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Quem volta ao radar nos próximos dias é o projeto de lei do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para as criptomoedas, após intensos debates com a secretária do Tesouro americano, Janet Yellen
A penúltima semana de fevereiro se encaminha para o fim e com ela os bons rendimentos das criptomoedas. O bitcoin (BTC) deve fechar a semana em queda de mais de 7%, após uma constante ameaça de invasão da Ucrânia pela Rússia.
O vai e vem das informações desencontradas, somado à cautela gerada pela ata da última reunião do Fed, formaram o cenário perfeito para a queda dos ativos de risco. Entre eles, ações e criptomoedas.
Por volta das 12h, as dez maiores criptos do mundo operavam da seguinte forma:
| # | Nome | Preço | 24h % | 7d % |
| 1 | Bitcoin (BTC) | US$ 40.399,33 | -6,72% | -7,19% |
| 2 | Ethereum (ETH) | US$ 2.894,75 | -5,86% | -6,70% |
| 3 | Tether (USDT) | US$ 1,00 | 0,00% | -0,02% |
| 4 | BNB (BNB) | US$ 404,65 | -4,74% | -2,70% |
| 5 | USD Coin (USDC) | US$ 0,9998 | 0,01% | 0,01% |
| 6 | XRP (XRP) | US$ 0,7812 | -4,44% | -4,38% |
| 7 | Cardano (ADA) | US$ 1,02 | -4,62% | -11,57% |
| 8 | Solana (SOL) | US$ 94,13 | -5,17% | -11,27% |
| 9 | Avalanche (AVAX) | US$ 87,13 | -6,38% | -3,24% |
| 10 | Terra (LUNA) | US$ 51,02 | -9,00% | -5,69% |
Quem cresceu esta semana foi a família dos fundos de índice (ETFs, em inglês) em criptomoedas da bolsa brasileira.
O desempenho deles, no entanto, acompanhou os preços das maiores moedas digitais do planeta e também deve fechar a semana em queda.
Assim sendo, o quadro de ETFs em criptomoedas da B3 fica dessa forma:
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| Ticker | Gestora | Preço | Variação (24h%) | Variação (7d%) |
| HASH11 | Hashdex | R$ 37,41 | -4,69% | -11,77% |
| ETHE11 | Hashdex | R$ 43,71 | -2,87% | -12,55% |
| BITH11 | Hashdex | R$ 49,94 | -5,58% | -10,18% |
| DEFI11 | Hashdex | R$ 44,80 | -0,69% | -0,69% |
| QBTC11 | QR Capital | R$ 13,13 | -5,40% | -8,18% |
| QETH11 | QR Capital | R$ 10,71 | -2,64% | -11,12% |
| QDF11 | QR Capital | R$ 8,09 | -0,98% | -1,33% |
A batalha entre touros e ursos continua nas métricas internas da rede (blockchain) da maior criptomoeda do mundo. Mesmo com a taxa de mineração nas alturas, houve uma “macronização” dos investimentos de uma forma geral.
Isso significa que os ativos passaram a acompanhar os movimentos macroeconômicos ao invés de acompanharem seus fundamentos. O banco central americano, o Federal Reserve, é o grande chefão dessa história.
Com a tendência de alta nos juros, os investimentos mais seguros do mundo — os títulos do Tesouro americano — passaram a ficar mais atrativos, o que retira recursos de ativos de risco, como ações e criptomoedas.
Dessa forma, os ativos digitais devem seguir a tendência das bolsas americanas até a próxima reunião do Fed, em março.
"A quinta-feira, em especial, trouxe uma correção forte e, neste momento, o BTC está brigando com a zona de US$ 40 mil para decidir se vamos voltar a ver níveis na casa dos US$ 30 mil ou se teremos uma reversão. Apesar disso, não tivemos grandes motivos intrínsecos do mercado para a correção", comenta o analista de criptomoedas da Empiricus, Vinícius Bazan.
Ele destaca ainda que a mineração do BTC conseguiu se reorganizar e voltar a bater recordes depois do banimento da China, no ano passado, o que mostra, mais uma vez, a solidez do mercado.
O presidente americano, Joe Biden, deve publicar o relatório da Casa Branca sobre criptomoedas na semana que vem, de acordo com informações do Yahoo! Finance.
O texto deve ser abrangente na questão da regulamentação de ativos digitais. Segundo fontes oficiais, serão publicadas diretrizes sobre moedas digitais de bancos centrais (CDBCs, em inglês) e outros artigos criptográficos.
O anúncio foi feito depois de uma publicação da Bloomberg que afirmava que a secretária do Tesouro, Janet Yellen, estaria travando o texto da Casa Branca. Apesar da expectativa geral com o dólar digital, os investidores e analistas buscam maiores informações sobre a taxação de criptomoedas.
A primeira proposta previa a arrecadação de cerca de US$ 550 bilhões com taxas sobre ativos digitais, o que foi considerado excessivo pelos investidores e entusiastas.
Perdeu alguma notícia? Relaxa que aqui a gente faz um resumo para você:
A grande notícia da semana foi sem dúvidas o desacordo entre a Casa Branca e a secretária do Tesouro americano, Janet Yellen, em relação a uma publicação do governo envolvendo criptomoedas.
Em um movimento de solidariedade, diversas corretoras e portais relacionados a criptomoedas fizeram uma campanha para levantar doações em bitcoin (BTC) e ethereum (ETH) para ajudar as vítimas dos deslizamentos em Petrópolis (RJ).
No final da semana passada, um relatório da Finder destacou o potencial de alta do ethereum ainda este ano. A projeção é distante das mais otimistas, feitas no ano passado.
Contudo, os especialistas ouvidos pela fintech acreditam que a segunda maior criptomoeda do mundo ainda pode dobrar de preço em 2022. Para os mais pacientes, os ganhos em oito anos podem chegar a mais de 700%.
Uma criptomoeda em especial deve colocar fim à era dos cartórios: estamos falando da Chainlink (LINK).
E essa não é só uma opinião dos especialistas ouvidos pelo Seu Dinheiro: quem afirma isso é o Bank of America, um dos maiores bancos dos Estados Unidos.
Em um relatório publicado ontem (17), a instituição destaca que a LINK está no centro de uma revolução de mais de US$ 200 bilhões.
Em entrevista ao Papo Cripto, o programa sobre criptomoedas do YouTube do Seu Dinheiro, Vinícius Bazan, especialista em criptomoedas da Empiricus, disse acreditar que o mesmo período da “bolha da internet”, que vai de 1995 até 2000, já aconteceu para os ativos digitais.
No entanto, a nova aposta do analista permanece em uma classe de ativos ainda pouco explorada: os jogos do tipo play-to-earn (“jogar para ganhar”, em inglês).
O primeiro teste em larga escala com uma CDBC (moeda digital de Banco Central, em inglês) está ocorrendo agora com as Olimpíadas de Inverno na China.
O yuan digital já está sendo usado para fazer 2 milhões de yuans (US$ 316 mil) ou mais em pagamentos por dia, segundo o diretor-geral do PBoC Digital Currency Research Institute, Mu Changchun.
Ilya Lichtenstein, ou “Dutch”, um cidadão russo-americano, e sua esposa Heather Morgan foram presos em Manhattan, Nova York, acusados de conspirar para lavar quase 120 mil bitcoins, o equivalente a US$ 4,5 bilhões (cerca de R$ 23,6 bilhões).
Essa história ao melhor estilo “Bonnie e Clyde” aconteceu na semana passada, mas é um feito sem igual para os investigadores americanos. Mas o fato curioso é: essa é a primeira vez que o Federal Reserve, o BC americano, tem bitcoins em caixa. Entenda mais aqui.
Após a propaganda no intervalo da final da NFL, a liga de futebol americano dos EUA, o volume negociado na Coinbase disparou 43,07% em 24 horas. De acordo com o CoinMarketCap, a corretora movimentou um montante de US$ 2,5 bilhões.
Entretanto, no mesmo dia, as ações da Coinbase (COIN) caíram mais de 5% durante o pregão nos Estados Unidos — e você entende aqui o porquê.
Apesar de o cenário macroeconômico preocupar, os dados internos da rede (blockchain) do bitcoin permanecem em terreno majoritariamente positivo.
"Majoritariamente" porque, enquanto a taxa (hashrate) de mineração da maior criptomoeda do mundo bate novas máximas e indica que a rede está mais forte do que nunca, os investidores de longo prazo (long term holders ou LTH, no jargão do mercado) parecem estar se desfazendo de suas posições.
Acompanhar os movimentos dos LTH pode dar pistas dos próximos passos do preço do bitcoin. Quando eles acumulam BTCs, indica que os investidores esperam alta das cotações. Por outro lado, ao se desfazerem de suas moedas, é esperada uma queda.
No novo passo em direção à regulamentação das moedas virtuais, o Ministério da Economia russo mostrou apoio e sugeriu permitir a mineração em regiões com um “excedente constante de geração de eletricidade”, de acordo com a agência de notícias Izvestia.
O anúncio ocorre semanas depois do debate entre o presidente Vladimir Putin e o banco central da Rússia sobre o BTC e a decisão de criar um pacote de medidas para regularizar os ativos digitais.
Na última quinta-feira (17), a B3 ganhou mais um ETF da família de fundo de índice, com a estreia do DEFI11. No entanto, a captação do fundo na oferta primária ficou muito aquém das projeções.
Dos R$ 500 milhões esperados, o DEFI11 conseguiu pouco mais de 10% do total, cerca de R$ 55,5 milhões. Além disso, a oferta do ETF da Hashdex teve início no mesmo dia em que a QR Capital anunciou o início das negociações do primeiro fundo de DeFi na B3, o QDFI11.
A "ultrapassagem" da gestora concorrente pode ter custado alguns milhões na captação do DEFI11, tendo em vista que, em apenas uma semana, o QDFI11 negociou cerca de R$ 9 milhões.
Assista à entrevista completa com Vinícius Bazan, especialista em criptomoedas da Empiricus, o convidado do Papo Cripto #012. Ele ainda comenta a regulação de cripto, stablecoins e mais destaques do mercado de ativos digitais:
A 21shares espera um movimento de preços menos volátil e correções mais moderadas, com a adoção institucional reduzindo oscilações extremas
Duas moedas físicas criadas em 2011 e 2012, quando o bitcoin valia centavos, reaparecem e somam R$ 975 milhões
Com a recente forte correção do bitcoin, analistas voltam a prever o fim da criptomoeda — e o contador de “mortes” já chega a 450
Mercado global de criptomoedas perdeu cerca de US$ 1 trilhão desde o pico de preços nos últimos dias
Queda expressiva do Bitcoin derrubou o desempenho da competição da Synthetix, onde quase 90% dos participantes terminaram no prejuízo
Dado forte nos EUA reduziu apostas de corte de juros, elevou a aversão ao risco e pressionou a criptomoeda
Leão atualizou prestação de informações relativas a operações com criptoativos a fim de intensificar o combate à evasão, à lavagem de dinheiro e ao financiamento de atividades criminosas
Enquanto a maior criptomoeda do mundo registra uma queda da ordem de 13,6% em 30 dias, empresas como a Strategy, a OranjeBTC e o Méliuz têm desempenhos mais fracos
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