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Quem seguiu a recomendação das corretoras e incluiu a Vale na carteira desde dezembro já garantiu uma valorização de mais de 36%
Se a trajetória de valorização das ações na bolsa pudesse ser representada pelo movimento de um trem nos trilhos da rentabilidade, escolher o melhor ponto de entrada para incluí-las na carteira seria como tentar descobrir qual é o momento certo para pular em um dos vagões de um trem real em movimento.
A maior parte dos investidores só percebe que aquele ativo representa uma oportunidade de ganho para suas carteiras quando o trem já está muito acelerado e o salto fica mais difícil.
A Vale (VALE3), por exemplo, é a ação mais indicada pelas corretoras que fazem parte da seleção do Seu Dinheiro desde o final do ano passado. Com quatro recomendações neste mês, a mineradora está novamente em primeiro lugar.
Quem seguiu a recomendação e pulou nos vagões da companhia em dezembro garantiu uma valorização de mais de 36%. A locomotiva movida a minério de ferro ganhou força com as perspectivas de recuperação da demanda de seu principal produto e o início da guerra entre Rússia e Ucrânia.
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O conflito no leste europeu levou a uma disparada das commodities, incluindo a matéria-prima do aço. Como seu produto tem qualidade reconhecida internacionalmente, a Vale estava pronta para aproveitar o momento.
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Com o cenário refletindo positivamente nas ações, o leitor que ainda não tem VALE3 na carteira pode pensar que já perdeu esse trem, acelerado demais para o salto em um dos vagões ainda ser lucrativo.
A boa notícia é que o combustível falhou em alguns momentos do mês passado e os papéis recuaram 3,4% em março. Ou seja, o trem perdeu um pouco de força, desacelerou na ferrovia e abriu novos pontos de entrada para os investidores.
Já a medalha de prata está movimentada com locomotivas de seis ações diferentes apitando. Com duas recomendações cada, Bradesco (BBDC4), BRF (BRFS3), CSN (CSNA3), Itaú Unibanco (ITUB4), Natura (NTCO3) e PetroRio (PRIO3) mostram que também há oportunidades na bolsa além do universo das commodities.
Mas foi a volta de outro papel, também com duas indicações, que chama mais atenção no trem das ações do mês. Estou falando de Magazine Luiza (MGLU3). A varejista foi uma das mais castigadas da bolsa no ano passado, mas vem esboçando sinais de reação neste ano.
A perspectiva do fim do ciclo de alta da taxa básica de juros em maio traz outro sinal positivo para as ações do Magazine Luiza. Caso esse cenário mais favorável para a Selic se confirme, os papéis do Magalu podem lamber as feridas recentes e engatar novas altas na B3.
Confira aqui todos os papéis apontados pelas 13 corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro:
Entendendo a Ação do Mês: todos os meses, o Seu Dinheiro consulta as principais corretoras do país para descobrir quais são suas apostas para o período. Dentro das carteiras recomendadas, normalmente com até 10 ações, os analistas indicam as suas três prediletas. Com o ranking nas mãos, selecionamos as que contaram com pelo menos duas indicações.
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Quem diria que o minério de ferro seria mais eficaz que o carvão para mover um trem. Apesar de não ter lógica no mundo real, a troca faz muito sentido quando se trata da Vale (VALE3).
O preço da commodity já subiu cerca de 30% desde o início do ano e garante o combustível necessário para que a locomotiva da mineradora avance forte no caminho de ferro da rentabilidade. A companhia foi novamente uma das escolhas preferidas de Guide Investimentos, Inter, Necton e Santander para o mês.
Mesmo antes da disparada do minério, a mineradora já vinha apresentando resultados para investidor e analista nenhum botar defeito. A Vale encerrou 2021 com um lucro líquido de US$ 22,4 bilhões, salto de 360% em relação ao valor registrado no ano anterior.
É verdade que a base de comparação é fraca: durante 2020 respingaram no caixa os impactos da pandemia e indenizações após o rompimento da barragem de Brumadinho — as cifras dos acordos de indenização individual somaram mais de R$ 3 bilhões. Ainda assim, o montante impressiona.
Conhecida por ser uma das maiores pagadoras de dividendos da B3, a Vale também não decepcionou nesse quesito e, junto ao balanço, anunciou que distribuirá US$ 3,5 bilhões aos acionistas.
E, além do minério, outro produto também pode passar a ter uma representatividade maior no combustível da mineradora em breve: o níquel. A notícia ainda não foi confirmada por nenhuma das partes, mas, segundo a Bloomberg, a empresa fechou um contrato com a Tesla para fornecimento de níquel nos próximos anos.
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O metal é essencial para a fabricação de baterias para veículos elétricos — o principal ramo de atuação da montadora de carros elétricos. E a companhia de Elon Musk tem uma meta ambiciosa de aumentar sua produção em 50% neste ano; para isso, vai precisar cada vez mais de níquel.
Com alta de 6,06%, o Ibovespa foi um dos melhores investimentos de março. Mas o ímpeto do principal índice acionário brasileiro não contagiou as ações mais recomendadas no mês. A Vale, primeira colocada, recuou 3,4%.
A queda foi ainda mais acentuada para as petroleiras que ocuparam a segunda e a terceira posições do pódio: a PetroRio (PRIO3) caiu quase 15%, enquanto a Petrobras (PETR4) anotou perdas de 5%.
A notícia é boa para quem esperava que os trens movidos a petróleo desacelerassem um pouco e abrissem uma oportunidade de incluir as ações na carteira com desconto.
Já na ponta positiva o destaque ficou com a Natura, que subiu mais de 16%. Veja a lista completa:
Aliás, falando em ações, a Petrobras (PETR4) está para pagar dividendos elevados nos próximos meses e analistas estimam o barril do petróleo brent a US$ 125 no segundo semestre de 2022, o que pode gerar novos aumentos no preço da gasolina (ruim para a população em geral), mas pode ser bom para o bolso do investidor.
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