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O presidente russo pretendia adotar a forma de pagamento já nesta quinta-feira, mas o Kremlin afirmou que o modelo deve ser introduzido gradualmente
Ao primeiro sinal de que Putin fecharia a torneira de gás natural para os países que não pagassem em rublos, a Europa adotou uma postura contrária. Entretanto, o posicionamento cedeu lugar à preocupação sobre o fornecimento do gás ao longo dos últimos dias, especialmente na Alemanha.
Com grande dependência de fornecimento russo, o país fez um apelo aos consumidores e empresas alemãs para que eles diminuam o consumo de energia, antecipando uma possível escassez futura.
O chefe da Agência Federal de Redes alemã, Klaus Müller, alertou as pessoas e a indústria a se prepararem para "todos os cenários".
Vale lembrar que, hoje, a Alemanha importa mais da metade do seu gás e em torno de um terço do petróleo da Rússia.
Por isso, caso o fornecimento seja interrompido se o país não aceitar pagar em rublos, Berlim já informou que não dá para descartar a possibilidade de enfrentar uma recessão.
“Nas últimas semanas, fizemos esforços intensos em conjunto com todos os players importantes do mercado para importar menos combustíveis fósseis da Rússia e ampliar o fornecimento”, disse o ministro da Economia e Clima, Robert Habeck.
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Hoje, o país está sob um plano de emergência de gás de três etapas para preparar o país para um possível choque de oferta.
O primeiro passo é essa "fase de alerta precoce" para evitar uma deterioração do fornecimento. Na fase final, o governo iniciaria o racionamento de gás.
Habeck afirmou que, pelo menos por enquanto, o fornecimento de gás está protegido e, até agora, a Rússia ainda está cumprindo seus contratos.
Porém, o ministro informou que está aumentando as medidas de precaução para caso a Rússia inicie uma escalada.
A Rússia já estava elaborando algum meio para aceitar pagamentos pelas exportações de gás natural em rublos, em resposta às sanções impostas pelo Ocidente depois da invasão da Ucrânia.
Segundo analistas do mercado consultados pela BBC, essa medida vai apoiar a moeda do país de Putin, que derreteu após Moscou iniciar a guerra no país vizinho, mas logo iniciou o movimento de recuperação.
Na segunda-feira (28), Moscou adotou uma postura dura e informou que tomará medidas contra os países que se recusarem a fazê-lo.
A princípio, o Kremlin deu um prazo até esta quinta-feira (31) para que o banco central, o governo e a gigante do gás russo Gazprom apresentem propostas para que os países considerados “hostis” por Moscou paguem em rublos pelo gás.
A União Europeia, que faz o pagamento da importação principalmente em euros, foi contrária e rejeitou a proposta. A justificativa foi que a gigante estatal russa de gás Gazprom não pode refazer os contratos já feitos.
Hoje, o país de Vladimir Putin apresentou uma postura mais suave que a inicial e afirmou que os pagamentos em rublos devem ser introduzidos gradualmente, e não a partir de amanhã, como foi dito inicialmente.
"Pagamento e entrega é um processo demorado... do ponto de vista tecnológico, é um processo mais demorado ainda", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.
*Com informações de BBC
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