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Os dados preliminares já divulgados mostraram piora da operação, exceto o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) do quarto trimestre de 2021

A Oi (OIBR3) está a caminho de pedir música no Fantástico. A empresa de telecomunicações em recuperação judicial adiou pela segunda vez a apresentação de seus resultados referentes ao quarto trimestre de 2021.
A divulgação oficial passou agora para o dia 4 de maio. Inicialmente, os resultados deveriam ter sido apresentados no dia 29 de março, mas foram adiados para 27 de abril.
Na ocasião da primeira postergação, a Oi decidiu divulgar informações preliminares e não auditadas para "garantir a estabilidade das expectativas do mercado".
Os dados preliminares divulgados mostraram piora da operação, exceto o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) do quarto trimestre de 2021. Já a receita líquida caiu tanto no quarto trimestre de 2021 quanto no ano inteiro.
Nesta terça-feira (26), a Oi reapresentou os mesmos números não auditados. Confira a performance da empresa.
Os resultados, ainda que preliminares, são melhores do que o previsto pelo BTG Pactual. No mês, o banco divulgou suas projeções para o resultado da Oi.
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Na ocasião do primeiro adiamento dos resultados, a Oi (OIBR3) citou uma série de motivos, entre eles, a complexidade de dividir os ativos da sua unidade móvel para as rivais Vivo, TIM e Claro.
Na ocasião, a Oi citou ainda a necessidade de obtenção de pareceres dos auditores independentes para as demonstrações financeiras das três empresas.
Nesta terça-feira (26), a empresa voltou a afirmar que precisa de mais tempo para solucionar essas questões, que seguem pendentes.
A venda da operação móvel da Oi (OIBR3) para as rivais foi fechada em dezembro de 2020— passo é considerado um fundamental para que a empresa saia da recuperação judicial.
No dia 20 de abril, a empresa informou ao mercado que a operação foi finalizada por R$ 15,9 bilhões. O valor foi ajustado em relação ao preço base de R$ 15,7 bilhões para refletir o montante da dívida líquida e do capital de giro das sociedades de propósito específico (SPEs) transferidas às compradoras.
Na ocasião, a Oi informou que as rivais pagaram R$ 14,5 bilhões. O restante do valor, que equivale a 10% do preço da operação, ficaria retido pelas compradoras por até 120 dias para possíveis compensações de valores que a Oi possa ter de pagar em função de eventuais ajustes.
Com a conclusão da venda, a Oi informou também que quitou integralmente um crédito com garantia real do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) no valor de R$ 4,6 bilhões.
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