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A greve já dura 74 dias, sem previsão de volta às atividades; o presidente do BC, Roberto Campos Neto, deve comparecer à Câmara para esclarecer o impasse nas negociações com os servidores

74 dias. Esse é o período em que os servidores do Banco Central (BC) estão com os braços cruzados — e a greve segue por tempo indeterminado. A decisão, aprovada por 80% dos grevistas, foi ratificada na assembleia geral do sindicato nesta terça-feira (14).
Hoje é também o primeiro dia de reunião do Comitê de Políticas Monetárias (Copom), que começou as discussões “no escuro”, já que os indicadores importantes para a avaliação econômica — como as projeções do mercado divulgadas semanalmente no Boletim Focus — seguem suspensos, por conta da greve.
Mesmo assim, há o indicativo de que o colegiado do BC decida elevar 0,5 pontos percentuais na taxa Selic, segundo avaliação do mercado. Ou seja, a taxa básica de juros deve subir de 12,75% ao ano para 13,25% ao ano.
Além disso, a expectativa é se o Copom vai pôr fim ao ciclo de altas na taxa de juros. A decisão sai nesta quarta-feira (15).
Enquanto isso, o sindicato dos servidores deve se reunir amanhã com a diretora do BC, Carolina de Assis Barros, em uma nova tentativa de negociações.
A informação foi confirmada durante a assembleia dos funcionários da autarquia, mas, até o momento, não consta na agenda das autoridades do BC.
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Os servidores do BC paralisaram suas atividades em 1º de abril. Naquele momento, os funcionários reivindicavam um reajuste salarial de 27,5% e a reestruturação da carreira.
Mas, sem avanços nas negociações e em uma corrida contra o tempo — já que o aumento de gastos do governo precisa ser aprovado até 180 antes do fim do mandato presidencial — os servidores fizeram uma contraproposta: aumento de 13,5% nos salários, além das pautas não-salariais.
Contudo, o governo anunciou que não haverá ajustes aos servidores neste ano. A reunião de amanhã, com a diretora do BC, será uma nova tentativa na reta final do prazo determinado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Uma nova assembleia do sindicato deve acontecer na próxima terça-feira (21).
A Comissão do Trabalho, Administração e Serviço Público aprovou nesta terça-feira (14), o convite ao presidente do BC, Roberto Campo Neto, para prestar esclarecimentos sobre as negociações com os servidores.
A data da audiência ainda será marcada.
Enquanto as negociações não andam, as atividades do Banco Central seguem suspensas por conta da greve por tempo indeterminado.
Isso inclui a divulgação de publicações como o Boletim Focus, com as projeções do mercado financeiro sobre a economia, o Relatório de Poupança e os dados do Fluxo Cambial.
Também, as atividades como a divulgação da PTAX diária (taxa de conversão entre dólar e real; euro e real), a assinatura de processos de autorização no sistema financeiro e publicações do órgão seguem sem previsão de retorno.
Além disso, a segunda fase do sistema de valores a receber (SRV), que estava programada para retomar as consultas e saques do “dinheiro esquecido” em 02 de maio, permanece sem data para voltar a funcionar.
O PIX é um dos únicos serviços da autarquia que não foi afetado pela greve.
*Com informações de Estadão Conteúdo
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