🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

TENDÊNCIA DE INVESTIMENTO

Por que a Microsoft e outras gigantes de tecnologia estão desembolsando bilhões para investir no setor de games

Os “chefões” desse mercado, como Microsoft e Sony, desembolsaram bilhões em aquisições estratégicas de estúdios de criação de jogos, mas agora contam com a concorrência de outras big techs

Camille Lima
Camille Lima
18 de outubro de 2022
7:10 - atualizado às 19:30
Jogos, games, videogame, controle, console
Imagem: Pixabay

Barata, com diversas opções no mercado e com potencial de se tornar uma grande tendência de investimento para os próximos anos: a indústria de games está extremamente atrativa — e não apenas para os investidores que desejam correr um pouco mais de risco em busca de retornos mais atrativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os “chefões” desse mercado, como Microsoft e Sony, desembolsaram bilhões em aquisições estratégicas de estúdios de criação de jogos para “passar de fase” e manter o domínio sobre os concorrentes. Essa estratégia acontece em um momento em que o setor atrai a atenção de outros jogadores — mais especificamente, as chamadas “big techs”.

Entre os novos competidores dessa arena estão gigantes como Amazon e Netflix. Essas empresas estão de olho nas tendências para esse mercado, incluindo a popularização dos games pelo celular. 

“Cada vez mais, vemos empresas se voltando para o mercado de games e interessados nesta indústria. Os caras que são do setor estão aproveitando esse momento para investir, e os caras que não são do setor, também”, disse William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue Securities.

Leia também:

Grandes compras no setor de games

Dona do Xbox, a Microsoft fez a principal jogada do ano com a compra da Activision Blizzard (ATVI), criadora de jogos como o Call of Duty e Candy Crush, por US$ 68,7 bilhões em janeiro deste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Microsoft, aliás, tem “experiência” em aquisições bilionárias na indústria de games. Antes da Activision Blizzard, a companhia desembolsou US$ 7,5 bilhões em 2020 pela ZeniMax Media — dona da desenvolvedora de jogos Bethesda Softworks, que criou franquias como The Elder Scrolls, Fallout e Doom.

Leia Também

Porém, a gigante da tecnologia não foi a única a partir para as compras. No começo de 2022, a arquirrival Sony, fabricante do PlayStation, também fortaleceu sua presença no setor ao adquirir o estúdio Bungie, responsável por jogos como Destiny e Halo, por US$ 3,6 bilhões.

Mas não são apenas as donas de consoles as responsáveis por aquisições bilionárias no mundo dos games. 

A Take-Two Interactive — dona de estúdios como a Rockstar, que produz o Grand Theft Auto (GTA) e o Red Dead Redemption — chamou a atenção do mercado ao pagar US$ 12,7 bilhões pela Zynga, dona de jogos como FarmVille, CSR Racing e Harry Potter: Puzzles & Spells

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E essa arena começa a ser povoada por outros nomes que por enquanto correm por fora, mas devem acirrar a competição no mercado.

A gigante do varejo Amazon gasta cerca de US$ 500 milhões por ano em sua divisão de games Amazon Game Studios, segundo dados da Bloomberg.

Até mesmo a Netflix aposta na oferta de jogos na plataforma para se diferenciar na dura concorrência no streaming.

Por que as gigantes do mercado estão investindo pesado no setor de jogos?

Mas por que empresas de diversos setores estão investindo tão pesado e desembolsando tanto dinheiro para fechar aquisições de estúdios e produtoras de games?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o especialista da Avenue, um dos motivos é a falta de “expertise” das gigantes de tecnologia no segmento de jogos e a possibilidade de sinergias com as aquisições. 

“É muito mais fácil comprar alguma coisa pronta, sem precisar criar do zero. Em vez de testar coisas que não sabe se vai dar certo, você compra aquilo que já está funcionando. Cria uma nova vertente de geração de caixa, diversifica negócios e ainda tem a possibilidade de uma intersecção de business”, disse o estrategista. 

Outro ponto citado por Castro Alves é o valor de mercado das empresas de jogos, que sofreu uma forte queda com a reabertura da economia no pós-pandemia e a crise no setor de tecnologia com a alta dos juros e da inflação pelo mundo.

Mas existe outro contexto que motivou os movimentos das gigantes da tecnologia dentro do setor de jogos — e seria a raiz dessa tendência de investimentos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para entender a conjuntura, porém, é preciso antes voltar um pouco para compreender as mudanças da política de privacidade da Apple e seus efeitos no setor de tecnologia.

O efeito da Apple

A pauta “cibersegurança” tornou-se cada vez mais presente nas discussões atuais. Afinal, em um momento em que grande parte das coisas são feitas de forma digital e que os ataques hackers parecem só aumentar, as companhias estão estreitando as paredes de segurança. 

Uma delas é a empresa da maçã. No ano passado, a fabricante de iPhones decidiu alterar sua política de privacidade, chamada de Ad Tracking Transparency.

Todo aparelho da Apple conta com um identificador único, chamado IDFA. É essa sequência de letras e números que identifica um iPhone, por exemplo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para a Apple, os dados dos usuários são pouco relevantes. Afinal, a companhia tem a maior parte de sua receita vinda da venda de hardware. Ou seja, iPads, AirMacs, iPods, entre outros. 

Porém, para empresas que veiculam anúncios, como é o caso do Facebook, essas informações eram fundamentais. Com estes dados, a empresa de Mark Zuckerberg poderia identificar um dispositivo e vincular todos os dados e registros de comportamentos a ele. 

A mudança na política da Apple encerrou o compartilhamento automático de dados e do IDFA com terceiros. Desse modo, cada usuário do iPhone pode escolher quais aplicativos terão permissão para rastrear seu comportamento em outras plataformas. 

Em resumo: a Apple “protegeu” a privacidade de seus usuários, mas empresas como o Facebook perderam a capacidade de criar anúncios direcionados aos interesses de cada usuário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E o que isso significa para as empresas de games?

Quem mais sofreu com essa mudança da Apple foram as desenvolvedoras de jogos de menor porte, de acordo com Richard Camargo, analista da Empiricus Investimentos. 

Isso porque o real desafio para um estúdio pequeno vai além da produção do videogame em si.

“Eu posso ter criado o jogo mais legal, mas existem vários outros aplicativos parecidos na loja digital, e as pessoas não sabem que o meu é o melhor. Então, eu preciso gerar marketing para que as pessoas baixem o meu game e, depois, gastem dentro desse jogo”, afirma.

Antes, o Facebook fazia essa ponte entre as empresas de jogos e os players, com anúncios otimizados que geravam o “clique” dos usuários.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agora, com as novas regras da Apple, o cenário ficou mais difícil para as pequenas produtoras de jogos. Então, essas empresas independentes decidiram buscar novas alianças — o que casou muito bem com os interesses das big techs.

Isso porque, desse modo, as gigantes da tecnologia conseguem expandir seus portfólios e aumentar a presença em segmentos lucrativos do mercado de jogos, como o de games mobile.

“Para o cara que está fazendo games, é muito mais difícil navegar sozinho. Então, ele é alvo de aquisição óbvia para os grandes players, porque o negócio é do interesse dos dois, uma vez que eles possuem os dados para gerar retorno para os produtores dos jogos”, diz Camargo.

Na visão do estrategista da Avenue, William Castro Alves, os investimentos no setor de videogames são tão intensos que a tendência é vermos uma transformação dos players do mercado de jogos nos próximos anos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Quem são os principais figurões? Antes, a indústria de games tinha mais empresas independentes, e eu acredito que elas deverão cada vez mais se conectar a grandes conglomerados de tecnologia.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EM MEIO ÀS INVESTIGAÇÕES 

Sob pressão, Banco Central dá sinal verde para inspeção do TCU no caso Banco Master

13 de janeiro de 2026 - 14:02

Encontro entre BC e TCU tentou reduzir tensão após suspensão de inspeção determinada por ministro

SOB ESCRUTÍNIO

MP entra com representação junto ao TCU contra indicado de Lula para presidir a CVM — e alerta para decisões favoráveis ao Banco Master

13 de janeiro de 2026 - 13:33

Se for aceita pelo TCU, a representação levaria a uma apuração sobre as questões levantadas em relação a Otto Lobo

REMÉDIO AMARGO

Ações da Hapvida (HAPV3) chegam a cair mais de 8% e lideram as perdas do Ibovespa após novas mudanças no alto escalão

13 de janeiro de 2026 - 13:07

Os papéis caem forte mas analistas mantêm preço-alvo de R$ 27; entenda como as mudanças na gestão afetam o futuro da companhia e confira os detalhes da transição

ADEUS, NY

De saída dos EUA? Assaí (ASAI3) pede cancelamento de registro no país; entenda o que acontece agora

13 de janeiro de 2026 - 10:49

A varejista espera que o cancelamento de registro na SEC se concretize em 90 dias

FORMALIZAÇÃO

Quer empreender em 2026? Veja passo a passo para abrir CNPJ como MEI

13 de janeiro de 2026 - 9:30

O processo para se tornar microempreendedor individual é gratuito e deve ser realizado exclusivamente pela internet

AS PRINCIPAIS PERGUNTAS RESPONDIDAS

Azul (AZUL54): não é porque a ação caiu 90% que as coisas estejam colapsando. Qual é a situação da empresa hoje e o que esperar?

13 de janeiro de 2026 - 6:01

Depois de perder cerca de 90% de valor em poucos dias, as ações da Azul afundaram sob o peso da diluição bilionária e do Chapter 11. Especialistas explicam por que o tombo não significa colapso imediato da empresa, quais etapas da recuperação já ficaram para trás e os riscos que ainda cercam o futuro da companhia

BOLETIM 2026

Santander dá nota máxima à Ser Educacional (SEER3) e define o pódio do setor; veja ranking

12 de janeiro de 2026 - 19:48

Companhia é a top pick no setor de educação para o Santander em 2026; banco divulga relatório com as expectativas e lista suas apostas para o ano

MONOPÓLIO?

Dona do Whatsapp na mira do Cade: suspeita de abuso de posição em IA pode acabar em multa de R$ 250 mil por dia 

12 de janeiro de 2026 - 19:25

A acusação de assistentes virtuais de IA é de que os Novos Termos do WhatsApp irão banir da plataforma desenvolvedores e provedores de serviços e soluções de inteligência artificial generativa, garantindo um monopólio à Meta AI

UM “ACHADO” NOS SHOPPINGS

Chegou a hora de investir em shoppings: Itaú BBA inicia cobertura do setor e revela ação preferida para lucrar 

12 de janeiro de 2026 - 18:17

Para analistas, o setor de shoppings centers passou por uma virada de chave nos últimos anos — e agora está ainda mais preparado para uma consolidação; veja a recomendação para as ações

EXPECTATIVAS FRUSTRADAS

Ações da Tenda (TEND3) caem forte após prévia do 4T25: saiba por que Safra e BTG mantêm recomendação de compra

12 de janeiro de 2026 - 14:25

Apesar do marco de R$ 1,2 bilhão em vendas líquidas, ações recuam por expectativas frustradas de analistas, enquanto bancos reiteram compra citando múltiplos atrativos para 2026

A SAIDEIRA

A cerveja ficou choca: CEO da Heineken renuncia em meio a vendas fracas e investidores insatisfeitos; entenda o que acontece agora

12 de janeiro de 2026 - 12:31

A fabricante holandesa de cerveja comunicou a renúncia de seu CEO, Dolf van den Brink, após um mandato de seis anos marcado pela queda nas vendas; Heineken busca sucessor para o cargo

LIMPANDO A CASA

Dança das cadeiras no Banco de Brasília (BRB) busca renovar a diretoria após crise envolvendo o Banco Master

12 de janeiro de 2026 - 11:27

Novos nomes devem assumir a cadeira de negócios digitais e recursos humanos; subsidiárias também passam por mudanças

SETOR DE PETRÓLEO PEGANDO FOGO

Dança das cadeiras: CEO da Brava Energia (BRAV3) renuncia e petrolífera faz mudanças no alto escalão; veja potencial de alta para a ação

12 de janeiro de 2026 - 9:39

A Brava Energia (BRAV3) informou ao mercado que realizou mudanças no cargo de CEO, com renúncia de Décio Oddone, e na presidência do conselho de administração

ACIONISTAS, COLOQUEM AS MÁSCARAS!

Turbulência no caminho da Azul (AZUL54)? Antes de assembleia, acionistas rejeitam unificação de ações em votação antecipada 

11 de janeiro de 2026 - 15:03

Uma parte importante do plano de reestruturação financeira da companhia aérea será colocado em votação em duas assembleias nesta segunda-feira (12), inicialmente marcadas para às 11h e para às 14h

ADEUS, B3

Gol (GOLL54) avança para decolar da B3: laudo da OPA avalia lote a R$ 10,13; entenda

10 de janeiro de 2026 - 16:10

O laudo será a referência para a OPA das ações preferenciais e não representa, necessariamente, o preço final da oferta

BYE-BYE, AMERICA

Adeus, Wall Street: Cogna (COGN3) aprova saída da Vasta da Nasdaq. O que está por trás do movimento?

10 de janeiro de 2026 - 15:02

Controlada de educação básica do grupo vai deixar a bolsa americana após encolhimento da base acionária e baixa liquidez das ações

ATENÇÃO, ACIONISTA

Dividendos e JCP: Santander (SANB11) prepara distribuição de R$ 2 bilhões em proventos; confira os detalhes

9 de janeiro de 2026 - 20:10

Conselho recebeu proposta de distribuição bilionária em JCP; decisão final depende da aprovação em assembleia até abril de 2027

QUEM LEVA A TAÇA?

Ano de Copa do Mundo: Santander revela dois nomes do varejo que devem golear durante o torneio

9 de janeiro de 2026 - 19:55

Para o banco, Mercado Livre e o Grupo SBF são as mais bem posicionadas para brilhar durante o evento; varejistas de fast-fashion podem enfrentar dificultades

RAIO-X DO SETOR

Rede D’Or (RDOR3) segue como estrela e Fleury (FLRY3) ganha fôlego: Santander aposta nas gigantes, mas vê obstáculos em 2026 para a saúde

9 de janeiro de 2026 - 19:25

Banco reforça confiança seletiva em grandes players, mas alerta para riscos regulatórios e competição intensa na saúde neste ano; confira as recomendações do Santander para o setor

DEPOIS DO DR. GOOGLE

ChatGPT Health ajuda, mas não receita: entenda como funciona

9 de janeiro de 2026 - 15:35

Nova área de saúde do ChatGPT promete organizar exames, explicar resultados e ajudar no dia a dia, mas especialistas alertam: IA informa, não diagnostica

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar