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Volkswagen lança em fevereiro o Polo Track, nova versão de entrada do compacto que vai suceder o Gol; mas será que vale a pena ter um na garagem?
Depois de mais de quatro décadas, a Volkswagen decidiu aposentar e tirar de linha o Gol, um dos carros mais populares de todos os tempos. Como costuma acontecer nesses casos, a grande incógnita é se o sucessor dará conta do recado e manter tanto as vendas como o prestígio da marca. Nesse caso, a missão ficou com o Polo.
Aliás, no site de vendas da Volkswagen, que indica que o Gol Last Edition esgotou, a montadora sugere aos clientes que conheçam o novo Polo, cuja versão MPI custa R$ 82.990.
Em fevereiro, a Volkswagen lançará o Polo Track (já em pré-venda), nova versão de entrada do compacto por R$ 79.990, com mesmo motor 1.0 de 84 cv, e algumas diferenças visuais e de conteúdo.
Produzido em Taubaté (SP), onde era feito o Gol, o Polo Track é um projeto mais moderno, utiliza a plataforma MQB A0, que oferece maior rigidez estrutural e segurança, a mesma do Polo que foi recentemente renovado (este fabricado na planta Anchieta, em São Bernardo do Campo, SP).
No design, o Polo Track mantém os faróis da geração anterior e recebe um novo para-choque e grade em formato colmeia. As rodas de 15” tem novo desenho. Na traseira as mudanças são menos perceptíveis, denunciada apenas pela nomenclatura “Track” abaixo do logotipo.
Por dentro, o painel tem acabamento mais simples e despojado. O sistema de som com bluetooth, volante multifuncional, computador de bordo, entradas USB e antena de teto estão disponíveis nos modelos durante o lote de pré-venda, depois serão oferecidos como itens opcionais.
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Além disso, o novo modelo de entrada da Volkswagen traz ainda ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos dianteiros e travamento elétrico e remoto das portas.
Quatro airbags, quatro alto-falantes, controles de tração e estabilidade e assistente de partida em rampas também são de série no Polo.
A marca manteve o motor do antecessor Gol: 1.0 de até 84 cv com transmissão manual de 5 marchas, o mesmo também do Polo MPI. O porta-malas dispõe de 300 litros de volume.

O mercado mudou e para melhor. Este foi um dos motivos que fizeram o Gol chegar ao fim. E hoje há opções interessantes a preços competitivos, nesta mesma faixa de R$ 80 mil. Temos, por exemplo, do Hyundai HB20, Fiat Argo, Peugeot 208 e Citroën C3.
A vida do Polo não será fácil, já que a briga nesta categoria de carros de entrada, cada vez mais enxuta, deve ser acirrada.
Ainda assim, é uma opção interessante no mercado, portanto, sim, pode valer a pena. Antes de fechar negócio, faça um teste drive e sinta se a ergonomia e a dirigibilidade lhe agradam.
Bons acertos de motor, câmbio e suspensão, capilaridade da rede Volkswagen e aceitação positiva no mercado de usados prometem vida próspera ao Polo. Enfim, é um carro que também deve manter o sucesso nas vendas diretas.
Mas se puder ir um pouco além e gastar R$ 93 mil, vale a pena conhecer o novo Polo TSI com motor turbo 1.0 de até 116 cv, o mesmo do finado Up. E, pela primeira vez na linha, o carro vem com câmbio manual de 5 marchas. Antes, as opções de motor turbo só estavam disponíveis com caixa automática de 6 marchas.
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