O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os cinco primeiros são nomes conhecidos no mercado de criptomoedas, como o presidente da Binance, CZ, e Brian Armstrong, da Coinbase
As criptomoedas têm funcionado como uma verdadeira fábrica de bilionários. Nesta terça-feira (05), a revista Forbes divulgou o ranking das 19 maiores fortunas do mercado cripto. Alguns dos nomes da lista inclusive já apareciam no ranking do ano passado, e apenas aumentaram seu patrimônio nos últimos meses.
Os três mais ricos são Changpeng Zhao — conhecido como CZ —, Sam Bankman-Fried e Brian Armstrong, que estão à frente das maiores corretoras de cripto (exchanges) do mundo.
Confira o ranking com os 19 bilionários do ramo de criptomoedas do mundo:
A pessoa mais rica do mundo no mercado de criptomoedas é ninguém menos que o canadense Changpeng Zhao, mais conhecido como CZ. Ele é presidente da maior exchange do mundo, a Binance, que movimenta cerca de US$ 22 bilhões por dia.
De acordo com as estimativas da Forbes, a fortuna de CZ cresceu US$ 1,9 bilhão no último ano.
Em segundo lugar, Sam Bankman-Fried, dono da popular corretora FTX também figura entre um dos maiores bilionários da lista. Além de patrocinar a Fórmula 1, a FTX também fez um investimento de US$ 1 bilhão no maior time de e-sports do mundo.
Leia Também
A exchange nasceu em Hong Kong, mas mudou-se para Bahamas pela flexibilidade das leis sobre criptomoedas. Bankman-Fried ganhou destaque no ano passado por ser um dos representantes do mundo cripto em uma audiência na Câmara americana sobre regulação.
A medalha de bronze vai para o CEO da Coinbase. Armstrong coordenou a oferta de ações (IPO, em inglês) da corretora na bolsa americana em abril do ano passado.
Mais recentemente, Brian Armstrong se pronunciou nas redes sociais contra a lei de criptomoedas do parlamento europeu.
O cofundador da FTX também é um dos bilionários da Forbes. Wang foi responsável por lançar a corretora juntamente com Bankman-Fried, em 2019.
Formado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), Wang foi desenvolvedor de softwares no Google, responsável pela plataforma de reservas Google Flights.
O cofundador da Ripple, cujo token XRP está entre as dez maiores criptomoedas do mundo, fez fortuna com o mercado, mesmo com a SEC, a CVM americana, em cima da empresa.
Você pode entender o caso na nossa matéria especial: Conheça sua cripto: XRP (XRP) dispara quase 40% na semana após SEC permitir defesa das acusações.
Os gêmeos bilionários ficaram conhecidos pela oposição a Mark Zuckerberg durante a criação do Facebook, história eternizada no filme A rede social (The Social Network, em inglês).
Os irmãos começaram a comprar bitcoin em 2012, quando a criptomoeda valia pouco mais de centavos de dólar. Desde então, os gêmeos têm diversificado seu portfólio de cripto.
O fundador da corretora sul-coreana Upbit é o primeiro fora do eixo Europa-Estados Unidos a fazer parte da lista.
Chi-hyung tem cerca de um quarto da empresa-mãe da Upbit, a Dunamu, avaliada em cerca de US$ 17 bilhões. Em novembro passado, a agência por trás do grupo de k-pop BTS comprou cerca de 2,5% de participação na companhia.
O fundador da Digital Currency Group — que controla a Greyscale, o maior fundo de investimento em criptomoedas do mundo — também fez uma fortuna bilionária na diversificação desse mercado.
Por meio de suas subsidiárias, Silbert investiu em mais de 200 startups relacionadas ao mundo de moedas digitais.
McCaleb participou da criação da Ripple, juntamente com Chris Larsen, em 2012. Contudo, boa parte da sua fortuna veio do Ripple Labs, que desenvolvia projetos além da criptomoeda XRP.
O bilionário também é chefe da área de tecnologia (chief technology officer, ou CTO) da criptomoeda Stellar (XLM), na 30ª posição entre as maiores moedas digitais do mundo.
Estudantes de Stanford, Viswanathan e Lau criaram a rede em blockchain da Alchemy, focada no universo da Web 3.0, a nova geração da internet. Ao todo, eles construíram cerca de 10 projetos juntos, o que lhes rendeu fortuna nos últimos anos.
Tanto Finzer quanto Atallah mal chegaram aos trinta anos e já são donos de uma das maiores plataformas de negociação de artes em NFTs, os tokens não fungíveis — ou apenas certificados digitais — do mundo.
De acordo com um levantamento do ano passado, a OpenSea é avaliada em US$ 13,3 bilhões, e cada um dos fundadores detém cerca de 18,5% da companhia.
Após auxiliar Brian Armstrong na fundação da Coinbase, Ehrsam agora comanda a Paradigm, focada em investimentos em empresas de criptomoedas e tokenização.
Antes de se aventurar no mundo cripto, o co-fundador da exchange trabalhou no Goldman Sachs.
O vice-presidente executivo da Dunamu detém cerca de 13% da maior corretora de criptomoedas da Coreia do Sul, a Upbit.
Hyoung-nyon também foi cofundador da Upbit, juntamente com o também bilionário Song Chi-hyung.
Saylor transformou a companhia de softwares MicroStrategy, fundada em 1989, em um verdadeiro caso de sucesso do bitcoin. Em 2020, o bilionário comprou o equivalente a US$ 1 bilhão em BTCs, cerca de 70 mil unidades da criptomoeda.
Desde então, as ações da companhia mais que quadruplicaram em dois anos.
Além de investir em bitcoin no início de 2012, Roszak também apostou em startups de criptomoedas. Nomes como Coinbase e Kraken são algumas das corretoras que estavam sob o guarda-chuva do bilionário.
Ele foi responsável por uma campanha no Congresso americano para doar US$ 50 em moedas digitais para cada parlamentar. Segundo ele, Richard Branson e Bill Clinton ganharam seus primeiros bitcoins com Roszak.
Fechando a lista dos maiores bilionários do mundo cripto, Draper comprou 29.656 bitcoins em 2014, pagando cerca de US$ 632 por criptomoeda. A valorização do BTC desde então é de 7.170% — o que explica parte de sua fortuna bilionária.
Não está claro se Draper vendeu parte ou a totalidade de suas criptomoedas. No entanto, os mais de 29 mil BTCs hoje valem US$ 1,362 bilhão.
| Posição | Nome | Área de trabalho | Fortuna |
| ?1 | Changpeng Zhao (CZ) | Binance | US$ 65 bilhões |
| ?2 | Sam Bankman-Fried | FTX | US$ 24 bilhões |
| ?3 | Brian Armstrong | Coinbase | US$ 6,6 bilhões |
| 4 | Gary Wang | FTX | US$ 5,9 bilhões |
| 5 | Chris Larsen | Ripple | US$ 4,3 bilhões |
| 6 e 7 | Cameron e Tyler Winklevoss | Trade de bitcoin | US$ 4 bilhões (cada) |
| 8 | Song Chi-hyung | Upbit | US$ 3,7 bilhões |
| 9 | Barry Silbert | Digital Currency Group | US$ 3,2 bilhões |
| 10 | Jed McCaleb | Ripple e Stellar | US$ 2,5 bilhões |
| 11 e 12 | Nikil Viswanathan e Joseph Lau | Alchemy | US$ 2,2 bilhões (cada) |
| 13 e 14 | Devin Finzer and Alex Atallah | OpenSea | US$ 2,1 bilhões (cada) |
| 15 | Fred Ehrsam | Coinbase | US$ 2,1 bilhões |
| 16 | Kim Hyoung-nyon | Upbit | US$ 1,9 bilhão |
| 17 | Michael Saylor | MicroStrategy | US$ 1,6 bilhão |
| 18 | Matthew Roszak | Trade de bitcoin e criptomoedas | US$ 1,4 bilhão |
| 19 | Tim Draper | Trade de bitcoin e criptomoedas | US$ 1,2 bilhão |
Fonte: Forbes
A cada queda mais intensa do preço do Bitcoin (BTC), surgem novos “profetas” anunciando o fim da criptomoeda. Desta vez, foi Michael Burry quem falou em uma possível “espiral da morte”.
Plataforma criada para interações entre inteligências artificiais já reúne milhões de agentes, criou religião própria e lança criptomoedas
Com o Fear & Greed Index em “medo extremo”, especialistas projetam oscilações entre US$ 70 mil e US$ 80 mil no curto prazo
Tempestade de inverno pressiona redes elétricas americanas e leva mineradores a reduzirem o consumo de eletricidade
Um trio de especialistas participa do evento Onde Investir, do Seu Dinheiro, e aponta as tendências, os riscos (incluindo as eleições) e as melhores estratégias para obter bons retornos com ativos digitais na primeira metade do ano
Em relatório, o MB lista suas teses para o mercado de criptomoedas neste ano, o que inclui o avanço da tokenização de ativos e dos ETFs
Relatório mostra 200 incidentes no ano, envolvendo perdas de US$ 2,935 bilhões; ecossistema Ethereum é o mais afetado
Uma falha na versão 2.68 da extensão da Trust Wallet para Google Chrome resultou em perdas milionárias; empresa promete ressarcimento e recomenda atualização para a versão 2.69
Enquanto uns brilharam, outros comeram poeira em meio à volatilidade que marcou o ano — o ativo digital que mais perdeu no período caiu quase 90%; saiba para onde olhar em 2026
A maior empresa de tesouraria de bitcoin do mundo informou que adicionou mais de 10 mil BTC ao seu caixa, investindo US$ 980 milhões em plena fase de baixa do mercado
A 21shares espera um movimento de preços menos volátil e correções mais moderadas, com a adoção institucional reduzindo oscilações extremas
Duas moedas físicas criadas em 2011 e 2012, quando o bitcoin valia centavos, reaparecem e somam R$ 975 milhões
Com a recente forte correção do bitcoin, analistas voltam a prever o fim da criptomoeda — e o contador de “mortes” já chega a 450
Mercado global de criptomoedas perdeu cerca de US$ 1 trilhão desde o pico de preços nos últimos dias
Queda expressiva do Bitcoin derrubou o desempenho da competição da Synthetix, onde quase 90% dos participantes terminaram no prejuízo
Dado forte nos EUA reduziu apostas de corte de juros, elevou a aversão ao risco e pressionou a criptomoeda
Leão atualizou prestação de informações relativas a operações com criptoativos a fim de intensificar o combate à evasão, à lavagem de dinheiro e ao financiamento de atividades criminosas
Enquanto a maior criptomoeda do mundo registra uma queda da ordem de 13,6% em 30 dias, empresas como a Strategy, a OranjeBTC e o Méliuz têm desempenhos mais fracos
Sempre que um determinado lanche do Mc volta para o cardápio, o Bitcoin dispara. Será que esse fenômeno vai se repetir agora?
Analista técnica e trader parceira da Ripio diz que a próxima faixa de resistência para o bitcoin está entre US$ 106,7 mil e US$ 112,5 mil