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Valor corresponde a 75% dos R$ 652 milhões investidos na primeira etapa do desenvolvimento dos eVTOLs
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 490 milhões à Eve, controlada da Embraer (EMBR3), para a primeira fase do desenvolvimento das aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOLs, na sigla em inglês), apelidadas de "carros voadores".
A linha de crédito contará com R$ 80 milhões oriundos do Programa BNDES Fundo Clima (subprograma Mobilidade Urbana) e R$ 410 milhões provenientes da Linha Finem - Incentivada A/Inovação.
O valor do financiamento do BNDES corresponde a 75% do total de R$ 652 milhões investidos nessa fase do projeto, voltada a pesquisa e desenvolvimento (P&D).
"A operação é especialmente emblemática no âmbito do Fundo Clima, ao contemplar o desenvolvimento de um produto disruptivo e que mitigará a emissão de gases de efeito estufa. Trata-se de um enorme esforço inovador realizado no Brasil por engenheiros altamente qualificados. O sucesso no desenvolvimento do eVTOL permitirá o ingresso num segmento de mercado de alta intensidade tecnológica", disse, em nota, Bruno Aranha, diretor de crédito produtivo e socioambiental do BNDES.
“Esse apoio vai não só acelerar a inovação, mas também a ascensão de uma nova forma de aviação mais sustentável com as aeronaves eVTOL, ajudando a transformar a indústria e a mobilidade urbana, e reduzindo a poluição sonora e o custo dos voos urbanos", disse André Stein, co-CEO da Eve, também em nota.
A consumação do financiamento está sujeita ao cumprimento de condições prévias fixadas pelo BNDES, dentre outros, e à assinatura do respectivo contrato.
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O carro voador da Eve é um veículo 100% elétrico à bateria e inicialmente capaz de transportar quatro passageiros e mais o piloto, por uma distância de até 100 quilômetros. Os ruídos emitidos pela aeronave serão em até 90% inferiores aos de helicópteros. Seu objetivo é proporcionar viagens curtas mais rápidas que os meios tradicionais e com zero emissões locais de gases de efeito estufa.
Segundo a Embraer, o eVTOL será projetado para realizar voos urbanos e proporcionará baixos níveis de ruído e maior sustentabilidade em relação aos veículos tradicionais. O veículo deverá estar disponível no mercado a partir de 2026, diz a empresa.
A Eve já fechou diversas encomendas para o seu carro voador e, recentemente, abriu capital na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) por meio de uma Sociedade de Propósito Específico (SPAC).
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