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Vários dos grandes de bancos de Wall Street estão se aproximando das criptomoedas. Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citi já estão escolhendo cuidadosamente suas estratégias para mergulhar nesse mercado.

Empréstimo consignado, cheque especial, rotativo e até on-line. Existem tantas opções de crédito para consumidores e empresas que fica até difícil imaginar qual será a próxima modalidade. Mas não para a BlackRock. A maior gestora do mundo se prepara para aceitar bitcoin (BTC) e outros criptoativos como garantia de seus empréstimos.
A empresa com sede em Nova York, que administra mais de US$ 10 trilhões em ativos para instituições, planeja entrar no setor de criptomoedas com “suporte ao cliente para negociação e depois com sua própria linha de crédito”, de acordo com fontes ouvidas pela CoinDesk.
Uma dessas fontes disse que a BlackRock permitirá que seus clientes – que incluem fundos públicos de pensão e fundos soberanos – negociem criptomoedas por meio da Aladdin - abreviação em inglês para Ativo, Passivo, Dívida e Rede de Investimentos Derivativos -, a plataformas de gestão integrada de investimentos da gestora de ativos.
Embora não haja ainda um cronograma para o lançamento do serviço, a gestora deu alguns sinais de suas intenções já em junho, quando começou a contratar um líder de estratégia blockchain para a Aladdin.
Caso se confirme, a BlackRock não deve surfar nessa onda sozinha. Vários dos grandes bancos de Wall Street estão se aproximando das criptomoedas. Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citi já estão escolhendo cuidadosamente suas estratégias para mergulhar nesse mercado.
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Registros da SEC, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, indicam que a gestora sinalizou positivamente sobre sua posição em relação às criptomoedas, incluindo a negociação de futuros de bitcoin da bolsa de derivativos Chicago Mercantile Exchange.
A BlackRock também tem planos de lançar um fundo negociado em bolsa que acompanha um índice composto por empresas envolvidas em tecnologias de criptoativos nos Estados Unidos e no exterior, que foi batizado de iShares Blockchain and Tech ETF.
Ainda de acordo com uma fonte com conhecimento dos planos, a BlackRock está “procurando entrar em ação total com cripto” e “procura fornecedores no setor”.
Uma terceira fonte indicou que existe um grupo de trabalho de “aproximadamente 20 ou mais pessoas” dentro da BlackRock que está avaliando o mercado de criptomoedas.
“Eles enxergam o fluxo que todo mundo está recebendo e querem começar a ganhar algum dinheiro com isso”.
*Com informações da CoinDesk
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