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Quatro países da região da Europa e Ásia Central, além da Ucrânia e Rússia, devem entrar em recessão neste ano, segundo relatório do Banco Mundial
As guerras sempre tiveram efeitos de dualidade na economia dos países: enquanto um saía arrasado, outro achava um modo para lucrar. Os conflitos na Ucrânia, porém, estão seguindo um rumo diferente — e nações ao redor do mundo todo têm a perder com a situação.
Tanto a invasão da Rússia à Ucrânia quanto as próprias sanções contra o país de Vladimir Putin estão acertando em cheio as economias mundiais, especialmente os mercados na região da Europa e Ásia Central, de acordo com o relatório do Banco Mundial.
O conflito impulsionou as preocupações a respeito de uma forte desaceleração global, escalada da inflação e dos níveis de pobreza, e essa apreensão não foi descabida.
A guerra realmente está reverberando sobre diversos setores da economia, e os impactos incluem também os mercados financeiros e de commodities.
Diversos cantores já utilizaram a frase “Nobody wins a war” (em tradução livre, “não há vencedores em uma guerra”) em suas canções, mas as maiores perdas definitivamente ficam para aqueles que são atacados. Nesse caso, para a Ucrânia, os danos serão superiores, tanto no quesito econômico quanto social.
“A magnitude da crise humanitária desencadeada pela guerra é impressionante. A invasão russa está causando um grande golpe na economia da Ucrânia e infligiu enormes danos à infraestrutura”, afirmou a vice-presidente do Banco Mundial para a Europa e Ásia Central, Anna Bjerde.
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A guerra deve cortar quase metade da economia da nação de Volodymyr Zelensky em 2022, com previsão de redução de cerca de 45,1% neste ano.
O relatório destaca que a intensidade da queda vai depender do tempo que durará a guerra e da intensidade dos conflitos.
“A Ucrânia precisa de apoio financeiro maciço imediatamente, pois luta para manter sua economia e o governo funcionando para apoiar os cidadãos ucranianos que estão sofrendo e lidando com uma situação extrema”, disse Bjerde.
Do lado de quem ataca, a situação não é muito diferente. O objetivo das sanções contra Moscou é justamente minar a economia russa, e as medidas punitivas estão sendo bem sucedidas até agora.
Apesar de o rublo, a moeda oficial da Rússia, ter recuperado terreno e voltado ao patamar pré-guerra, a expectativa é que a economia de Moscou caia 11,2% neste ano.
O relatório espera que a demanda doméstica russa caia conforme as perdas de emprego, o aumento da pobreza e a inflação reduzam o consumo.
Na parte de investimentos, a expectativa também é de queda, uma vez que o fluxo estrangeiro está em baixa, as perspectivas econômicas enfraquecidas, a capacidade de empréstimo doméstica reduzida e as taxas de juros em alta.
Vale lembrar que as empresas estrangeiras seguem em debandada da Rússia, com mais de 400 empresas norte-americanas parando suas operações no país de Putin.
Segundo o Banco Mundial, o pacote de sanções terá um efeito negativo de longo prazo na Rússia, reduzindo a produção de petróleo, gerando uma baixa nos investimentos e um menor acesso à tecnologia estrangeira.
As medidas punitivas que incluem o petróleo e gás russos devem levar a uma queda moderada nas exportações deste ano.
Os países também não exportarão produtos de alta tecnologia para a Rússia, como software e semicondutores, o que vai privar a Rússia de insumos críticos e gerar impactos na cadeia de suprimentos russa.
O relatório do Banco Mundial mostra que não são só os países de Putin e Zelensky que serão afetados pela guerra e vão entrar em recessão em 2022.
Os países emergentes e em desenvolvimento da Europa e da Ásia Central já estavam sofrendo os efeitos da pandemia e caminhavam em direção à desaceleração neste ano.
Agora, com a invasão russa, o relatório inclui a Bielorrússia, o Quirguistão, a Moldávia e o Tajiquistão na lista de recessão.
"A guerra na Ucrânia e a pandemia mostraram mais uma vez que as crises podem causar danos econômicos generalizados e atrasar anos de renda per capita e ganhos de desenvolvimento", disse Asli Demirgüç-Kunt, economista-chefe do Banco Mundial para Europa e Ásia Central.
Segundo o banco, a economia da região deve encolher 4,1% neste ano, contra uma previsão de crescimento de 3% antes do início do conflito geopolítico na Ucrânia.
O Banco Mundial afirma que as projeções de crescimento foram rebaixadas em todas as economias por causa do conflito na Ucrânia, com alta abaixo do esperado na Zona do Euro, além de choques de commodities, comércio e financiamento.
A guerra na Ucrânia começou no dia 24 de fevereiro. Desde então, o Banco Mundial enviou em torno de US$925 milhões ao país em um pacote de financiamento emergencial.
Esse montante de quase 1 bilhão de dólares servirá para pagar os salários de funcionários dos hospitais ucranianos, pensões para idosos e programas sociais para os vulneráveis.
O financiamento ainda inclui mais US$ 2 bilhões que devem ser enviados à nação nos próximos meses.
Além do suporte financeiro, o banco afirmou analisar soluções para apoiar os refugiados ucranianosnos países em que buscaram abrigo, uma vez que a guerra causou a maior crise de refugiados na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.
“A profunda crise humanitária gerada pela guerra foi a mais intensa das ondas de choque globais iniciais e provavelmente estará entre os legados mais duradouros do conflito, com a previsão de que a onda de refugiados da Ucrânia para países vizinhos supere as crises anteriores”, disse o Banco Mundial.
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