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Além de repactuar dívida com a Anatel, Oi foi autorizada pela CVM a continuar operando abaixo de R$ 1 por mais 30 pregões a partir de 1º de julho

O desenlace da recuperação judicial da Oi (OIBR3) ganhou dois novos capítulos no fim da noite de ontem.
No primeiro deles, a operadora de telefonia anunciou a conclusão da renegociação de sua dívida junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
E o resultado da repactuação da dívida é um desconto para acionista nenhum botar defeito. A Anatel aceitou abater 54,99% da dívida da Oi.
Com isso, o total principal devido pela operadora de telefonia à Anatel passa de R$ 20,2 bilhões para R$ 9,11 bilhões.
Entretanto, considerando-se os depósitos judiciais já efetuados pela Oi nos últimos anos, a Anatel agora tem a receber da empresa o montante de R$ 7,335 bilhões.
O valor foi dividido em 126 parcelas. A primeira parcela foi paga para validar o acordo. Agora a Oi tem seis meses de carência para quitar a segunda parcela.
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O acordo alongou consideravelmente o horizonte da dívida da Oi. O acordo anterior, com data de novembro de 2020, previa que a Oi terminaria de pagar sua dívida junto à Anatel em outubro de 2027.
Pelo novo acordo, o prazo para a quitação foi estendido até abril de 2033.
A repactuação da dívida com a Anatel não foi a única novidade anunciada pela Oi nas últimas horas.
No segundo capítulo da noite, a empresa de telefonia também obteve autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para seguir operando como penny stock na B3.
Pela nova autorização, OIBR3 vai poder continuar operando abaixo de R$ 1 por mais 30 pregões a partir de 1º de julho.
A ação da Oi não é negociada acima de R$ 1 desde o início de fevereiro. OIBR3 encerrou a sessão de ontem em alta de 1,39%, a R$ 0,73.
Operadora da bolsa brasileira, a B3 estabelece regras para inibir a negociação de penny stocks, como são chamadas as ações cotadas abaixo de R$ 1.
Além do preço baixo, essas ações costumam apresentar mais volatilidade do que o restante dos ativos negociados em bolsa.
Pelas normas da B3, uma ação não pode passar mais do que 30 pregões cotada abaixo de R$ 1.
Quando isso ocorre, a empresa em questão é notificada para que apresente um plano de adequação de preço.
A regra chegou a ser suspensa no início da pandemia, mas voltou a valer recentemente.
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