🔴 [NO AR] TOUROS E URSOS: QUEM FICOU EM BAIXA E QUAIS FORAM AS SURPRESAS DE 2025? – ASSISTA AGORA

Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

ELEIÇÕES 2022

Lula vai reestatizar a Eletrobras (ELET3)? Por que voltar atrás na privatização da gigante do setor elétrico seria quase impossível

Apesar da oposição da campanha do petista ao projeto de privatização, reverter a oferta de ações que tirou a União do comando da Eletrobras teria um alto custo político e fiscal

Jasmine Olga
Jasmine Olga
17 de outubro de 2022
10:06 - atualizado às 19:27
Celular com logo da Eletrobras ELET6 na tela em frente ao site da empresa | Dividendos
Celular com logo da Eletrobras - Imagem: T. Schneider/Shutterstock

Apesar de não ser mais controlada pela União, a Eletrobras (ELET3; ELET6) não passa ilesa aos ruídos e à volatilidade que atingem as empresas estatais em período eleitoral. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mal a oferta de ações que marcou a privatização da companhia foi concluída, rumores sobre uma possível retomada de controle estatal começaram a circular. 

Isso porque o candidato que lidera as pesquisas de intenção de voto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já mencionou em mais de uma oportunidade a oposição à operação.

O tema está presente até mesmo no documento protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com as diretrizes de um eventual governo da chapa composta por Lula e Geraldo Alckmin.

Se você é uma das pessoas que até queria investir nas ações da Eletrobras, mas teme uma reestatização em um possível governo petista, saiba que a maior parte dos agentes do mercado não conta com isso — e as ações não devem embutir esse risco quase nulo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na opinião dos especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, a complexidade de se reverter a privatização teria um custo fiscal e político alto demais para que o tema seja tratado com prioridade no próximo mandato presidencial. 

Leia Também

Isso sem falar que os benefícios pretendidos pela nova gestão da Eletrobras — como boa administração de passivos, desinvestimentos e redução do endividamento — só seriam possíveis com a manutenção do modelo atual. 

Para essa matéria, o Seu Dinheiro consultou Rafael Passos, sócio-analista da Ajax Capital; Gustavo Fabrício, sócio e gestor da RPS Capital; Rodrigo Felli Paes de Barros, advogado da VBSO Advogados; e Diogo Lisbona, economista, especialista em energia elétrica e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV). 

Lula criticou privatização da Eletrobras

Ao longo do primeiro semestre, quando a oferta bilionária que marcou a saída do governo federal do bloco de controle da Eletrobras estava sendo finalizada, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva não poupou críticas ao projeto. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Lula, a venda da participação majoritária da União não é apenas um problema social, mas também de soberania dos recursos naturais geridos pela elétrica. 

Nas diretrizes apresentadas ao TSE, a campanha do petista se posiciona contra a tentativa de privatizar estatais e cita nominalmente a elétrica. No documento se lê:

“Opomo-nos à privatização da Eletrobras, maior empresa de geração de energia elétrica da América Latina, responsável por metade das linhas de transmissão do país. Precisamos recuperar seu papel como patrimônio do povo, preservando nossa soberania energética, e viabilizando programas como o Luz para Todos, que terá continuidade, e uma política sustentável de modicidade tarifária”

Apesar do posicionamento contundente, uma declaração recente do assessor econômico da campanha de Lula, Guilherme Mello, mostra que um eventual governo petista não deve ir com sede ao pote na tentativa de rever a privatização.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em participação no seminário do Conselho Federal de Economia no mês passado, em Brasília, Mello disse que não existe nenhum cálculo ou proposta com o intuito de recomprar a fatia vendida da Eletrobras.

“Acho que o governo segue como acionista importante e com isso tem espaço no canal de diálogo com essa empresa que tem um papel estratégico.”

Pautas mais urgentes

Procurada, a Eletrobras disse que não iria comentar o assunto por conta do momento político sensível. Mas o novo presidente da companhia, Wilson Ferreira Junior, já falou sobre o tema. 

Na entrevista coletiva concedida em razão do seu retorno ao comando da Eletrobras, Ferreira Junior declarou que seria mais interessante para o governo que a empresa operasse de forma eficiente e investindo no crescimento do Brasil, sem deixar de lado o grande custo que uma eventual reestatização teria aos cofres públicos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A figura do novo CEO, aliás, é mais uma razão que alimenta a confiança do mercado de que a pauta não deve ir para frente. Grande defensor da privatização e nome bem visto no mercado financeiro, o executivo já havia comandado a elétrica entre 2016 e 2021. Ferreira Junior também é creditado como o responsável pelas melhorias operacionais registradas pela ex-estatal.

Diogo Lisbona, economista e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), aponta que do ponto de vista estratégico a reestatização não faria sentido. Na visão dele, existem pautas mais urgentes a serem resolvidas dentro do setor elétrico e que devem ser capitaneadas pelo governo.

Ele cita, por exemplo, a necessidade de transformar a abundância de recursos naturais em uma vantagem competitiva do país e o aumento das tarifas acima da inflação nos últimos dez anos. “Qualquer governo terá que enfrentar isso e a retomada do controle estatal não ajudaria em nada.”

Para o especialista, outro ponto que merece destaque é que a liberalização do mercado elétrico brasileiro já está em curso e é incontornável. Esse processo deve beneficiar a ex-estatal, já que será possível rever a contratação de usinas, deixando de lado as térmicas e indo em direção ao futuro das fontes renováveis. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E se no passado a Eletrobras foi a espinha dorsal de grandes projetos de infraestrutura, esse papel deve ser cada vez mais difícil de ser desempenhado nos próximos anos devido aos desafios ambientais, sociais e políticos.

Ao invés disso, a companhia, mesmo com controle privado, pode ser uma grande aliada do governo no processo de transição energética do país. Uma função que ela só conseguirá desempenhar se fizer os investimentos corretos, de acordo com os especialistas. 

Mas e se Lula quiser reestatizar a Eletrobras?

A campanha de Lula não respondeu ao pedido de posição da reportagem do Seu Dinheiro para comentar sobre o futuro da Eletrobras. Mas supondo que o petista queira levar adiante a reestatização de qualquer jeito caso seja eleito, isso seria possível?

Em tese, o próximo governo pode, sim, seguir em frente e reverter a capitalização. A questão é que esse não é um processo nem um pouco simples. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Primeiro, seria preciso acionar o Congresso e passar uma nova lei autorizando a União a comprar os 10% de capital da Eletrobras necessários para que a União retome o controle. E é justamente aí que começam os problemas. 

Existe uma preocupação com a instabilidade da segurança jurídica. Mas para Rafael Passos, da Ajax Capital, a chave está na composição do Congresso eleito no primeiro turno das eleições.

Com 70% das cadeiras na mão da centro-direita, as microrreformas feitas durante os governos Temer e Bolsonaro dificilmente serão desfeitas — e isso inclui a maior privatização feita pela gestão de Jair Bolsonaro. 

Lisbona, da FGV, também aponta que a própria existência de um segundo turno das eleições presidenciais limita ainda mais a sobrevida da pauta, já que o Partido dos Trabalhadores (PT) se vê obrigado a costurar mais alianças alinhadas ao centro. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veneno ou antídoto?

Agora, supondo que o próximo governo consiga mesmo assim aprovar uma lei no Congresso, o segundo obstáculo seria fiscal. Isso porque o novo estatuto da Eletrobras criou mecanismos que dificultam que a empresa esteja na mão de um único bloco controlador. 

As novas regras incluem uma pílula de veneno (poison pill), um mecanismo criado para dificultar ofertas de aquisição. 

Com isso, o investidor ou grupo de investidores que acumular mais de 30% das ações ordinárias por um período superior a 120 dias será obrigado a apresentar uma oferta pública para comprar todas as ações ordinárias, com o preço mínimo sendo 100% acima da maior cotação atingida de 504 pregões. 

Já para aqueles que ultrapassarem a casa de 50% das ações ordinárias por mais de 120 dias, a oferta pública para adquirir o restante das ações deve ser de, no mínimo, 200% acima da maior cotação dos últimos dois anos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja, o governo precisaria desembolsar pelo menos R$ 100 bilhões para a empreitada — um valor sensível para um país que ainda tenta administrar as contas públicas após a herança da pandemia do coronavírus. 

Mas nada é escrito em pedra. Rodrigo Felli Paes de Barros, advogado da VBSO Advogados, lembra que, embora a “poison pill” tente impedir a concentração de poder na mão de um único acionista, nada impede que ainda assim o estatuto seja mudado para abarcar outras ofertas.

“É um indicador de valor, mas se tiver estudos e laudos dizendo que não faz sentido e que se trata de uma avaliação precipitada, as coisas podem mudar. Se você tem maioria para aprovar, você tem para alterar também.” 

Vale lembrar que o governo conta ainda com uma “golden share”, ação que confere direitos especiais ao detentor. Esse mecanismo foi criado justamente para que a União tenha condições de barrar eventuais mudanças no controle da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na prática, porém, a União não pode alterar os artigos que preveem o valor mínimo para uma eventual reestatização com base apenas na golden share, de acordo com o advogado.

Isso significa que qualquer mudança das condições de uma oferta pública de ações (OPA) para alterar o controle da Eletrobras (artigos 11 e 12 do estatuto social) precisaria passar por uma assembleia de acionistas.

A fronteira final

Então, se mesmo assim a União insistir em seguir adiante, ainda existe um terceiro obstáculo, que é justamente a aprovação dos demais acionistas da Eletrobras. 

Nada garante que a proposta feita será aceita — e não estamos falando apenas de preço. A visão que o mercado tem para a Eletrobras privatizada também está em jogo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao longo do processo de privatização, o discurso de defesa da operação esteve pautado nos ganhos que a empresa teria ao sair do modelo estatal. Entre eles, a maior eficiência na gestão de passivos, corte de custos e investimentos mais eficientes. Na visão do mercado, devolver a companhia para o controle estatal seria retornar à estaca zero. 

A União poderia, então, tentar aplicar um “tapetão”, ou seja recorrer às letras miúdas e tentar mudar o estatuto. Ainda assim, os especialistas acham pouco provável que surtisse algum efeito.

Gustavo Fabrício, sócio e gestor da RPS Capital, lembra que o mercado, ou seja, investidores institucionais e qualificados, possuem a maioria dos votos para barrar uma eventual mudança de estatuto. “Mudar o texto vai contra eles, né? Do contrário, voltaríamos a ter a Eletrobras do passado que gerava prejuízos bilionários, queimava caixa e era muito alavancada.”

Mas não são apenas os “tubarões” do mercado que o governo pode contrariar. A Eletrobras conta hoje com 370 mil trabalhadores que usaram parte do saldo do FGTS para investir na oferta de ações. Ou seja, uma eventual reestatização pode contrariar diretamente os interesses das pessoas que usaram suas economias para virar acionistas da empresa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Eletrobras: comprar ou não comprar?

Embora a reestatização pareça improvável, o governo ainda pode ser uma pedra no sapato da Eletrobras. Isso porque a empresa pode ter dificuldades ao negociar com o governo alguns passivos.

Hoje, a companhia tem cerca de R$ 20 bilhões em contratos a serem renegociados, o que obrigatoriamente passa pela jurisprudência da Justiça Federal. Portanto, se você quiser investir ou tem ações da Eletrobras, um eventual risco político deve estar mais relacionado a esses “esqueletos” presentes no balanço da companhia do que uma eventual reestatização.

Agora, e do ponto de vista de preços, será que vale a pena investir na companhia? As ações da Eletrobras (ELET3) ainda não engrenaram desde a privatização e registram alta modesta, de 4,5%.

Mas pelo menos na visão dos analistas que cobrem a companhia, os papéis podem muito mais. A Eletrobras conta com nove recomendações de compra e nenhuma de manutenção ou venda, de acordo com dados da plataforma Trademap.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A mediana do preço-alvo está em R$ 66,50, o que representa um potencial de valorização da ordem de 50% em relação às cotações atuais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
AS 10 MAIS

Cogna (COGN3), Cury (CURY3), Axia (AXIA3) e mais: o que levou as 10 ações mais valorizadas do Ibovespa em 2025 a ganhos de mais de 80%

31 de dezembro de 2025 - 6:13

Com alta de mais de 30% no Ibovespa no ano, há alguns papéis que cintilam ainda mais forte. Entre eles, estão empresas de educação, construção e energia

E PARTE AINDA NÃO FOI PAGA

R$ 90 bilhões em dividendos, JCP e mais: quase 60 empresas fazem chover proventos às vésperas da taxação

30 de dezembro de 2025 - 16:59

Um levantamento do Seu Dinheiro mostrou que 56 empresas anunciaram algum tipo de provento para os investidores com a tributação batendo à porta. No total, foram R$ 91,82 bilhões anunciados desde o dia 1 deste mês até esta data

ENDIVIDADA

Braskem (BRKM5) é rebaixada mais uma vez: entenda a decisão da Fitch de cortar o rating da companhia para CC

30 de dezembro de 2025 - 16:15

Na avaliação da Fitch, a Braskem precisa manter o acesso a financiamento por meio de bancos ou mercados de capitais para evitar uma reestruturação

CASO MASTER

S&P retira ratings de crédito do BRB (BSLI3) em meio a incertezas sobre investigação do Banco Master

30 de dezembro de 2025 - 14:41

Movimento foi feito a pedido da própria instituição e se segue a outros rebaixamentos e retiradas de notas de crédito de agências de classificação de risco

CRISE NA ESTATAL

Correios precisam de R$ 20 bilhões para fechar as contas, mas ainda faltam R$ 8 bilhões — e valor pode vir do Tesouro

30 de dezembro de 2025 - 13:00

Estatal assinou contrato de empréstimo de R$ 12 bilhões com cinco bancos, mas nova captação ainda não está em negociação, disse o presidente

VAI PINGAR NA CONTA

Moura Dubeux (MDNE3) anuncia R$ 351 milhões em dividendos com pagamento em sete parcelas; veja como receber

30 de dezembro de 2025 - 12:25

Cerca de R$ 59 milhões serão pagos como dividendos intermediários e mais R$ 292 milhões serão distribuídos a título de dividendos intercalares

INGERÊNCIA POLÍTICA?

Tupy (TUPY3) convoca assembleia para discutir eleição de membros do Conselho em meio a críticas à indicação de ministro de Lula

30 de dezembro de 2025 - 11:32

Assembleia Geral Extraordinária debaterá mudanças no Estatuto Social da Tupy e eleição de membros dos conselhos de administração e fiscal

NEGÓCIOS DAS MULHERES

Fundadora da Rede Mulher Empreendedora, Ana Fontes já impactou mais de 15 milhões de pessoas — e agora quer conceder crédito 

30 de dezembro de 2025 - 6:00

Rede Mulher Empreendedora (RME) completou 15 anos de atuação em 2025

RETORNO AO ACIONISTA

Localiza (RENT3) e outras empresas anunciam aumento de capital e bonificação em ações, mas locadora lança mão de ações PN temporárias

29 de dezembro de 2025 - 20:16

Medidas antecipam retorno aos acionistas antes de entrada em vigor da tributação sobre dividendos; Localiza opta por caminho semelhante ao da Axia Energia, ex-Eletrobras

INFORMAÇÃO FALSA

CVM inicia julgamento de ex-diretor do IRB (IRBR3) por rumor sobre investimento da Berkshire Hathaway

29 de dezembro de 2025 - 19:07

Processo surgiu a partir da divulgação da falsa informação de que empresa de Warren Buffett deteria participação na resseguradora após revelação de fraude no balanço

A RESPOSTA VEIO

Caso Banco Master: Banco Central responde ao TCU sobre questionamento que aponta ‘precipitação’ em liquidar instituição

29 de dezembro de 2025 - 18:40

Tribunal havia dado 72 horas para a autarquia se manifestar por ter optado por intervenção em vez de soluções de mercado para o banco de Daniel Vorcaro

MAIS FRANGO NO PRATO

Com carne cara e maior produção, 2026 será o ano do frango, diz Santander; veja o que isso significa para as ações da JBS (JBSS32) e MBRF (MBRF3)

29 de dezembro de 2025 - 16:15

A oferta de frango está prestes a crescer, e o preço elevado da carne bovina impulsiona as vendas da ave

VISÃO OTIMISTA

Smart Fit (SMFT3) lucrou 40% em 2025, e pode ir além em 2026; entenda a recomendação de compra do Itaú BBA

29 de dezembro de 2025 - 15:02

Itaú BBA vê geração de caixa elevada, controle de custos e potencial de crescimento em 2026; preço-alvo para SMFT3 é de R$ 33

FINANCIAMENTO APROVADO

CSN (CSNA3) terá modernização de usina em Volta Redonda ‘reembolsada’ pelo BNDES com linha de crédito de R$ 1,13 bilhão

29 de dezembro de 2025 - 13:49

Banco de fomento anunciou a aprovação de um empréstimo para a siderúrgica, que pagará por adequações feitas em fábrica da cidade fluminense

PODE ISSO, JUIZ?

De dividendos a ações resgatáveis: as estratégias das empresas para driblar a tributação são seguras e legais?

29 de dezembro de 2025 - 13:11

Formatos criativos de remuneração ao acionista ganham força para 2026, mas podem entrar na mira tributária do governo

REESTRUTURAÇÃO

Grupo Toky (TOKY3) mexe no coração da dívida e busca virar o jogo em acordo com a SPX — mas o preço é a diluição

29 de dezembro de 2025 - 11:03

Acordo prevê conversão de debêntures em ações, travas para venda em bolsa e corte de até R$ 227 milhões em dívidas

RETROSPECTIVA FINANCEIRA

O ano do Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4), Banco do Brasil (BBAS3) e Santander (SANB11): como cada banco terminou 2025

29 de dezembro de 2025 - 6:16

Os balanços até setembro revelam trajetórias muito diferentes entre os gigantes do setor financeiro; saiba quem conseguiu navegar bem pelo cenário adverso — e quem ficou à deriva

O ANO DA VIRADA (DE NOVO)

A derrocada da Ambipar (AMBP3) em 2025: a história por trás da crise que derrubou uma das ações mais quentes da bolsa

28 de dezembro de 2025 - 17:56

Uma disparada histórica, compras controversas de ações, questionamentos da CVM e uma crise de liquidez que levou à recuperação judicial: veja a retrospectiva do ano da Ambipar

ROTA DE LONGO PRAZO

Embraer (EMBR3) ainda pode ir além: a aposta ‘silenciosa’ da fabricante de aviões em um mercado de 1,5 bilhão de pessoas

28 de dezembro de 2025 - 15:34

O BTG Pactual avalia que a Índia pode adicionar bilhões ao backlog — e ainda está fora do radar de muitos investidores

APÓS A POLÊMICA LIQUIDAÇÃO

O dia em que o caso do Banco Master será confrontado no STF: o que esperar da acareação que coloca as decisões do Banco Central na mira

28 de dezembro de 2025 - 9:41

A audiência discutirá supervisão bancária, segurança jurídica e a decisão que levou à liquidação do Banco Master. Entenda o que está em jogo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar