência do mercado é por Yduqs (YDUQ3). Das 13 recomendações de analistas para a empresa, sete são de compra e seis neutras, com preço-alvo que varia de R$ 13 a R$ 33. Ou seja, um potencial de alta de 28,84% a 233,99%, de acordo com dados da plataforma Trademap. 

Já para a Cogna — menos exposta ao setor de medicina, com maior dificuldades de crescimento e alto grau de endividamento —, das 13 recomendações, seis são de venda, enquanto sete são neutras. O preço-alvo varia de R$ 2,20 a R$ 3,10 — um potencial de alta de 5,26% a 48,33%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NOVO PESO-PESADO NA B3 

Bradesco (BBDC4) coloca a Bradsaúde no jogo da B3, Odontoprev (ODPV3) reage forte — há espaço para mais um gigante da saúde?

27 de fevereiro de 2026 - 13:22

Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei? 

BALANÇO FRACO

Qualicorp (QUAL3) reverte lucro em prejuízo líquido, e ação cai forte na bolsa; saiba como está a saúde da operadora de planos de saúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:46

Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.

A MAIS-VALIA DO BRADESCO

“É o momento certo de capturar valor”: CEO do Bradesco (BBDC4) revela plano para destravar até R$ 50 bilhões com a Bradsaúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:43

Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço

FIM DA BATALHA

Netflix (NFLX34) abandona a Warner após sangria de US$ 170 bilhões na bolsa — e ações comemoram em disparada

27 de fevereiro de 2026 - 9:03

O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman

NASCE UM GIGANTE

Bradesco (BBDC4) prepara a joia da coroa para a bolsa: vem aí a Bradsaúde no Novo Mercado da B3

27 de fevereiro de 2026 - 7:33

Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa

SURFANDO O RALI

Ibovespa em recorde ajuda a turbinar lucro da B3 (B3SA3); resultado do 4T25 supera expectativas

26 de fevereiro de 2026 - 19:58

Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos

DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

O PIOR PASSOU?

Azul (AZUL53) dá tchau para o fundo do poço? S&P eleva a nota de crédito da companhia aérea após o fim da recuperação judicial

26 de fevereiro de 2026 - 12:01

A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou

MAIS UM REVÉS PARA A EMPRESA

Fictor Alimentos (FICT3) finalmente se envolve na RJ da holding e agora corre grande risco; veja o que está em jogo

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta

AUMENTO DE CAPITAL

A conta aumentou: Banco de Brasília (BRB) busca aporte de quase R$ 9 bilhões com acionistas após caso do Banco Master; entenda

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.

A ESTRELA DO MERCADO CAIU?

Rede D’Or (RDOR3) tem alta de 39,2% no lucro, mas ação cai forte na bolsa; expectativas estavam altas demais?

26 de fevereiro de 2026 - 10:40

A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima

ALÍVIO NO CAPITAL

Banco do Brasil (BBAS3) quer mais fôlego no balanço e renegocia prazo para pagamento de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro

26 de fevereiro de 2026 - 10:12

Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027

PROVENTOS NO RADAR

Engie Brasil (EGIE3) anuncia mais de meio bilhão de reais em dividendos após balanço do 4T25

25 de fevereiro de 2026 - 19:57

Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado

BTG SUMMIT 2026

Executivos da Amazon e do Google alertam: a IA é uma questão de sobrevivência para as empresas

25 de fevereiro de 2026 - 19:30

Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita

BALANÇO

Nubank (ROXO34) surpreende no 4T25: lucro cresce 50% e ROE atinge máxima histórica de 33%

25 de fevereiro de 2026 - 18:21

Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques

PLANO OUSADO... OU TEDIOSO?

Santander Brasil (SANB11) crava data para alcançar o sonhado ROE acima de 20%; banco mira eficiência na briga com fintechs

25 de fevereiro de 2026 - 16:29

Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar