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Esta quarta-feira traz a esperada reunião dos Bancos Centrais do Brasil e dos Estados Unidos sobre as taxas de juros. Confira os impactos das decisões dos BCs para os seus investimentos
Bom dia,
Que semana, hein? E ainda estamos na quarta-feira, caro leitor. Ou melhor, na famosa Super Quarta, com a esperada reunião dos Bancos Centrais do Brasil e dos Estados Unidos sobre as taxas de juros.
Quem abre os trabalhos é o Federal Reserve, que costuma anunciar a decisão às 15h e sem atrasos. Uma pontualidade invejável, mas que o BC norte-americano acabou deixando de lado na hora de combater a inflação.
Depois de negar e atribuir a alta de preços a um fenômeno temporário, a turma de Jerome Powell enfim acordou e agora promete uma ação mais enérgica contra o dragão.
A perspectiva de uma alta mais acelerada dos juros na maior economia do mundo vem assustando os investidores nas últimas semanas.
Não por acaso, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, amargou uma queda de 10% em abril e devolveu quase toda a alta dos primeiros meses de 2022.
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Por aqui, o nosso Banco Central anuncia a decisão sobre a Selic a partir das 18h30. Embora sem o mesmo rigor com o horário, a equipe de Roberto Campos Neto teve o mérito de sair na frente e subir os juros bem antes dos colegas norte-americanos.
Resta saber agora se o ciclo chegará ao fim com a provável alta da taxa para 12,75% ao ano ou se o Copom deixará a porta aberta para um aperto monetário ainda maior.
Na coluna de hoje, o Matheus Spiess conta para você o que está na mesa dos Bancos Centrais nesta Super Quarta, além dos impactos das decisões de hoje para os seus investimentos. E fique ligado na cobertura do Seu Dinheiro ao longo do dia!
ESQUENTA DOS MERCADOS
Decisão de juros do Fed pressiona bolsas no exterior; Ibovespa monitora alta da Selic no Copom hoje. A Super Quarta chegou e os investidores precisam digerir o dia de aperto monetário junto com as novas sanções da Europa ao petróleo russo.
PETRÓLEO NA MIRA
Confira os detalhes da mais recente rodada de sanções da União Europeia contra a Rússia. Em sua sexta rodada de medidas punitivas contra Moscou, a UE deu seis meses para que os países do bloco substituam as importações do petróleo russo.
CASOS DE FAMÍLIA
CVM rejeita oferta milionária dos irmãos Batista para encerrar processo envolvendo as contas da JBS (JBSS3). Acusados de abusarem do direito de seus cargos para aprovarem as próprias contas, os empresários ofereceram um total de R$ 6 milhões.
BOLSOS CHEIOS
Dividendos: Klabin (KLBN11) e Taesa (TAEE11) pagam mais de R$ 1 bilhão em proventos; confira prazos e valores. A maior fatia do bolo corresponde à empresa de transmissão de energia, que distribuirá cerca de R$ 880 milhões aos acionistas.
BALANÇO
Lucro líquido da Cielo (CIEL3) supera patamar pré-pandemia, mas quebra sequência de crescimento financeiro da empresa de maquininhas. O recuo anual é explicado por “eventos extraordinários” que engordaram os números do primeiro trimestre do ano passado.
BALANÇO 2
XP (XPBR31) reporta captação líquida mais lenta no 1T22 e ações despencam no after-hours. A gigante dos investimentos teve queda de 9% no lucro líquido ajustado do período em relação ao quarto trimestre de 2021, chegando a R$ 987 milhões.
TIMÃO NO AZUL
A virada financeira do Corinthians. Saiba como o clube se reforçou com nomes de peso e ainda conseguiu lucrar em 2021. Clube aposta em estrutura de custos mais enxuta e tenta engordar receitas enquanto procura “oportunidades de mercado” para o elenco.
Aquele abraço e uma Super Quarta para você!
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O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora
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Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso
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A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje
A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
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