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Norte-americanos também aumentam pressão sobre países que estariam em cima do muro em relação às sanções impostas contra Moscou por conta da guerra na Ucrânia
Os EUA voltaram a colocar a China contra a parede para tentar conter a invasão da Ucrânia pela Rússia. Dessa vez, o governo de Joe Biden subiu o tom, alertando Pequim sobre os riscos de se manter alinhada com Moscou.
A porta-voz da mensagem foi Janet Yellen, a secretária do Tesouro norte-americano — cujo departamento é o principal responsável pela implantação de sanções econômicas e financeiras.
Falando no Conselho do Atlântico, Yellen sugeriu possíveis consequências econômicas impostas pela comunidade internacional, dependendo de como a China abordar a invasão da Ucrânia.
A secretária do Tesouro dos EUA lembrou que recentemente o governo de Xi Jinping celebrou o “relacionamento especial” que tem com a Rússia.
Em fevereiro, Xi e o presidente russo, Vladimir Putin, disseram que compartilham de uma amizade sem limites.
Assim sendo, ela disse esperar que a China faça algo positivo desse relacionamento e ajude a acabar com esta guerra na Ucrânia.
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“A atitude do mundo em relação à China e sua vontade de adotar uma maior integração econômica podem muito bem ser afetadas pela reação da China ao nosso apelo por uma ação resoluta na Rússia”, disse Yellen.
Esses foram alguns dos comentários mais contundentes de Yellen sobre a China desde que assumiu a chefia do Tesouro dos EUA.
Ela disse que espera evitar uma divisão bipolar entre os sistemas liderados pelos EUA e pela China, mas alertou para os riscos.
Segundo Yellen, “no futuro, será cada vez mais difícil separar questões econômicas de considerações mais amplas de interesse nacional, incluindo segurança”.
A secretária do Tesouro dos EUA não parou por aí. Em seu discurso, ela lembrou da dependência que o mundo tem da China — muito evidenciada pela pandemia de covid-19, que provocou uma obstrução na cadeia de suprimentos.
Segundo ela, as cadeias de suprimentos devem depender de aliados em vez de países com os quais os EUA têm tensões geopolíticas.
“Não podemos permitir que os países usem sua posição de mercado em matérias-primas, tecnologias ou produtos-chave para ter o poder de perturbar nossa economia ou exercer influência geopolítica indesejada”, disse ela.
Yellen também reiterou que, para as nações “em cima do muro” sobre o esforço internacional para punir a Rússia, qualquer movimento para minar as sanções atrairia a ira dos EUA e de seus aliados.
A chefe do Tesouro dos EUA também rebateu críticas sobre os esforços liderados por Washington para isolar a Rússia do sistema financeiro global baseado em dólar.
Segundo ela, esses esforços foram “motivados pelos objetivos de política externa de qualquer país”.
A neutralização liderada pelos EUA de cerca de metade das reservas cambiais da Rússia e o corte de uma faixa de instituições russas de acesso à infraestrutura financeira baseada em dólar levantou dúvidas entre alguns analistas sobre se está abusando do domínio do dólar.
*Com informações da Bloomberg e da Reuters
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