🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Entrevista exclusiva

Na ClearSale (CLSA3), um plano para pôr ordem na casa e retomar a confiança do mercado — mas sem descuidar das fraudes

Bernardo Lustosa, CEO da ClearSale, falou com o Seu Dinheiro sobre o atual momento da companhia e a retomada dos principais indicadores financeiros após um período turbulento

Victor Aguiar
Victor Aguiar
6 de dezembro de 2022
7:11 - atualizado às 15:12
Stand da ClearSale (CLSA3), empresa do setor antifraude que fez IPO em 2021
Escritório da ClearSale, que atua na prevenção de fraudes no e-commerce - Imagem: ClearSale

Imagine a seguinte situação: é seu aniversário e, sem aviso prévio, um entregador bate à porta. Ele traz flores, chocolates, uma lembrança mandada por um amigo nesta data especial. É só pagar a taxa de entrega e gravar um vídeo agradecendo a surpresa — e que surpresa, como a ClearSale (CLSA3) bem sabe.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Você certamente já ouviu alguma história parecida com essa. É um presente de grego: o entregador é um golpista que, de alguma maneira, conhece os hábitos e o círculo social da vítima — e que se aproveita da ocasião para abordá-la. O aniversariante, inocentemente, passa os dados bancários e outras informações sensíveis ao fraudador.

"É um jogo de gato e rato", diz Bernardo Lustosa, CEO da ClearSale. A empresa atua como uma espécie de intermediário entre o consumidor e diversos setores, como e-commerce e telecomunicações.

A missão da companhia, em termos simplificados, é analisar transações e evitar fraudes. "A gente é o gato e consegue pegar o rato bem bem rápido".

Se você nunca ouviu falar em ClearSale, saiba que isso é, de certa maneira, um elogio à companhia. Nas palavras de Lustosa, em entrevista ao Seu Dinheiro, o objetivo é cumprir seu papel com o "mínimo de fricção". Ou, em outros termos: passar despercebida na maioria absoluta das compras on-line feitas no dia a dia, tamanha a sua eficiência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tem no Magalu e nos bancões

E olha que o volume de transações analisado pela empresa está longe de ser desprezível. A ClearSale atende os dez maiores players de e-commerce do Brasil — como Magazine Luiza (MGLU3), Via (VIIA3), Americanas (AMER3) e outros —, além de sete das dez maiores instituições financeiras do país e quatro dos cinco mais relevantes bancos digitais.

Leia Também

Como um todo, são mais de cinco mil companhias usando algum dos serviços antifraude da ClearSale, um portfólio construído ao longo de mais de 20 anos de trajetória. O IPO, em julho de 2021, já pegou a empresa num estágio relativamente maduro.

Só que, após a estreia das ações, a companhia se viu num novo jogo de gato e rato: o do sobe e desce na bolsa. E, por uma série de fatores, essa disputa ficou particularmente difícil poucos meses após a abertura de capital.

Basta analisar alguns números para entender o tamanho do problema: os papéis CLSA3 estrearam a R$ 25,00. Hoje, quase um ano e meio depois do IPO, estão a R$ 5,74 — uma queda de 77% de lá para cá. Boa parte da desvalorização ocorreu ainda em 2021, com as ações recuando para abaixo de R$ 10,00 ao fim do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que aconteceu?

Desempenho das ações da ClearSale (CLSA3) desde o IPO, em julho de 2021. De lá para cá, os papéis amargam perdas de quase 80%. Fonte: B3

ClearSale (CLSA3) e a tempestade perfeita

Julho de 2021 era uma época propícia para um IPO. Afinal, o mercado de aberturas de capital estava bastante aquecido no Brasil, com inúmeras empresas encontrando condições ideais para chegarem à bolsa — leia-se investidores com a carteira aberta e dispostos a correr riscos.

E, mais que isso: para a ClearSale (CLSA3), o aquecimento do e-commerce em meio à pandemia criava um cenário ideal — quanto mais transações são analisadas, mais receita é gerada. E foi nesse ambiente que a companhia levantou pouco mais de R$ 1 bilhão numa oferta primária de ações. Desse total, R$ 600 milhões foram direto para o caixa.

Com juros perto das mínimas históricas, consumo estimulado pelo governo e dinheiro para expansão, tudo parecia convergir para um ciclo virtuoso na ClearSale. O céu de brigadeiro, no entanto, durou pouco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em questão de meses, esse cenário benéfico virou de cabeça para baixo. A Selic, que estava em 4,25% ao ano à época do IPO, disparou a 13,25% em julho de 2022. O comércio on-line, tão demandado durante a pandemia, se viu castigado pelo crédito mais caro e pela reabertura das lojas físicas.

É verdade que um ciclo de aperto monetário já era esperado e não surpreendeu ninguém. A magnitude e a rapidez desse processo, no entanto, em paralelo à queda na demanda do e-commerce, pegaram a indústria no contrapé — especialmente quando levamos em conta as bases bastante elevadas vistas um ano antes.

O consumo, antes farto, começou a minguar — e as tentativas de fraude voltaram a crescer, desta vez com uma sofisticação extra. Voltemos ao exemplo do começo do texto: por que o golpista tentaria gravar um vídeo da vítima? É só mais um truque para dar ares de normalidade à situação?

Bem, na verdade, não: o fraudador quer capturar a biometria facial do seu alvo em potencial e, com isso, acessar dispositivos bancários ou aplicativos de compras que utilizem essa barreira de segurança. Esse é só um dos novos golpes que surgiram há pouco tempo, e que implicaram em perdas volumosas para a ClearSale no auge da crise.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A gente tem que saber dançar aqui, a gente tem que ser mais equilibrado, sempre", disse Lustosa, referindo-se à virada súbita nas condições macroeconômicas do país — deterioração essa que acertou a ClearSale em cheio.

Evolução das principais métricas financeiras da ClearSale (CLSA3), trimestre após trimestre. Fonte: ClearSale

Veja o gráfico acima e note que, a partir do terceiro trimestre de 2021 — justamente o primeiro após o IPO —, há uma piora bastante nítida nas principais métricas da ClearSale, especialmente nas margens. Por mais que a receita líquida tenha se sustentado perto dos níveis históricos, as demais linhas do balanço sofreram.

As cotações dos papéis CLSA3 acompanharam a queda nos indicadores financeiros e chegaram a ficar abaixo dos R$ 4,00 nas mínimas históricas. Um quadro longe do ideal — e que fez a empresa colocar em prática uma espécie de projeto de urgência.

O plano de equilíbrio

Dada a erosão do cenário macroeconômico e das principais linhas do balanço, a ClearSale lançou um "plano de equilíbrio": revisar contratos; antecipar receitas; acelerar projetos que trouxessem ganho de produtividade, de modo a recuperar as margens; melhorar a taxa de sucesso junto aos clientes — em suma, tudo o que trouxesse mais eficiência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As iniciativas foram colocadas em prática no começo de 2022 e, já no segundo trimestre do ano, foi possível perceber uma recuperação bastante intensa nas margens, embora o Ebitda continuasse negativo e a empresa seguisse dando prejuízo. Em paralelo, a companhia também colocou em prática uma espécie de 'sala de guerra' para inibir as fraudes.

Aqui, vale um parêntese: o modelo de negócio da ClearSale tem como base o sucesso das transações on-line. Se uma operação legítima acontece sem que haja dores de cabeça para as partes envolvidas, a empresa tem direito a uma recompensa; se uma fraude nítida é detectada, a companhia também fica com os louros.

Isso é bastante óbvio. O que não é tão evidente assim são os cenários que ficam na zona cinzenta, as transações em que há uma suspeita de irregularidade. Se essa operação for legítima, mas mesmo assim for barrada, há uma perda para o operador de e-commerce ou para o banco, que deixa de faturar.

Ou, no pior dos cenários: se uma fraude recebe o sinal verde, o prejuízo fica com os operadores — e, por tabela, para a ClearSale. Assim, a parte crítica do trabalho está em separar o joio do trigo nessa zona cinzenta: ter mecanismos extra que diferenciem os 'falsos verdadeiros' dos golpes legítimos, maximizando as vendas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, é claro: estar um passo à frente dos fraudadores, seja por identificar novas modalidades de golpe, seja por ter mecanismos inovadores para confirmar a veracidade de uma transação.

Dito isso, essa 'sala de guerra' esteve a todo vapor a partir do primeiro trimestre, em paralelo ao plano de equilíbrio, de modo a evitar as perdas por fraude no e-commerce, que deram um salto a partir da segunda metade de 2021. Tudo isso surtiu efeito já no trimestre encerrado em junho — e continuou dando frutos no período seguinte.

Bernardo Lustosa, CEO da ClearSale (CLSA3). Fonte: ClearSale

A ClearSale daqui em diante

O gráfico mostrado anteriormente revela que as margens bruta e líquida da ClearSale (CLSA3) retornaram aos patamares do segundo trimestre de 2021, enquanto o Ebitda virou para o positivo — e mesmo a última linha do balanço mostrou um pequeno lucro.

E, de fato, o desempenho financeiro da ClearSale no terceiro trimestre foi elogiado pelo mercado. Em nota, o Itaú BBA afirmou que o balanço "superou as expectativas como um todo", e que, com os esforços da 'sala de guerra' surtindo efeito, os indicadores de fraude voltaram aos patamares normais — o que colocava a empresa numa boa posição para o quarto trimestre, que sazonalmente é mais forte para o e-commerce.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda que a Black Friday tenha decepcionado em 2022 — segundo levantamento da Confi Neotrust com a própria ClearSale, a data registrou um faturamento total de aproximadamente R$ 6,1 bilhões, recuando 23% em relação a 2021 —, o fim de ano se caracteriza pelo alto volume de transações e compras on-line, sendo crucial para a companhia.

"A gente espera muito mais desse plano porque, na hora em que mudamos a mentalidade, de crescimento para margem, a gente acaba tirando a prioridade de projetos longínquos ou incertos", diz Lustosa, afirmando que pode capturar ainda mais ganhos — ele, no entanto, não passou qualquer tipo de previsão financeira.

Em paralelo ao resultado do terceiro trimestre, a companhia também divulgou algumas mudanças em sua estrutura administrativa. Lustosa segue como CEO, mas, daqui em diante, passará a se dedicar mais às questões estratégicas. Já Eduardo Mônaco, ex-diretor operacional, agora é diretor presidente e responde pelo dia a dia da empresa.

Ações CLSA3 ainda sofrem

Mas, embora o balanço da ClearSale já mostre sinais de melhoria, as ações CLSA3 seguem perto das mínimas históricas. O próprio Itaú BBA diz que o viés para os papéis está mais positivo, mas faz a ressalva que ainda é essencial conhecer melhor os planos da nova administração; entender o que aconteceu no passado e o que está sendo feito para prevenir que se repita também é importante.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quanto a isso, Lustosa diz acreditar que a queda nas cotações foi um pouco exagerada. A ClearSale, por estar exposta às teses dos setores de tecnologia e de consumo, foi duplamente castigada pelo ambiente de juros em alta e contração na demanda do e-commerce. Mas, segundo ele, a companhia está fazendo o dever de casa.

E, por 'dever de casa', entende-se a continuidade do plano de equilíbrio, em conjunto com o desenvolvimento de novos mecanismos que aperfeiçoem a segurança das vendas e antecipem eventuais tentativas de fraude — um esforço que nunca acaba, já que, assim como o e-commerce, os golpes também estão em constante evolução.

Não existe bala de prata no combate à fraude

Bernardo Lustosa, CEO da ClearSale

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MORTAS VIVAS

Quase sem vida, mas ainda de pé: o que são empresas zumbis e por que o Brasil lidera esse ranking entre os emergentes

8 de janeiro de 2026 - 15:16

Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas

QUEDA LIVRE

Apertem os cintos: Azul (AZUL54) despenca quase 86% em dois dias com diluição das ações

8 de janeiro de 2026 - 14:12

O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.

ESTRATÉGIA REDESENHADA

Sabesp (SBSP3) entra em modo expansão em 2026 — e a Copasa pode ser o próximo passo. O que diz o CFO?

8 de janeiro de 2026 - 13:42

Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições

EM BUSCA DA EFICIÊNCIA

GPA (PCAR3) contrata consultoria dos EUA para auxiliar na redução de custos e ações sobem; confira os planos da companhia

8 de janeiro de 2026 - 12:11

A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro

VAI FUNCIONAR?

Inteligência Artificial passa a prescrever remédios nos Estados Unidos. Vai dar certo?

8 de janeiro de 2026 - 9:02

Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas

HORA DA COLHEITA

Além da JBS (JBSS32): descubra as ações do agro que podem brilhar em 2026, segundo o BofA

7 de janeiro de 2026 - 17:47

Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores

ENTRE RUÍDOS

A quem cabe reverter (ou não) a liquidação do Banco Master? Saiba quem manda no destino da instituição agora

7 de janeiro de 2026 - 16:24

Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão

O QUE COMPRAR?

Ânima (ANIM3), Cogna (COGN3), Yduqs (YDUQ3) e outras: quem ganhou 10 na ‘prova surpresa’ do JP Morgan?

7 de janeiro de 2026 - 16:00

Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa

HORA DE COMPRAR

Ozempic não é tudo: BofA aponta outros motores de alta para a Hypera (HYPE3) e projeta ganho de 37% para a ação

7 de janeiro de 2026 - 15:31

Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa

CASO DE POLÍCIA

Ex-CEO da Hurb volta a se enrolar na Justiça após ser detido no Ceará com documento falso; entenda a situação

7 de janeiro de 2026 - 15:01

João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto

SEM PREOCUPAÇÕES?

Elon Musk descarta pressão sobre a Tesla com a nova IA para carros da Nvidia — mas o mercado parece discordar

7 de janeiro de 2026 - 13:33

O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano

PATINHO FEIO

Não é o ferro: preço de minério esquecido dispara e pode impulsionar a ação da Vale (VALE3)

7 de janeiro de 2026 - 12:31

O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale

FIQUE ATENTO

MEI: 4 golpes comuns no início do ano e como proteger seu negócio

7 de janeiro de 2026 - 11:00

Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos

REESTRUTURAÇÃO

Depois do tombo de 99% na B3, Sequoia (SEQL3) troca dívida por ações em novo aumento de capital

7 de janeiro de 2026 - 10:15

Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO

LUZ NO FIM DO TÚNEL?

JP Morgan corta preço-alvo de Axia (AXIA3), Copel (CPLE6) e Auren (AURE3); confira o que esperar para o setor elétrico em 2026

6 de janeiro de 2026 - 19:12

Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano

HORA DE COMPRAR?

O real efeito Ozempic: as ações que podem engordar ou emagrecer com a liberação da patente no Brasil

6 de janeiro de 2026 - 18:10

Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar

PÉ NO ACELERADOR

A fabricante Randon (RAPT4) disparou na bolsa depois de fechar um contrato com Arauco e Rumo (RAIL3); veja o que dizem os analistas sobre o acordo

6 de janeiro de 2026 - 14:54

Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3

GOLE BILIONÁRIO

Dona da Ambev (ABEV3) desembolsa US$ 3 bi para reassumir controle de fábricas de latas nos EUA; veja o que está por trás da estratégia da AB InBev

6 de janeiro de 2026 - 14:11

Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano

LIQUIDAÇÃO ANTECIPADA

Ações da C&A (CEAB3) derretem quase 18% em dois dias. O que está acontecendo com a varejista?

6 de janeiro de 2026 - 11:59

Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado

FOCO NA MONETIZAÇÃO?

Shopee testa os limites de até onde pode ir na guerra do e-commerce. Mercado Livre (MELI34) e Amazon vão seguir os passos?

6 de janeiro de 2026 - 10:57

Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar