🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Entrevista exclusiva

Na ClearSale (CLSA3), um plano para pôr ordem na casa e retomar a confiança do mercado — mas sem descuidar das fraudes

Bernardo Lustosa, CEO da ClearSale, falou com o Seu Dinheiro sobre o atual momento da companhia e a retomada dos principais indicadores financeiros após um período turbulento

Victor Aguiar
Victor Aguiar
6 de dezembro de 2022
7:11 - atualizado às 15:12
Stand da ClearSale (CLSA3), empresa do setor antifraude que fez IPO em 2021
Escritório da ClearSale, que atua na prevenção de fraudes no e-commerce - Imagem: ClearSale

Imagine a seguinte situação: é seu aniversário e, sem aviso prévio, um entregador bate à porta. Ele traz flores, chocolates, uma lembrança mandada por um amigo nesta data especial. É só pagar a taxa de entrega e gravar um vídeo agradecendo a surpresa — e que surpresa, como a ClearSale (CLSA3) bem sabe.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Você certamente já ouviu alguma história parecida com essa. É um presente de grego: o entregador é um golpista que, de alguma maneira, conhece os hábitos e o círculo social da vítima — e que se aproveita da ocasião para abordá-la. O aniversariante, inocentemente, passa os dados bancários e outras informações sensíveis ao fraudador.

"É um jogo de gato e rato", diz Bernardo Lustosa, CEO da ClearSale. A empresa atua como uma espécie de intermediário entre o consumidor e diversos setores, como e-commerce e telecomunicações.

A missão da companhia, em termos simplificados, é analisar transações e evitar fraudes. "A gente é o gato e consegue pegar o rato bem bem rápido".

Se você nunca ouviu falar em ClearSale, saiba que isso é, de certa maneira, um elogio à companhia. Nas palavras de Lustosa, em entrevista ao Seu Dinheiro, o objetivo é cumprir seu papel com o "mínimo de fricção". Ou, em outros termos: passar despercebida na maioria absoluta das compras on-line feitas no dia a dia, tamanha a sua eficiência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tem no Magalu e nos bancões

E olha que o volume de transações analisado pela empresa está longe de ser desprezível. A ClearSale atende os dez maiores players de e-commerce do Brasil — como Magazine Luiza (MGLU3), Via (VIIA3), Americanas (AMER3) e outros —, além de sete das dez maiores instituições financeiras do país e quatro dos cinco mais relevantes bancos digitais.

Leia Também

Como um todo, são mais de cinco mil companhias usando algum dos serviços antifraude da ClearSale, um portfólio construído ao longo de mais de 20 anos de trajetória. O IPO, em julho de 2021, já pegou a empresa num estágio relativamente maduro.

Só que, após a estreia das ações, a companhia se viu num novo jogo de gato e rato: o do sobe e desce na bolsa. E, por uma série de fatores, essa disputa ficou particularmente difícil poucos meses após a abertura de capital.

Basta analisar alguns números para entender o tamanho do problema: os papéis CLSA3 estrearam a R$ 25,00. Hoje, quase um ano e meio depois do IPO, estão a R$ 5,74 — uma queda de 77% de lá para cá. Boa parte da desvalorização ocorreu ainda em 2021, com as ações recuando para abaixo de R$ 10,00 ao fim do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que aconteceu?

Desempenho das ações da ClearSale (CLSA3) desde o IPO, em julho de 2021. De lá para cá, os papéis amargam perdas de quase 80%. Fonte: B3

ClearSale (CLSA3) e a tempestade perfeita

Julho de 2021 era uma época propícia para um IPO. Afinal, o mercado de aberturas de capital estava bastante aquecido no Brasil, com inúmeras empresas encontrando condições ideais para chegarem à bolsa — leia-se investidores com a carteira aberta e dispostos a correr riscos.

E, mais que isso: para a ClearSale (CLSA3), o aquecimento do e-commerce em meio à pandemia criava um cenário ideal — quanto mais transações são analisadas, mais receita é gerada. E foi nesse ambiente que a companhia levantou pouco mais de R$ 1 bilhão numa oferta primária de ações. Desse total, R$ 600 milhões foram direto para o caixa.

Com juros perto das mínimas históricas, consumo estimulado pelo governo e dinheiro para expansão, tudo parecia convergir para um ciclo virtuoso na ClearSale. O céu de brigadeiro, no entanto, durou pouco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em questão de meses, esse cenário benéfico virou de cabeça para baixo. A Selic, que estava em 4,25% ao ano à época do IPO, disparou a 13,25% em julho de 2022. O comércio on-line, tão demandado durante a pandemia, se viu castigado pelo crédito mais caro e pela reabertura das lojas físicas.

É verdade que um ciclo de aperto monetário já era esperado e não surpreendeu ninguém. A magnitude e a rapidez desse processo, no entanto, em paralelo à queda na demanda do e-commerce, pegaram a indústria no contrapé — especialmente quando levamos em conta as bases bastante elevadas vistas um ano antes.

O consumo, antes farto, começou a minguar — e as tentativas de fraude voltaram a crescer, desta vez com uma sofisticação extra. Voltemos ao exemplo do começo do texto: por que o golpista tentaria gravar um vídeo da vítima? É só mais um truque para dar ares de normalidade à situação?

Bem, na verdade, não: o fraudador quer capturar a biometria facial do seu alvo em potencial e, com isso, acessar dispositivos bancários ou aplicativos de compras que utilizem essa barreira de segurança. Esse é só um dos novos golpes que surgiram há pouco tempo, e que implicaram em perdas volumosas para a ClearSale no auge da crise.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A gente tem que saber dançar aqui, a gente tem que ser mais equilibrado, sempre", disse Lustosa, referindo-se à virada súbita nas condições macroeconômicas do país — deterioração essa que acertou a ClearSale em cheio.

Evolução das principais métricas financeiras da ClearSale (CLSA3), trimestre após trimestre. Fonte: ClearSale

Veja o gráfico acima e note que, a partir do terceiro trimestre de 2021 — justamente o primeiro após o IPO —, há uma piora bastante nítida nas principais métricas da ClearSale, especialmente nas margens. Por mais que a receita líquida tenha se sustentado perto dos níveis históricos, as demais linhas do balanço sofreram.

As cotações dos papéis CLSA3 acompanharam a queda nos indicadores financeiros e chegaram a ficar abaixo dos R$ 4,00 nas mínimas históricas. Um quadro longe do ideal — e que fez a empresa colocar em prática uma espécie de projeto de urgência.

O plano de equilíbrio

Dada a erosão do cenário macroeconômico e das principais linhas do balanço, a ClearSale lançou um "plano de equilíbrio": revisar contratos; antecipar receitas; acelerar projetos que trouxessem ganho de produtividade, de modo a recuperar as margens; melhorar a taxa de sucesso junto aos clientes — em suma, tudo o que trouxesse mais eficiência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As iniciativas foram colocadas em prática no começo de 2022 e, já no segundo trimestre do ano, foi possível perceber uma recuperação bastante intensa nas margens, embora o Ebitda continuasse negativo e a empresa seguisse dando prejuízo. Em paralelo, a companhia também colocou em prática uma espécie de 'sala de guerra' para inibir as fraudes.

Aqui, vale um parêntese: o modelo de negócio da ClearSale tem como base o sucesso das transações on-line. Se uma operação legítima acontece sem que haja dores de cabeça para as partes envolvidas, a empresa tem direito a uma recompensa; se uma fraude nítida é detectada, a companhia também fica com os louros.

Isso é bastante óbvio. O que não é tão evidente assim são os cenários que ficam na zona cinzenta, as transações em que há uma suspeita de irregularidade. Se essa operação for legítima, mas mesmo assim for barrada, há uma perda para o operador de e-commerce ou para o banco, que deixa de faturar.

Ou, no pior dos cenários: se uma fraude recebe o sinal verde, o prejuízo fica com os operadores — e, por tabela, para a ClearSale. Assim, a parte crítica do trabalho está em separar o joio do trigo nessa zona cinzenta: ter mecanismos extra que diferenciem os 'falsos verdadeiros' dos golpes legítimos, maximizando as vendas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, é claro: estar um passo à frente dos fraudadores, seja por identificar novas modalidades de golpe, seja por ter mecanismos inovadores para confirmar a veracidade de uma transação.

Dito isso, essa 'sala de guerra' esteve a todo vapor a partir do primeiro trimestre, em paralelo ao plano de equilíbrio, de modo a evitar as perdas por fraude no e-commerce, que deram um salto a partir da segunda metade de 2021. Tudo isso surtiu efeito já no trimestre encerrado em junho — e continuou dando frutos no período seguinte.

Bernardo Lustosa, CEO da ClearSale (CLSA3). Fonte: ClearSale

A ClearSale daqui em diante

O gráfico mostrado anteriormente revela que as margens bruta e líquida da ClearSale (CLSA3) retornaram aos patamares do segundo trimestre de 2021, enquanto o Ebitda virou para o positivo — e mesmo a última linha do balanço mostrou um pequeno lucro.

E, de fato, o desempenho financeiro da ClearSale no terceiro trimestre foi elogiado pelo mercado. Em nota, o Itaú BBA afirmou que o balanço "superou as expectativas como um todo", e que, com os esforços da 'sala de guerra' surtindo efeito, os indicadores de fraude voltaram aos patamares normais — o que colocava a empresa numa boa posição para o quarto trimestre, que sazonalmente é mais forte para o e-commerce.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda que a Black Friday tenha decepcionado em 2022 — segundo levantamento da Confi Neotrust com a própria ClearSale, a data registrou um faturamento total de aproximadamente R$ 6,1 bilhões, recuando 23% em relação a 2021 —, o fim de ano se caracteriza pelo alto volume de transações e compras on-line, sendo crucial para a companhia.

"A gente espera muito mais desse plano porque, na hora em que mudamos a mentalidade, de crescimento para margem, a gente acaba tirando a prioridade de projetos longínquos ou incertos", diz Lustosa, afirmando que pode capturar ainda mais ganhos — ele, no entanto, não passou qualquer tipo de previsão financeira.

Em paralelo ao resultado do terceiro trimestre, a companhia também divulgou algumas mudanças em sua estrutura administrativa. Lustosa segue como CEO, mas, daqui em diante, passará a se dedicar mais às questões estratégicas. Já Eduardo Mônaco, ex-diretor operacional, agora é diretor presidente e responde pelo dia a dia da empresa.

Ações CLSA3 ainda sofrem

Mas, embora o balanço da ClearSale já mostre sinais de melhoria, as ações CLSA3 seguem perto das mínimas históricas. O próprio Itaú BBA diz que o viés para os papéis está mais positivo, mas faz a ressalva que ainda é essencial conhecer melhor os planos da nova administração; entender o que aconteceu no passado e o que está sendo feito para prevenir que se repita também é importante.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quanto a isso, Lustosa diz acreditar que a queda nas cotações foi um pouco exagerada. A ClearSale, por estar exposta às teses dos setores de tecnologia e de consumo, foi duplamente castigada pelo ambiente de juros em alta e contração na demanda do e-commerce. Mas, segundo ele, a companhia está fazendo o dever de casa.

E, por 'dever de casa', entende-se a continuidade do plano de equilíbrio, em conjunto com o desenvolvimento de novos mecanismos que aperfeiçoem a segurança das vendas e antecipem eventuais tentativas de fraude — um esforço que nunca acaba, já que, assim como o e-commerce, os golpes também estão em constante evolução.

Não existe bala de prata no combate à fraude

Bernardo Lustosa, CEO da ClearSale

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
A MAIS-VALIA DO BRADESCO

“É o momento certo de capturar valor”: CEO do Bradesco (BBDC4) revela plano para destravar até R$ 50 bilhões com a Bradsaúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:43

Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço

FIM DA BATALHA

Netflix (NFLX34) abandona a Warner após sangria de US$ 170 bilhões na bolsa — e ações comemoram em disparada

27 de fevereiro de 2026 - 9:03

O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman

NASCE UM GIGANTE

Bradesco (BBDC4) prepara a joia da coroa para a bolsa: vem aí a Bradsaúde no Novo Mercado da B3

27 de fevereiro de 2026 - 7:33

Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa

SURFANDO O RALI

Ibovespa em recorde ajuda a turbinar lucro da B3 (B3SA3); resultado do 4T25 supera expectativas

26 de fevereiro de 2026 - 19:58

Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos

DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

O PIOR PASSOU?

Azul (AZUL53) dá tchau para o fundo do poço? S&P eleva a nota de crédito da companhia aérea após o fim da recuperação judicial

26 de fevereiro de 2026 - 12:01

A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou

MAIS UM REVÉS PARA A EMPRESA

Fictor Alimentos (FICT3) finalmente se envolve na RJ da holding e agora corre grande risco; veja o que está em jogo

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta

AUMENTO DE CAPITAL

A conta aumentou: Banco de Brasília (BRB) busca aporte de quase R$ 9 bilhões com acionistas após caso do Banco Master; entenda

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.

A ESTRELA DO MERCADO CAIU?

Rede D’Or (RDOR3) tem alta de 39,2% no lucro, mas ação cai forte na bolsa; expectativas estavam altas demais?

26 de fevereiro de 2026 - 10:40

A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima

ALÍVIO NO CAPITAL

Banco do Brasil (BBAS3) quer mais fôlego no balanço e renegocia prazo para pagamento de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro

26 de fevereiro de 2026 - 10:12

Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027

PROVENTOS NO RADAR

Engie Brasil (EGIE3) anuncia mais de meio bilhão de reais em dividendos após balanço do 4T25

25 de fevereiro de 2026 - 19:57

Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado

BTG SUMMIT 2026

Executivos da Amazon e do Google alertam: a IA é uma questão de sobrevivência para as empresas

25 de fevereiro de 2026 - 19:30

Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita

BALANÇO

Nubank (ROXO34) surpreende no 4T25: lucro cresce 50% e ROE atinge máxima histórica de 33%

25 de fevereiro de 2026 - 18:21

Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques

PLANO OUSADO... OU TEDIOSO?

Santander Brasil (SANB11) crava data para alcançar o sonhado ROE acima de 20%; banco mira eficiência na briga com fintechs

25 de fevereiro de 2026 - 16:29

Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players

RAIO-X DO BALANÇO

Lucro da C&A (CEAB3) cresce no 4T25, mas vendas perdem força. O que fazer com a ação agora?

25 de fevereiro de 2026 - 13:15

Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente

REAÇÃO AO BALANÇO

O pior trimestre em 10 anos: WEG (WEGE3) decepciona no crescimento no 4T25. Ainda vale pagar caro pela excelência?

25 de fevereiro de 2026 - 12:39

Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar