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Não se deixe levar pela forte alta de mais de 20% das ações da Americanas S.A (AMER3) nesta segunda-feira (22) — o dia, na realidade, foi mais uma vez marcado por uma grande preocupação com o aumento global dos juros e da inflação.
Ainda que as últimas comunicações oficiais do Federal Reserve tenham mostrado que o banco central americano deve promover um aperto monetário lento e gradual, os temores de que uma elevação de 0,75 ponto percentual se concretize na próxima reunião voltaram a ganhar força.
Isso porque nesta semana o tradicional Simpósio de Jackson Hole, que reúne os principais banqueiros centrais do mundo, deve contar com um discurso do presidente do Fed, Jerome Powell. Para o mercado, esse pode ser o lugar perfeito para endurecer a postura e assumir um plano mais audacioso para os juros no país.
Como reflexo, Wall Street teve um dia de perdas na casa dos 2%. O índice mais prejudicado pela cautela foi o Nasdaq, que encerrou a sessão em queda de 2,55%.
O apetite dos investidores por ações da Petrobras (PETR4), mesmo com a baixa do petróleo no mercado internacional, impediu que o Ibovespa acompanhasse o ritmo de Nova York e levou o dólar à vista a fechar a sessão praticamente estável, a R$ 5,1665. Ainda assim, o principal índice da B3 caiu 0,89%, aos 110.500 pontos.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta segunda-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
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MERCADO EM FESTA
‘Efeito Rial’ faz Americanas (AMER3) disparar 22%; analistas acreditam que mudança no comando pode ser a virada de chave que faltava. Ainda levará alguns meses para que o ex-CEO e atual presidente do conselho de administração do Santander assuma permanentemente a liderança da varejista.
DINHEIRO NO CAIXA
Via (VIIA3) embolsa mais R$ 300 milhões com venda de créditos tributários. O impacto no fluxo de caixa da empresa com a operação ocorrerá ao longo dos próximos 18 meses, de acordo com a varejista.
MAIS PREOCUPAÇÕES COM O ROXINHO
Sinal de alerta: Itaú BBA corta preço-alvo do Nubank (NU; NUBR33) e reitera recomendação de venda do papel. Analistas encontraram inconsistências no balanço e apontam que o banco digital subestimou o risco na concessão de crédito pessoal.
BLUECAP VERSUS ATIVISTAS
Justiça derruba liminar que impedia fusão dos FIIs BLCP11 e BTLG11, mas gestora mantém batalha nos tribunais. A briga está diretamente relacionada às regras de identificação dos investidores que sugerem mudanças significativas na estrutura de fundos imobiliários.
EXILE ON WALL STREET
Blood bath and beyond: entenda o banho de sangue dos mercados financeiros — e as oportunidades para o Brasil. Michael Hartnett, do Bank of America Merrill Lynch, alerta para um possível otimismo exagerado e prematuro sobre o fim da subida da taxa básica de juro nos EUA.
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Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado
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A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência