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Tradicionalmente, os gasodutos russos entram em fase de manutenção nesse período, mas com a guerra na Ucrânia e a enxurrada de sanções do Ocidente, o temor de ficar sem gás por mais tempo é maior e sinais de que isso pode acontecer já apareceram
Não tem choro e nem vela: o presidente da Rússia, Vladimir Putin, vai fechar as torneiras do gás para a Europa no mês que vem — e já está tirando o sono de muita autoridade do Velho Continente.
Tradicionalmente, os gasodutos russos entram em fase de manutenção em julho. Mas, com a guerra na Ucrânia e a enxurrada de sanções que as potências ocidentais impuseram a Moscou, o temor de ficar sem gás por mais tempo é maior.
Putin deve iniciar a manutenção programada em 11 de julho e só encerrar o processo de aperto de parafusos no dia 21 do mesmo mês.
A questão é que os europeus passaram a achar que o presidente russo vai usar o programa de manutenção para retaliar as sanções, freando o reabastecimento dos estoques do continente.
O temor da Europa com Putin não é à toa. Esta semana, a Rússia cortou os fluxos de gás para o continente para 40% da capacidade do gasoduto — a Rússia alegou atrasos nos reparos de equipamentos.
O argumento colocou a Alemanha e outros países da região em uma busca frenética para encontrar suprimentos alternativos para evitar o risco de racionamento quando o inverno chegar.
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Diante do possível cenário de caos energético, a Agência Internacional de Energia também alertou nesta terça-feira (28) que a Rússia poderia cortar o gás para a Europa inteiramente para reforçar sua influência política.
O Kremlin disse que a Rússia continua sendo um fornecedor de energia confiável e cumpre rigorosamente todas as obrigações com a Europa.
Segundo o governo Putin, a culpa da redução da oferta é das sanções, que atrasaram o retorno de equipamentos do Canadá para a gigante de gás russa Gazprom.
Alguns países europeus, no entanto, disseram que isso é um pretexto para enviar menos gás e aumentar os preços — uma situação que levou a Alemanha a acionar o estado de alerta do plano de emergência de gás.
Nos últimos anos, as paradas de manutenção do Nord Stream 1, o principal gasoduto que leva gás da Rússia para a maior economia da Europa, terminaram pontualmente.
Este ano, traders e analistas de gás suspeitam que a Rússia aproveitará a oportunidade de estender a interrupção, pressionando o preço de referência europeu no atacado — que já subiu quase 100% até agora este ano.
Segundo o portal Check24, a tendência é que as contas de gás aumentem ainda mais no verão para as famílias alemãs, que já estão pagando mais que o dobro do que desembolsaram no ano passado.
No início deste mês, o Ministério das Finanças da Rússia disse que espera receber 393 bilhões de rublos (US$ 7,3 bilhões) em receitas adicionais de petróleo e gás em junho.
Nos mercados de energia, interrupções programadas para manutenção em infraestrutura, como dutos e usinas de energia, são comuns e muitas vezes exigidas por regulamentos de segurança.
As operadoras têm que avisar o mercado com antecedência sobre essas interrupções, que são oportunidades para realizar trabalhos em períodos em que geralmente há menos demanda de energia, como no verão.
Não é incomum que falhas adicionais sejam detectadas e corrigidas durante interrupções de rotina. Os operadores podem prolongar os períodos de manutenção para fazer isso, mas teriam que alertar o mercado.
Além disso, especialistas dizem que como a Europa recebe 40% do gás da Rússia, ambos os lados perdem se o fornecimento for cortado completamente.
*Com informações da Reuters
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