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Os desenvolvedores, usuários e investidores ficaram a ver navios enquanto a Terraform Labs migrou para a nova blockchain
Um astronauta cruza os céus e aparece um mês depois da destruição de um planeta inteiro. Ele nada mais encontra: tudo desapareceu e só restam as lembranças do que um dia foi aquele espaço. Esse pode parecer o roteiro de um filme pós-apocalíptico ou Starman do David Bowie, mas é o histórico da Terra (LUNA), a criptomoeda que desapareceu.
A última terça-feira (07) marcou um mês do que foi considerada o início do fim do que chegou a ser um dos dez maiores projetos em criptomoedas do mundo. O que começou com um rumor terminou com a queda do projeto de US$ 119 para menos de milésimos de dólares em poucos dias.
Juntamente com a Terra (LUNA), desapareceu também a TerraUSD (UST), a stablecoin algorítmica — lastreada não em moedas fiduciárias, mas em outras criptomoedas — do protocolo. Dias depois, os desenvolvedores tentaram criar um novo projeto, mas não deu muito certo.
Relembre o que aconteceu com a Terra:
Naquele 7 de maio corria o que começou com um boato no mercado. O lastro em criptomoedas da stablecoin UST começava a cair e a moeda começou a perder paridade com o dólar americano.
Em um primeiro momento, o mercado tratou isso como um FUD — sigla em inglês para medo, incerteza e desentendimento. Entretanto, quando a emissão da Terra (LUNA) disparou e as cotações caíram ainda mais, não havia jeito de esconder: tratava-se de um ataque à rede.
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Os desenvolvedores consideram esse o dia zero do início da destruição do protocolo Terra (LUNA).
Para tentar salvar as cotações de ambas as moedas, que entraram na chamada “espiral da morte”, os desenvolvedores precisaram se livrar das criptomoedas que faziam o lastro da TerraUSD.
Mas o efeito foi justamente o contrário: ao despejar cerca de US$ 1,5 bilhão em bitcoins no mercado, a Terraform Labs (TFL), responsável pela Terra (LUNA), derrubou ainda mais as cotações da sua própria criptomoeda.
Até as últimas tentativas de salvar a Terra (LUNA), os desenvolvedores movimentaram cerca de US$ 3,5 bilhões em criptomoedas, mas nada adiantou. A LUNA já valia menos do que US$ 0,0001 e a UST havia perdido paridade com o dólar.
Com o estrago já feito, o jeito era tentar salvar o projeto. As primeiras informações eram de que a Terraform Labs faria um fork — uma divisão da rede — para tentar salvar a blockchain remanescente.
A rede estava empolgada com o plano, mas os próprios desenvolvedores voltaram a jogar água no chope dos usuários: não haveria um fork, mas a criação de uma nova blockchain do zero.
Assim, a nova Terra passaria a se chamar Terra (LUNA) e a antiga criptomoeda passaria a se chamar Terra Classic (LUNC). A stablecoin TerraUSD (UST) também desapareceria no novo projeto.
Por se tratar de um projeto em código aberto, os programadores que desenvolvem aplicativos descentralizados (DApps) ficaram descontentes com a criação de uma nova blockchain.
Isso porque migrar para uma nova rede, ainda que muito parecida com a anterior, exige atualização de softwares e muitas vezes de hardware (CPUs, placas de vídeo e todo maquinário para operar na rede).
Após um dia de atraso, a TFL finalmente lançou a Terra 2.0 no dia 28 de maio, finalmente deixando para trás a Terra Classic (LUNC).
O projeto, entretanto, não empolgou: os analistas simplesmente deixaram de analisar o projeto 2.0 da Terra (LUNA) e o projeto despencou mais de 70% em dois dias de vida.
Só hoje, a Terra (LUNA) caiu 19,60%, negociada a US$ 3,47. Desde seu lançamento, as cotações caíram 82,24%.
O desaparecimento de uma das maiores criptomoedas do mundo também retirou a confiança dos investidores nesse mercado. Isso se refletiu na pressão sobre as cotações de outras moedas digitais, como o próprio bitcoin.
Novos projetos em stablecoins algorítmicas, como é o caso da USDD (USDD), da Tron (TRX), passaram a ser questionados pelo mercado — mas vale destacar que são bastante diferentes entre si.
Além disso, nem mesmo investidores, usuários ou desenvolvedores foram ressarcidos pelo desaparecimento da LUNC ou da UST. O que restou para quem permaneceu na antiga blockchain da Terra foi ser um homem das estrelas, esperando no céu, como diria Bowie.
O mercado de criptomoedas não possui freios e contrapesos, mas o mundo físico tem.
Tanto os desenvolvedores da Terraform Babs quanto Do Kwon, criador da Terra, foram formalmente intimados pelo governo da Coreia do Sul a dar explicações sobre o desaparecimento da Terra.
De acordo com a acusação, cinco investidores locais perderam o equivalente a US$ 1,1 milhão após problemas na Terra Network.
As autoridades coreanas estimam que 280 mil usuários possuíam um total de 70 bilhões em LUNA — o equivalente a mais de US$ 6 trilhões espalhados por todo país.
Do Kwon também é acusado de dever mais de US$ 78 milhões aos cofres públicos coreanos. As denúncias incluem evasão de impostos tanto de sua pessoa física quanto da sua empresa.
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