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De um lado, os eleitores norte-americanos vão às urnas nesta terça-feira para as eleições de meio de mandato nos EUA. Por aqui, o presidente eleito Lula prepara-se para o momento mais importante da transição de governo até agora
Fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo é uma exigência cada vez maior nos dias de hoje. E, mesmo que nem todo mundo goste de ser obrigado a ficar com um olho no gato e outro no peixe, os investidores brasileiros têm pouca alternativa hoje a não ser ficar com as atenções divididas.
De um lado, os eleitores norte-americanos vão às urnas nesta terça-feira para as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, chamadas de midterms pela mídia do país. Por aqui, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva prepara-se para o momento mais importante da transição de governo até agora.
As atenções dos investidores locais estão voltadas para qual será a saída escolhida por Lula para, já em seu primeiro ano de governo, elevar os valores do salário-mínimo e do Auxílio Brasil, que deve voltar a se chamar Bolsa Família em 2023.
A dúvida é se o governo eleito vai apresentar uma PEC a ser votada pelo Congresso ainda em 2022, esperar pela posse e abrir um crédito extraordinário no Orçamento ou usar recursos já presentes no Orçamento do ano que vem e pedir um crédito suplementar quando o dinheiro acabar. Há ainda a possibilidade de tentar de tudo um pouco.
A expectativa original era de que Lula batesse o martelo hoje. Mas a complexidade do tema - trata-se de uma conta que chegaria a R$ 175 bilhões - adiou a decisão para amanhã.
Nos EUA, os norte-americanos renovam hoje toda a Câmara dos Representantes e parte do Senado. Diante da estreita maioria parlamentar do presidente Joe Biden, as eleições de meio de mandato de 2022 serão decisivas para os últimos dois anos do governo.
Leia Também
Uma eventual vitória do Partido Democrata dará fôlego para que Biden continue tentando dar uma identidade a seu combalido governo. Segundo as pesquisas de intenção de voto, porém, o mais provável é que o Partido Republicano consiga maioria em pelo menos uma das casas do Congresso.
Mas esta é apenas a superfície. Para colocar você ao par de tudo o que está em jogo por lá, preparamos uma série de reportagens e análises.
Nesta matéria, detalhamos como as eleições do Congresso nos EUA podem pavimentar o caminho para a volta de Donald Trump ou consolidar Joe Biden.
Também explicamos para você por que um grupo ligado a Trump mobilizou-se para tomar de assalto um cargo obscuro na estrutura estatal norte-americana.
Por fim, o Matheus Spiess conta como o resultado das eleições de meio de mandato pode mexer com seus investimentos.
Vale muito a leitura!
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
A BOLSA HOJE
Eleições nos EUA e transição de governo no Brasil dividem a atenção dos investidores. Por aqui, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva prepara-se para o momento mais importante da transição de governo até agora. Entenda o cenário.
BALANÇO
BTG Pactual (BPAC11) renova lucro recorde pela terceira vez no 3T22. Lucro líquido de R$ 2,302 bilhões do banco representa um avanço de 28% em relação ao terceiro trimestre do ano passado e ficou acima das expectativas do mercado.
BOLSO CHEIO
Dividendos e JCP: CSN Mineração (CMIN3) prepara a distribuição de R$ 2,4 bilhões em proventos. A remuneração será paga até 30 de novembro, a título de antecipação do dividendo mínimo obrigatório e sem correção monetária. Saiba quem poderá receber a bolada.
PRESENTE PARA OS INVESTIDORES
Itaúsa (ITSA4) vai aumentar o capital e distribuir mais de 881,9 milhões de ações para os acionistas. Os papéis serão atribuídos gratuitamente aos acionistas na proporção de uma nova ação para cada 10 da mesma espécie. Veja quem tem direito à bonificação.
FII DO MÊS
Corretoras diversificam e dois fundos imobiliários de tijolo e dois de papel são os FIIs mais recomendados para novembro. Investir em FIIs é como montar uma banda: não basta descobrir um ativo promissor e encher a carteira, pois cada fundo desempenha um papel importante para que o resultado final seja harmônico — e lucrativo.
DEMISSÕES NO AZUL
Nos embalos do Twitter, a dona do Facebook também tem programa para demitir funcionários. A Meta, empresa de Mark Zuckerberg, deve iniciar um programa de demissão em massa a partir desta quarta-feira (9), segundo jornal.
Uma boa terça-feira para você!
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