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Saiba o que movimentou o mercado nesta semana: a publicação do Fed sobre stablecoins, futuros de BTC na bolsa brasileira e mais
Mais uma semana caminha para o fim e os investidores podem comemorar ao menos um pouco depois de um mês de janeiro sangrento. O bitcoin (BTC) conseguiu superar a barreira dos US$ 40 mil no início da tarde de hoje e empolgou as demais criptomoedas do mercado.
Dessa forma, o mercado entra em uma nova fase e podemos aguardar um novo cenário na semana que vem.
Por volta das 16h, o bitcoin operava em alta de 4,12%, cotado a US$ 37.795,26 (R$ 200.742,65). Com isso, as demais criptomoedas do mercado também seguiam a tendência positiva no mesmo horário:
| # | Nome | Preço | 24h % | 7d % |
| 1 | Bitcoin (BTC) | US$ 40.342,23 | 9,68% | 8,94% |
| 2 | Ethereum (ETH) | US$ 2.946,42 | 12,35% | 19,22% |
| 3 | Tether (USDT) | US$ 1,00 | 0,00% | -0,01% |
| 4 | BNB (BNB) | US$ 391,82 | 7,15% | 1,37% |
| 5 | USD Coin (USDC) | US$ 0,9994 | -0,09% | -0,08% |
| 6 | Cardano (ADA) | US$ 1,10 | 5,10% | 6,96% |
| 7 | Solana (SOL) | US$ 108,91 | 11,90% | 19,28% |
| 8 | XRP (XRP) | US$ 0,6373 | 6,04% | 5,65% |
| 9 | Terra (LUNA) | US$ 51,72 | 5,83% | 6,52% |
| 10 | Polkadot (DOT) | US$ 20,08 | 8,73% | 11,48% |
Mesmo com o bitcoin (BTC) andando de lado, o mercado de fundos de índice (ETF, em inglês), também caminha para uma semana descontada.
Você pode clicar aqui para saber mais sobre cada um deles.
Confira o fechamento de ontem dos ETFs em criptomoeda da bolsa brasileira e o acumulado da semana até o momento e o desempenho deles em janeiro:
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| Ticker | Gestora | Preço | Variação (24h%) | Variação (7d%) | Variação (30d%) |
| HASH11 | Hashdex | R$ 35,34 | -1,88% | -2,11% | -28,33% |
| ETHE11 | Hashdex | R$ 40,82 | -1,55% | 2,33% | -34,01% |
| BITH11 | Hashdex | R$ 46,70 | -1,33% | -4,01% | -25,38% |
| QBTC11 | QR Capital | R$ 12,15 | -1,65% | -6,54% | -25,91% |
| QETH11 | QR Capital | R$ 10,15 | -2,07% | -0,49% | -33,66% |
Os investidores ainda aguardam a lei de Joe Biden sobre criptomoedas, prometida para o início de fevereiro. Somado a isso, o mercado esperava ansiosamente a retomada do patamar de US$ 40 mil do bitcoin.
Sendo assim, os investidores agora podem aguardar algum destrave de valor da maior criptomoeda do mundo.
Na máxima da semana, o BTC atingiu os US$ 39 mil e bateu os US$ 36 mil na mínima. Ou seja, essa faixa de preço permanece como um patamar de sustentação para a maior criptomoeda do mundo.
Os dados internos da blockchain, como a taxa de mineração (hashrate) e o índice de força relativa (RSI, em inglês), apontam para uma tendência altista, mesmo que haja uma forte pressão vendedora no curto prazo.
Nesta sexta-feira (04) vencem cerca de US$ 730 milhões (R$ 3,8 bilhões) em opções do bitcoin, de acordo com dados do Coinglass e Cointelegraph, o que deve injetar certa volatilidade no mercado hoje.
Perdeu alguma notícia? Relaxa que aqui a gente faz um resumo para você!
E não se esqueça: sexta-feira é dia de space no Twitter do Seu Dinheiro. Nós comentamos os principais movimentos do mercado em formato de áudio e fica gravado para você ouvir depois — confira o último aqui.
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Agora sim, vamos aos destaques da semana:
O Brasil inovou ao ser um dos primeiros países a permitir a negociação de fundos de índice (ETF, em inglês) em criptomoedas na bolsa brasileira. Agora, mais um passo foi dado nas opções de diversificação do investidor local.
A B3 (B3SA3) planeja lançar um mercado de futuros de bitcoin (BTC) e ethereum (ETH) ainda neste ano.
Assim como a diversificação dos ativos na sua carteira ou o mercado de opções, os contratos futuros também funcionam como uma alternativa para proteção (hedge) dos seus investimentos.
Mas se você, investidor pessoa física, pretende entrar nessa onda, pense de novo: os especialistas ouvidos pelo Seu Dinheiro recomendam outras opções.
O Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano), publicou estudo divulgado na última terça-feira (1º) em que destaca a importância das stablecoins no cenário atual, mas também ressalta o impacto no sistema financeiro tradicional.
Entre debates sobre segurança de custódia e agendas no Congresso americano para debater o tema, o governo parece inclinado a fazer um acordo de cavalheiros entre o mundo das criptomoedas e o mercado tradicional.
Depois de uma disputa entre o Banco Central Russo e o presidente do país, Vladimir Putin, uma medida provisória foi aprovada para legalizar as criptomoedas.
O documento prevê a regulamentação, identificação de clientes, diretrizes de responsabilidades por infrações em crimes envolvendo criptomoedas, entre outros pontos.
Além do Congresso russo, outras entidades e agências estatais auxiliaram na construção da proposta. Entre elas, os ministérios da Economia e Desenvolvimento Econômico, Administração Interna e Desenvolvimento Digital, o Ministério Público, o Serviço Federal de Segurança e Fiscal e até mesmo o Banco Central da Rússia.
Contudo, partes do texto não foram ratificadas pela autoridade monetária do país.
A gigante de tecnologia Meta, antigo Facebook, teve um desempenho aquém das expectativas do mercado, o que fez os papéis da empresa despencarem mais de 20% no aftermarket dos Estados Unidos.
Como consequência da queda forte da Meta, o Nasdaq — índice de ações focado no setor de tecnologia — opera em terreno negativo; outras companhias do segmento, como PayPal e Zoom, também recuam com intensidade em meio aos balanços mais fracos que o esperado.
Isso refletiu no desempenho do bitcoin nesta semana. Entenda porque o balanço dessa big tech movimentou o mercado de criptomoedas.
O pagamento em bitcoin não é uma coisa do futuro. A Visa publicou um levantamento que indica que o uso de cartões vinculados a criptomoedas movimentou cerca de US$ 2,5 bilhões em seu primeiro trimestre fiscal de 2022 - que vai de outubro a dezembro.
O número já é 70% do volume de criptomoedas da Visa para todo o ano fiscal de 2021, o que significa que a adoção de cartões com suporte de criptomoedas está aumentando significativamente.
Ainda nesta semana, o valor movimentado em transações envolvendo bitcoin ultrapassou a popular rede de cartões de crédito americana, American Express.
Enquanto a Amex movimentou cerca de US$ 1,3 trilhão, a maior criptomoeda do mundo triplicou a aposta: foram transacionados cerca de US$ 3 trilhões em BTC no primeiro trimestre de 2021.
O número ainda é pequeno frente ao volume negociado pela Visa, de US$ 13.505 trilhões, mas o bitcoin vem ganhando posições consideravelmente nos últimos anos.
A 7ª maior criptomoeda do mundo e projeto promissor para os próximos anos também surpreendeu esta semana.
A Solana (SOL) disparou mais de 17% hoje após o anúncio de que os desenvolvedores por trás da moeda criaram uma plataforma de pagamentos dentro da rede (blockchain) da SOL.
Essa solução permitirá que comerciantes aceitem pagamentos em criptomoedas de maneira fácil, segura e descentralizada.
De acordo com os desenvolvedores, o protocolo ainda é inicial, mas permitirá pagamentos em solana e criptomoedas baseadas na blockchain da SOL, além de aceitar USD coin (USDC), uma das maiores stablecoins do mundo.
Ainda falando de uma das criptomoedas mais interessantes para os próximos meses, uma das plataformas de finanças descentralizadas (DeFis) da Solana sofreu um ataque hacker entre quarta (02) e quinta-feira (03).
O protocolo chamado Wormhole (“buraco de minhoca”, em tradução) permite que os usuários negociem e transacionem DeFis e NFTs entre as redes da SOL e do ETH.
As reservas das DeFis não foram afetadas, mas a plataforma perdeu o equivalente a US$ 320 milhões em tokens de negociação da rede, os wETH (wrapped ethereum), que funcionam como recibos de ethereum com paridade de 1 para 1.
De acordo com a plataforma, o dinheiro foi resgatado, sem dar maiores detalhes sobre o acontecimento.
A maior empresa de tesouraria de bitcoin do mundo informou que adicionou mais de 10 mil BTC ao seu caixa, investindo US$ 980 milhões em plena fase de baixa do mercado
A 21shares espera um movimento de preços menos volátil e correções mais moderadas, com a adoção institucional reduzindo oscilações extremas
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