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Moscou alega que o atraso na devolução de uma turbina da Siemens pode comprometer o envio de gás para os europeus por mais tempo do que o previsto
Toma lá, dá cá — essa é a filosofia que a Europa adotou para responder às possíveis ameaças do presidente da Rússia, Vladimir Putin. No centro dessa disputa, mais uma vez, está o fornecimento de gás natural.
Depois de uma interrupção de dez dias para manutenção anual, as entregas via Nord Stream 1 — gasoduto que responde por mais de um terço das exportações da commodity russa para a UE — devem ser retomadas na quinta-feira (21).
Acontece que Putin reduziu o envio de gás para a Europa antes mesmo da interrupção para manutenção, em meio a uma disputa sobre sanções.
Agora, os europeus temem que esse suprimento pode ser cortado ainda mais, enquanto os fluxos por outras rotas, como a Ucrânia, também caíram desde que a Rússia invadiu o país vizinho em fevereiro.
"A Rússia está nos chantageando. A Rússia está usando a energia como arma. E, portanto, em qualquer caso, seja um corte parcial e importante do gás russo ou um corte total do gás russo, a Europa precisa estar pronta", disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
Se o fluxo for realmente cortado por mais tempo, isso prejudicaria ainda mais os esforços da Europa para reabastecer o armazenamento de gás antes do inverno, aumentando o risco de racionamento — o que seria mais um duro golpe no já frágil crescimento econômico da região.
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Por isso, a Comissão Europeia propôs nesta quarta-feira (20) uma meta voluntária para todos os membros da União Europeia (UE): reduzir o uso de gás em 15% de agosto a março, em comparação com o consumo médio no mesmo período de 2016-2021.

A proposta permitiria a Bruxelas tornar a meta obrigatória em caso de emergência de abastecimento, num cenário em que a UE venha a declarar um risco substancial de grave escassez de gás.
A medida, que precisa do apoio dos países que fazem parte da UE, será discutida na sexta-feira (22) para que os ministros possam aprová-la em 26 de julho.
"Acreditamos que uma ruptura total é provável", disse uma autoridade da UE para a Reuters. "Se esperarmos, será mais caro e nos fará dançar ao som da Rússia."
Enquanto os europeus dizem que Putin está fazendo chantagem por conta das sanções, o líder russo diz que todo o problema no fornecimento do gás gira em torno de uma turbina.
A estatal russa Gazprom cortou as exportações de gás pelo Nord Stream 1 para 40% da capacidade em junho, culpando os atrasos no retorno de uma turbina que a Siemens Energy estava arrumando no Canadá.
Nesta semana, a Siemens indicou que a turbina, apanhada nas sanções, estaria voltando para a Rússia. A Gazprom, por sua vez, indicou mais cedo que não recebeu documentação para reinstalá-la.
Segundo a gigante russa, a devolução da turbina e a manutenção de outros equipamentos são fundamentais para o funcionamento seguro do gasoduto.
Duas fontes russas familiarizadas com os planos de exportação disseram que os fluxos via Nord Stream 1 devem ser retomados na quinta-feira (21), mas abaixo da capacidade de 160 milhões de metros cúbicos (mcm) por dia.
*Com informações da Reuters e da BBC
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