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Um mapa para o labirinto dos investimentos: confira o melhor do Seu Dinheiro nesta semana

Não existe fórmula mágica que garanta retornos expressivos; é preciso entender exatamente os riscos e incertezas inerentes às inúmeras alternativas de alocação

8 de janeiro de 2022
11:22 - atualizado às 13:52
Mapa do tesouro e bússola
Imagem: Shutterstock

Investir está longe de ser uma tarefa trivial: não há fórmula mágica que garanta retornos expressivos — é preciso entender exatamente os riscos e incertezas inerentes às inúmeras alternativas de alocação dos recursos.

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Quais as melhores ações da bolsa? Quais títulos de renda fixa oferecem as perspectivas mais promissoras? Quais criptomoedas oferecem os maiores potenciais de alta? A resposta para cada uma dessas perguntas é complexa, com uma série de variáveis a serem levadas em conta.

Dito isso, o ano de 2022 traz consigo um sem-número de questões difíceis a serem consideradas. A inflação está subindo no mundo todo; os bancos centrais estão elevando os juros para conter a alta de preços; as variantes da Covid-19 continuam a ameaçar o ritmo da atividade global.

E, no Brasil, as eleições presidenciais criam uma camada adicional de instabilidade aos ativos domésticos — e isso sem falar na persistência das dificuldades econômicas vistas no nosso país.

Para quem está começando no mundo dos investimentos, esse cenário é assustador. O labirinto de possibilidades, com curvas e bifurcações a cada passo, pode trazer uma desorientação paralisante. Desbravar sozinho esses caminhos tortuosos é um duro desafio.

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E é por isso que o Seu Dinheiro preparou um mapa para que você não caia numa rota sem saída. Desde o começo do ano, estamos publicando matérias especiais para explicar o cenário e as boas escolhas em cada classe de ativos.

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A série "Onde Investir em 2022" já mostrou os caminhos para a bolsa, a renda fixa, as criptomoedas e os fundos imobiliários no ano — e, ao longo da próxima semana, continuaremos analisando outras classes de investimentos.

O texto mais recente, da repórter Larissa Vitória, mostra as perspectivas para os FIIs nos próximos 12 meses, explicando os riscos e as oportunidades que estão adiante. A íntegra está aqui — e, dentro dela, você tem acesso às demais matérias publicadas na semana.

O mapa desse labirinto, no entanto, ainda não está completo. Faltam dos capítulos, que serão publicados nos próximos dias:

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  • BDRs e ações estrangeiras, na segunda (10);
  • Dólar, ouro e proteções, na quarta (12).

Veja abaixo os demais destaques do Seu Dinheiro neste início de ano:

1. Touros e Ursos

O podcast Touros e Ursos está de volta! E a temporada 2022 do programa de áudio do Seu Dinheiro começou com um debate quente: afinal, quem vence a disputa entre bolsa e renda fixa em 2022?

A nossa equipe discutiu as perspectivas para esses dois mercados; para ouvir a íntegra desse primeiro episódio, é só clicar aqui. O Touros e Ursos irá ao ar às sextas-feiras — para não perder nenhum programa, siga o perfil do Seu Dinheiro no Spotify e nos demais tocadores de podcast.

2. Começando com o pé esquerdo

Quem olha para o desempenho do Ibovespa na última sexta-feira (7) pode ter a impressão que a bolsa brasileira quer recuperar o tempo perdido: o índice fechou o pregão nas máximas, em alta de 1,14%.

No entanto, os ganhos da última sessão da semana apenas amenizaram as fortes perdas vistas nos últimos dias — mesmo com esse avanço, o Ibovespa amargou uma baixa de 2% na semana. Incertezas econômicas, variante ômicron, Fed mais agressivo... tudo contribuiu para pressionar o mercado. A Julia Wiltgen e o Renan Sousa contaram como foi a semana para a bolsa brasileira.

3. O Fed com a faca nos dentes

E, falando em Fed mais agressivo: o banco central americano mostrou que não está para brincadeira em 2022. A ata da última reunião de política monetária mostrou que o processo de elevação de juros nos EUA deve começar mais cedo que o esperado pelo mercado.

Com isso, a festa da liquidez e a fartura de recursos está com os dias contados — o que abalou as bolsas no mundo todo e trouxe ainda mais dificuldades aos ativos de risco, como as ações de mercados emergentes. A Carolina Gama explicou os detalhes da ata do Fed neste texto.

4. A XP está com fome

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Na XP, o lema 'ano novo, vida nova' parece ser levado a sério: logo nos primeiros dias do ano, o grupo anunciou a compra de uma fatia da Suno e a aquisição do Banco Modal.

Essa última, revelada na sexta (7), pegou muitos investidores de surpresa: a XP avaliou o Modal em cerca de R$ 3 bilhões, fortalecendo suas bases na guerra das plataformas de investimento. O Vinícius Pinheiro analisou a operação e trouxe os pormenores de mais uma grande fusão no mercado brasileiro.

5. Criptocrise?

No mundo das criptomoedas, o Bitcoin (BTC) não está em sua melhor fase: a maior moeda digital do mundo amargou perdas de mais de 10% na primeira semana de 2022, retornando ao patamar dos US$ 41.700.

A proximidade da alta de juros nos EUA tira parte do apelo dos ativos de risco, como as criptomoedas, e ajuda a explicar o baque. No entanto, há muitos outros fatores afetando o desempenho do Bitcoin — e o Renan Sousa elenca todos eles no balanço semanal das criptos.

Um bom sábado e um ótimo fim de semana a todos!

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