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Confira as melhores estratégias de investimento para lucrar diante do longo inverno dos mercados que vem pela frente
"Por superação positiva, entende-se que
a resolução da controvérsia faz emergir sua verdade;
e que esta verdade, entendida como o saldo positivo da controvérsia
e aceita como tal por todos os participantes,
incorpora-se ao estudo atual da ciência"CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE— Pérsio Arida
Frio de um dígito em boa parte do Brasil.
Estamos diante de um longo inverno, também no sentido metafórico.
O aperto monetário no mundo — mais intenso e mais extenso do que o mercado espera — modifica radicalmente as relações de troca entre risco e retorno.
Não é verdade, porém, que estamos simplesmente voltando ao passado.
Algumas características são semelhantes aos episódios históricos de alta inflação e altas taxas de juros; outras coisas mudaram.
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Combustíveis caros, embora ainda incômodos, defrontam-se pela primeira vez com a possibilidade de home office, neutralizando parte dos gastos com transporte.
Alternativas de renda fixa estão bem mais arrojadas do que as do fim de 2016, quando a Selic enamorou-se pelo mesmo patamar atual.
E os grandes bancos, antes pegos de surpresa pelo financial deepening, agora voltam a jogar em casa, diante da torcida dos spreads.
É sobre eles que eu quero falar: os grandes bancos.
Entendo que você deva ter ao menos um grande banco em seu book de ações. O meu preferido, hoje, é Itaú.
Para quem quiser casar as duas pontas, um short em XP parece adequadamente pareado com o long em Itaú.
Ainda que a tese pareça meramente conjuntural, trata-se de uma conjuntura que pode transformar dias em meses, e meses em anos.
Indo além, arrisco-me a dizer que há algo mais que conjuntural escondido aí.
Primeiro, porque as baixas temperaturas de um inverno rigoroso podem alterar a estrutura físico-química de um elemento — no caso, o elemento XP —, de modo que ela não volte mais a ser como era antes (histerese).
Se for o caso, não se trata apenas de ajustar parâmetros, mas sim de mudar a própria narrativa. Como diz o Damodaran moderno, every valuation tells a different story, and every story tells a different valuation.
Segundo, porque os bancos apanharam e aprenderam. Aprenderam muito. A surpresa do primeiro financial deepening não será repetida quando os juros voltarem a cair.
Várias das ferramentas usadas para disruptar o sistema foram absorvidas humildemente pelo próprio status quo, tornando-o mais robusto.
Embora os MBAs gostem de frisar casos extremos de Kodak ou Blackberry, as grandes destruições criadoras ocorrem de maneira endógena, com o mainstream incorporando as fronteiras do conhecimento.
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