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Em uma mudança de tom na abordagem sobre a invasão ucraniana, chanceleres chinês e ucraniano conversam por telefone em busca de uma solução
Tanques, metralhadoras e bombas. Nada disso foi usado - ainda - pelos Estados Unidos, Europa e aliados para conter o avanço russo sobre o território ucraniano. As grandes potências do Ocidente empunharam outra arma para tentar frear Moscou: as sanções. Proporcional ao tamanho do ataque econômico e financeiro é a proteção de Vladimir Putin: a China.
Em um primeiro momento, os Estados Unidos, o Reino Unido e a União Europeia correram para impor sanções à Rússia na tentativa de evitar o conflito com a Ucrânia. Agora, usam essas medidas para pressionar Moscou a interromper sua invasão.
Além de congelar bens de Putin e do ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, norte-americanos, britânicos e europeus miraram o banco central e retiraram alguns credores do país do sistema de pagamentos globais Swift, além de outras sanções econômicas. Outros aliados, incluindo Japão, Canadá, Austrália e Coreia do Sul, também adotaram sanções.
As medidas têm potencial para estrangular a economia da Rússia que, sem recursos para financiar a invasão, pode ser obrigada a recuar. Mas será que terão o efeito esperado?
A resposta para essa pergunta esbarra na China, que pode ser o grande escudo para proteger Moscou de um colapso econômico e financeiro.
Isso porque, mais cedo, o governo chinês se manifestou indicando que se opõe às sanções contra Moscou.
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O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Wang Wenbin, disse nesta quarta-feira (02) que seu país se opõe a “todas as sanções unilaterais ilegais e acredita que elas nunca são meios fundamentalmente efetivos de se resolver problemas”.
Segundo ele, as sanções “apenas criarão sérias dificuldades para a economia e a subsistência dos países relevantes e intensificarão ainda mais a divisão e o confronto”.
O regulador bancário e de seguros da China engrossou o coro, afirmando que o país se opõe e não irá aderir a sanções financeiras contra a Rússia.
“Em relação às sanções financeiras, não apoiamos isso”, disse Guo Shuqing, presidente da Comissão Reguladora de Bancos e Seguros da China, em uma entrevista coletiva em mandarim, de acordo com uma tradução da CNBC.
Ele também destacou uma oposição particular às sanções “unilaterais”, que ele disse não resolver os problemas efetivamente. “A China não vai aderir a essas sanções.”
Guo também é secretário do Partido Comunista Chinês no banco central do país. Ele acrescentou hoje que espera que todos os lados mantenham as trocas econômicas normais e que as sanções não tiveram impacto aparente na China até agora.
Apesar de não apoiar as sanções contra a Rússia - algo que já era esperado - a China sinalizou uma mudança importante de posição na abordagem do conflito. Na terça-feira (01), o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, conversou por telefone com o chanceler da Ucrânia.
Este foi o primeiro diálogo formal entre os dois países desde a invasão russa da semana passada. Pequim é aliada de Moscou e, até agora, absteve-se de condenar a invasão nas reuniões do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).
Na ligação, não houve qualquer crítica por parte de Wang à ofensiva militar da Rússia ou a Putin. Mas o chinês expressou algum nível de solidariedade aos chanceler ucraniano, Dmitro Kuleba, ao se dizer "extremamente preocupado com os danos aos civis" da Ucrânia.
Kuleba, por sua vez, pediu que a China use seus laços com Moscou para acabar com a guerra e teria recebido como resposta a promessa de Pequim de usar todos os esforços para resolver o conflito de maneira diplomática.
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