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Atual disparada na cotação do paládio é causada pela suspensão de refinarias russas de fazerem negócios na bolsa de metais de Londres

A guerra entre Rússia e Ucrânia desencadeou uma nova disparada na cotação do paládio. E não deve demorar para que o impacto seja repassado pela indústria automobilística ao preço dos carros.
Os contratos futuros de paládio operavam em alta de mais de 4% na manhã de hoje, levando sua cotação a mais de US$ 2.500 por onça-troy, o sistema utilizado na pesagem de metais preciosos.
Para ser mais didático, míseros 31,10349 gramas do metal raro custam hoje R$ 11.775.
O paládio chama a atenção pelo fato de custar mais que o ouro, referência mais comum quando se pensa em metais raros e preciosos.
O ouro encontrava-se hoje na casa dos US$ 1.950 por onça-troy, o que equivale a pouco menos de R$ 9.200.
O paládio opera em forte alta nesta segunda-feira devido às preocupações com a oferta do produto depois de a LME (bolsa de metais de Londres) ter anunciado a suspensão das duas refinarias russas do metal em sua listagem.
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“A suspensão das refinarias russas certamente aumenta a preocupação entre os participantes do mercado quanto a uma escassez de oferta de paládio mais adiante”, disse Daniel Briesemann, analista do Comerzbank, citado pela CNBC.
Os preços dos automóveis estão em alta, mas não é de hoje. O choque causado pela pandemia à cadeia global de suprimentos fez até mesmo os preços dos carros usados subirem.
A principal causa foi a escassez de semicondutores, sem os quais os carros de hoje em dia quase nem saem do lugar. A alta do petróleo também precisa ser considerada, pois afetou dramaticamente os custos de transporte.
E se o recente alívio na taxa de câmbio retirou um pouco da pressão sobre as cotações do ferro da borracha e do silício - e, consequentemente, do preço final dos automóveis -, a disparada do paládio tem o potencial não apenas de anular essa pressão, mas também de superá-la.
Isso porque a disparada do paládio vem acompanhada das altas do alumínio e do níquel.
Se a aplicação do alumínio pela indústria automobilística é mais ampla e parece mais óbvia, o paládio e o níquel têm usos mais específicos, mas nem por isso menos impactantes.
Enquanto o níquel é fundamental para o funcionamento das baterias, o paládio entra tanto nos semicondutores quanto nos conversores catalíticos dos automóveis com motor a gasolina.
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