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Depois que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu elevar a Selic a 13,75% ao ano e deixou claro que, caso um novo aumento ocorra, será apenas um ajuste residual, o mercado financeiro comprou a ideia de que o ciclo de aperto monetário chegou ao fim e já começa a sonhar até mesmo com um corte de juros.
Amanhã pode ser um dia decisivo para que os analistas ajustem as projeções para os próximos meses. Isso porque teremos a divulgação de dados de inflação e a ata do último encontro do BC — que deve dar mais dicas de como os diretores enxergam a economia brasileira.
O forte alívio visto na curva de juros puxou as empresas dos setores mais ligados ao consumo local, mas essa não foi a única boa onda surfada pelos investidores nesta segunda-feira (08).
O apetite por risco ganhou um empurrãozinho das commodities. Com a alta do petróleo e do minério de ferro, o Ibovespa alcançou o maior nível em mais de dois meses, a 108.402 mil pontos — avanço de 1,81%, o quinto pregão seguido de ganhos.
O forte fluxo de capital estrangeiro para as principais empresas da bolsa levou o dólar à vista a recuar 1,04%, a R$ 5,1229.
Em Nova York, o dia até começou no azul, mas a preocupação com os efeitos de uma crise diplomática maior entre EUA e China fez o humor dos investidores se deteriorar ao longo do dia. O Nasdaq e o S&P 500 tiveram queda de 0,1%, enquanto o Dow Jones mostrou leve alta de 0,09%.
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MULTIMERCADOS
Fundo Verde enfim ganha com alta da bolsa e garante mais uma vez retorno acima do CDI em julho. No Brasil, o Verde destaca que o ruído local diminuiu conforme os políticos focam suas energias na campanha eleitoral.
OTIMISMO RENOVADO
Weg (WEGE3) na carteira: Itaú BBA traz cinco razões para comprar ações da companhia. Na avaliação dos analistas do banco, a empresa tem preço atraente para investidores e boas perspectivas futuras.
PREVISÕES DO SETOR
Inflação preocupa e construtoras planejam reduzir os lançamentos no terceiro trimestre, revela pesquisa do Santander com empresas do setor. O banco conversou com 30 companhias e concluiu que a visão da maior parte delas ainda é positiva — mas o sentimento está “ligeiramente deteriorado”.
A BOLHA ESTOUROU?
Investidor de Nubank e Inter, Softbank tem maior prejuízo trimestral da história. Com o naufrágio das empresas de tecnologia na bolsa, o grupo japonês registrou prejuízo trimestral equivalente a R$ 122 bilhões.
EXILE ON WALL STREET
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