🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Dois celulares, uma marca

iPhone vs. iphone: entenda como a Gradiente (IGBR3) foi ao STF para tentar um pedaço da maçã da Apple

Numa briga com a Apple pelo uso da marca iPhone, a Gradiente (IGBR3) conseguiu que seu recurso seja julgado pelo Supremo. Entenda a briga

Victor Aguiar
Victor Aguiar
22 de março de 2022
15:24 - atualizado às 18:49
Montagem comparando um iphone da Gradiente (IGBR3), à esquerda, e um iPhone da Apple (AAPL34), à direita
Imagem: Montagem Brenda Silva / Seu Dinheiro

"Hoje, a Apple (AAPL34) vai reinventar o telefone". A frase, dita por Steve Jobs em 9 de janeiro de 2007, mostrou-se profética: ao apresentar a primeira versão do iPhone, a empresa da maçã realmente revolucionou as telecomunicações, dando início à era do smartphone. Mas, enquanto o mundo voltava os olhos ao vale do Silício, uma companhia da Zona Franca de Manaus observava tudo com desconfiança — a Gradiente (IGBR3).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Afinal, sete anos antes de a Apple mostrar ao mundo o seu aparelho, a empresa brasileira já tinha registrado o termo "iphone" (em letras minúsculas) no Instituto Nacional da Propriedade Industrial. E, sendo assim, a Apple precisaria pagar pelo uso da marca por aqui, já que a Gradiente também batizou sua linha de telefones com esse nome.

Pode parecer um caso absurdo à primeira vista, mas saiba que ele não é inédito: ainda em 2007, a companhia de Steve Jobs precisou fazer um acordo nos EUA para usar a marca, uma vez que ela tinha sido registrada pela Cisco. Em 2012, no México, uma empresa chamada 'iFone' foi à Justiça com uma tese semelhante à da Gradiente e saiu vencedora.

Pois a Gradiente tem motivos para acreditar que essa batalha a la Davi versus Golias poderá pender para o seu lado. Após ser derrotada nas instâncias inferiores, a empresa recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) — e, por unanimidade, os ministros decidiram que o caso tem fundamento e, portanto, será analisado pela Corte.

O imbróglio judicial com a Apple é quase uma questão de vida ou morte para a Gradiente, que está em recuperação judicial desde 2018. Uma eventual vitória nos tribunais e um possível acordo com a gigante americana significaria uma injeção de recursos no caixa da companhia, resgatando-a da beira da falência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A notícia de que o caso será julgado pelo STF faz as ações da Gradiente operarem em alta nesta terça-feira (22). Por volta de 13h, os papéis IGBR3 avançavam 3,41%, a R$ 51,00, nas máximas em 2022 — desde o começo do ano, os ativos da companhia na B3 quase dobraram de valor.

Leia Também

Ainda assim, é importante lembrar que a briga está longe de uma decisão: ainda não há data para o julgamento no Supremo, e o fato de o recurso ter sido aceito não quer dizer que a vitória na instância máxima da Justiça brasileira esteja garantida. De qualquer forma, é um sinal animador para a Gradiente.

  • IMPORTANTE: liberamos um guia gratuito com tudo que você precisa para declarar o Imposto de Renda 2022; acesse pelo link da bio do nosso Instagram e aproveite para nos seguir. Basta clicar aqui

Gradiente vs. Apple: uma longa (e improvável) polêmica

Como é possível que a Gradiente (IGBR3) — e outras empresas do mundo, como dito acima — tenha registrado o termo 'iphone' e suas variantes antes de a Apple lançar o seu aparelho?

Bem, o xis da questão é o caráter genérico do nome: 'iphone' nada mais é que uma junção entre as palavras "internet" e "phone" (telefone, em inglês). Portanto, sob o ponto de vista linguístico, qualquer aparelho que faça ligações telefônicas e possua conexão à internet poderia receber esse nome.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja: a Cisco, a Gradiente e a iFone do México não se aproveitaram da explosão em popularidade do iPhone da Apple, correndo para registrar o nome antes que a empresa da maçã o fizesse. Por incrível que pareça, é só uma espécie de estranha coincidência, fruto da abrangência do termo — mas que, obviamente, abre uma brecha jurídica quanto ao uso da marca.

É um caso mais ou menos parecido com o da Xerox, do cotonete ou do jet ski: há outros fabricantes de máquinas de fotocópia, há outros players no mercado de hastes flexíveis e há outros nomes no segmento de motos aquáticas. Mas a Xerox, o cotonete da J&J e o jet ski da Kawasaki tornaram-se sinônimos desses produtos no imaginário coletivo.

O iPhone da Apple foi pelo mesmo caminho, mas com o agravante de que o termo era genérico a ponto de já ter sido registrado por outras empresas, em diversos lugares do mundo.

Seja como for, a companhia brasileira continuou lançando os seus próprios iphones, em paralelo à empresa da maçã. É difícil traçar um histórico da linha de telefones da Gradiente — o próprio site da companhia não traz informações nesse sentido —, mas há registros espalhados pela internet.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma matéria do jornal O Estado de S. Paulo em abril de 2000 já fazia menção a um aparelho da Gradiente batizado de 'iphone'. O último telefone da empresa com esse nome, aparentemente, foi o C600, lançado em outubro de 2013: um smartphone que, ironicamente, usava o sistema operacional Android e contava com 8 GB de armazenamento interno, além de câmera com 13 megapixels de definição.

Apenas um mês antes, a Apple lançou o seu iPhone 5S, com até 64 GB de armazenamento e câmera de 8 MP — a versão mais completa chegou ao mercado brasileiro ao valor de R$ 3.600. O iphone C600 da Gradiente, por sua vez, estreou nas lojas com o preço sugerido de R$ 1.400.

Peça publicitária do iphone C600, da Gradiente (IGBR3). Do lado esquerdo, aparece o aparelho, na cor preta; do lado direito, um texto falando sobre o aparelho em si
Fonte: site Geek Publicitário

O calvário da Gradiente

A Gradiente é controlada pela IGB Eletrônica — daí o código de suas ações ser IGBR3. E, por mais que tente se manter no mercado, a situação do grupo não é nada animadora, tanto no lado financeiro quanto no operacional.

No primeiro semestre de 2021, por exemplo, a empresa teve receita líquida de R$ 2,8 milhões, alta de 13% em um ano. Pode não parecer o pior dos mundos, mas vale ressaltar que, atualmente, a maior parte dessa cifra se deve à locação e administração de imóveis em seu parque industrial, na Zona Franca de Manaus.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja: a venda de produtos rende pouco — e, com a pandemia de Covid-19, os custos operacionais das instalações fabris dispararam. Como resultado, a IGB/Gradiente teve prejuízo líquido de R$ 37,4 milhões no período em questão, uma perda 23% maior que a registrada nos primeiros seis meses de 2020.

A coisa fica ainda pior quando olhamos para o lado do endividamento. Em junho de 2021, a empresa tinha compromissos da ordem de R$ 524 milhões com seus credores; dívidas com bancos e com fornecedores são o grosso desse montante.

Isso, no entanto, não quer dizer que a companhia esteja apostando todas as suas fichas num parecer favorável do STF no caso do iPhone. Em fevereiro de 2021, a IGB/Gradiente conseguiu avançar com o seu plano de recuperação judicial, vendendo parte de seus ativos ao BTG Pactual por R$ 120 milhões e ganhando fôlego na relação com os credores.

E o que exatamente poderia interessar ao BTG? Bem, o alvo da compra foi a RJS, uma unidade da IGB que se dedica "à industrialização de produtos que fazem uso de realidade aumentada e realidade virtual", além de outros itens mais ligados à alta tecnologia e à automação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dadas as condições operacionais e financeiras da empresa, parece improvável que um óculos para acesso ao Metaverso estivesse sendo produzido na Zona Franca de Manaus; mas, de qualquer maneira, a tecnologia e a expertise — e, talvez, o volume da dívida — foram suficientes para atrair o BTG.

Mais um detalhe insólito numa história cheia de particularidades.

Gradiente (IGBR3): uma mordida na maçã

Dito tudo isso, fato é que os papéis da Gradiente (IGBR3) estão nas máximas do ano, e isso numa época não tão animadora para o mercado de ações. Ainda assim, vale fazer algumas ponderações — veja o gráfico abaixo:

Repare que as ações da companhia passaram bastante tempo ao redor do patamar de R$ 20 — a cada novidade jurídica mais favorável à empresa, os ativos reagiam positivamente; a cada derrota na Justiça, os papéis recuavam. Há, no entanto, uma enorme distorção a partir do segundo semestre de 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A disparada nas cotações de IGBR3 ocorreu em paralelo à venda dos ativos ao BTG Pactual; o processo foi anunciado em novembro de 2020, sendo concluído em fevereiro de 2021 — e foi justamente nesse mês que as ações chegaram ao pico histórico, ao redor de R$ 180.

Esse movimento salta aos olhos, especialmente quando levamos em conta que a Gradiente ainda estava em recuperação judicial e que, portanto, suas ações carregavam um alto risco. Quem se posicionou nos papéis nessa época, apostava numa resolução rápida entre a empresa e seus credores, o que não se verificou.

Pouco menos de um ano após a máxima histórica, as ações IGBR3 voltaram a ser negociadas abaixo dos R$ 20. E, agora, com o avanço do caso no STF, os papéis novamente dão sinal de vida, embora a própria companhia admita que não há nenhuma garantia de que a decisão do Supremo lhe será favorável.

E, mesmo num cenário em que a empresa brasileira saia vitoriosa, ainda restaria a dúvida: que tipo de acordo seria firmado com a Apple? A gigante americana pagaria para usar a marca iPhone a partir de agora, ou há um cálculo retroativo a ser considerado? Há indenizações a serem quitadas? É possível que a empresa da maçã firme uma parceria operacional com a IGB?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar, afinal, que estamos falando de duas companhias brutalmente diferentes em termos de escala: apenas no último trimestre de 2021, a Apple teve uma receita líquida de US$ 124 bilhões; apenas as vendas de iPhones no mundo somaram US$ 71,6 bilhões no período em questão.

A IGB/Gradiente tem um valor de mercado de R$ 61,6 milhões, o que equivale a cerca de US$ 12,4 milhões, no câmbio atual. A Apple tem um market cap de US$ 2,76 trilhões e ocupa o posto de empresa mais valiosa do mundo.

O que resta?

Se a maior parte da receita líquida da Gradiente vem da locação de imóveis, o que resta no lado da venda de produtos? Uma visita à loja online da empresa nos mostra que, de fato, não há muito a ser comprado — atualmente, a Gradiente tem foco em aparelhos sonoros: caixas, mini systems, torres de áudio e outros dispositivos do tipo.

E os celulares?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bem, não há mais nenhum iphone a venda na loja da Gradiente; o site conta apenas com o modelo Neo S, em duas cores diferentes, a R$ 379. Enquanto isso, a Apple lançou o iPhone 13 no ano passado — o modelo Pro Max, o mais avançado, passa dos R$ 13 mil em algumas lojas.

Print da loja online da Gradiente (IGBR3), mostrando os dois únicos aparelhos de celular à venda
Os dois únicos aparelhos de celular que ainda são vendidos na loja online da Gradiente (IGBR3)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
QUER SAIR DO BURACO

Dona de Jeep e Fiat em apuros: Stellantis despenca na bolsa após suspender dividendos e fechar 2025 no prejuízo

6 de fevereiro de 2026 - 16:45

Para 2026, a gigante automobilística busca um aumento na receita líquida e na margem ajustada de lucro operacional; UBS diz se a ação ainda vale a pena

O QUE ESPERAR DOS BALANÇOS

As coisas não devem melhorar tão cedo para a Raízen (RAIZ4); XP vê apenas uma ação para comprar no setor

6 de fevereiro de 2026 - 16:00

Às vésperas dos resultados da safra 2025/2026 (3T26), a corretora rebaixou a Raízen e manteve cautela com o setor sucroenergético, por isso, a aposta do segmento veio com ressalvas

Tecnologia

iPhone 17e já tem data de lançamento prevista; veja quando ele chega e quanto deve custar

6 de fevereiro de 2026 - 15:06

De acordo com vazamentos de sites especializados, a versão mais acessível do iPhone 17 deve ser lançada ainda no mês de fevereiro.

CAIXA REFORÇADO

Movida (MOVI3) levanta R$ 3,5 bilhões com ajuda do Banco Mundial e encerra gestão das dívidas de 2026

6 de fevereiro de 2026 - 12:59

Locadora diz ter alcançado os melhores níveis de alavancagem, custo e prazo médio da dívida em três anos

GANHOS E COMPRAS

Petrobras (PETR4) volta à África com compra de bloco exploratório, e recebe R$ 1,65 bilhão após alta do petróleo; entenda os detalhes

6 de fevereiro de 2026 - 12:05

Apesar dos anúncios, as ações da petroleira operam perto da estabilidade, acompanhando o movimento do petróleo no mercado externo

O RITMO DA RECUPERAÇÃO

“Não temos medo de desafio”, afirma CEO do Bradesco (BBDC4) enquanto ação cai na bolsa — e avisa: guidance para 2026 não mudará

6 de fevereiro de 2026 - 11:44

Marcelo Noronha sustenta a estratégia step by step e afirma que acelerar agora pode custar caro no futuro. Veja o que disse o executivo.

MUDANÇA DE ESTAÇÃO

C&A (CEAB3) vira ação preferida do JP Morgan no setor de moda; veja por que investir e qual a recomendação para Renner (LREN3) e Riachuelo (RIAA3)

6 de fevereiro de 2026 - 10:45

O banco iniciou a cobertura da C&A e da Riachuelo, com recomendação de compra para ambas. Veja abaixo o potencial de alta nas ações das varejistas de moda

TRÊS PEDIDOS DIFERENTES

R$ 2 bilhões ‘a menos’ para a Vale (VALE3)? Autoridades querem bloqueio de patrimônio depois de extravasamentos em Minas Gerais

6 de fevereiro de 2026 - 10:07

Ações do MPF, do governo de Minas e do MP estadual miram episódios nas unidades de Fábrica e Viga, em Ouro Preto e Congonhas

REAÇÃO AO RESULTADO

“Mercado cobra mais do que os chefes”, diz CEO do Bradesco (BBDC4). Por que ação apanha após o balanço do 4T25?

6 de fevereiro de 2026 - 9:44

Mesmo depois de resultados dentro do esperado no quarto trimestre de 2025, os investidores reagiram negativamente à divulgação; entenda o movimento

RESULTADO

Bradesco (BBDC4) vai sair do modo defensivo? ROE supera o custo de capital pela primeira vez na retomada — mas mercado cobra mais

5 de fevereiro de 2026 - 18:47

Lucro cresce pelo oitavo trimestre seguido e ROE supera o custo de capital, mas ADRs caem em Wall Street; veja os destaques do balanço

SEM MAJESTADE

Rio Tinto desiste de fusão com Glencore e Vale (VALE3) mantém trono do minério

5 de fevereiro de 2026 - 17:40

Megafusão de mais de US$ 260 bilhões sai de cena após empresas não conseguirem chegar a um acordo que beneficiasse os acionistas

DESTAQUES DA BOLSA

Braskem (BRKM5) tomba mais de 4% na B3 com operação no México em apuros. O que está por trás da queda das ações hoje?

5 de fevereiro de 2026 - 17:07

Rumores de um possível pedido de Chapter 11 da Braskem Idesa, petroquímica mexicana controlada pela companhia, pressionam as ações hoje

Empresas

Spotify fecha parceria para bater de frente com a Amazon na venda de livros físicos

5 de fevereiro de 2026 - 16:54

Spotify anuncia parceria com a Bookshop.org para vender livros físicos em seu aplicativo.

TECNOLOGIA POSTA À PROVA

Quem tem medo da IA? Queda da Totvs (TOTS3) pode ser oportunidade para comprar ação com desconto, dizem Safra e Itaú BBA

5 de fevereiro de 2026 - 16:35

Uma única ferramenta derrubou as ações da Totvs (TOTS3) em cerca de 20% em dois dias. Investidores venderam a ação em meio a temores de que o avanço da inteligência artificial tire espaço dos programas da empresa de tecnologia brasileira. No entanto, segundo o Itaú BBA e o Safra, a queda pode ser uma oportunidade […]

TECNOLOGIA PARA NEGÓCIOS

Frontier: OpenAI lança plataforma para ser ‘funcionário artificial’ nas empresas

5 de fevereiro de 2026 - 15:45

Segundo a empresa dona do ChatGPT, a tecnologia será capaz de executar tarefas reais do dia a dia, indo além de testes isolados

MUDANÇA DE COMANDO

B100 propõe OPA para adquirir ações da Ciabrasf (ADMF3), antiga Reag; veja quanto será pago por ação

5 de fevereiro de 2026 - 14:55

A Ciabrasf ficou conhecida no mercado como a provedora de serviços fiduciários da antiga Reag Capital, alvo de operações da PF no ano passado

DANÇA DAS CADEIRAS

Em recuperação judicial, AgroGalaxy (AGXY3) ‘volta atrás’ e muda o comando; veja quem ocupa as cadeiras de CEO e CFO

5 de fevereiro de 2026 - 12:50

Trocas no alto escalão ocorrem menos de dois meses após o conselho reafirmar a atual gestão; conselho e diretoria também passaram por mudanças

Robôs humanoides

Optimus: Por que a Tesla de Elon Musk encerrou a produção de carros de luxo para focar em um robô

5 de fevereiro de 2026 - 12:30

A Tesla, de Elon Musk, encerrou a produção dos modelos S e X para focar em robôs humanoides.

REAÇÃO AO BALANÇO

O Itaú segue elevando o sarrafo — mas ITUB4 ainda tem fôlego para subir na bolsa? Veja a aposta dos analistas

5 de fevereiro de 2026 - 11:37

Margens resilientes, ROE elevado e disciplina de custos sustentam o Itaú no topo. Mas ainda há espaço para upside nos múltiplos?

COM A PALAVRA, O CEO

“Queremos evitar que a sociedade sofra”, diz CEO do Itaú (ITUB4) sobre crise do Banco Master e rombo no FGC

5 de fevereiro de 2026 - 11:20

Em coletiva com jornalistas sobre o balanço do quarto trimestre, Milton Maluhy Filho afirma que o sistema terá de pagar a conta — e critica plataformas que empurraram risco ao investidor

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar