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2022-03-16T13:01:19-03:00
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Alívio no bolso

Comprar dólar e pagar compra internacional no cartão vai ficar mais barato, após corte do IOF sobre operações de câmbio

Decreto zera imposto até 2029, mas medidas que afetam pessoas físicas não começam a valer já; veja o cronograma

16 de março de 2022
13:01
Dólar real 5 reais câmbio
IOF sobre compras com cartão de crédito já começa a cair no ano que vem. Imagem: Shutterstock

Comprar dólar e outras moedas estrangeiras, bem como fazer compras lá fora com cartão de crédito, vai ficar mais barato. O presidente Jair Bolsonaro assinou ontem (15) um decreto que reduz, gradualmente até 2029, a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de câmbio.

Hoje, a compra de moeda estrangeira em espécie está sujeita a um IOF de 1,10%, enquanto compras com cartão de crédito no exterior - inclusive compras online - estão sujeitas a um tributo de 6,38%.

Infelizmente, a maior parte das mudanças não é para já. As alíquotas sobre uso do cartão de crédito só começam a cair no ano que vem. Elas serão reduzidas em um ponto percentual por ano até 2028, até finalmente serem zeradas em 2029.

Assim, o IOF das operações com cartão de crédito cai de 6,38% para 5,38% em 2023, para 4,38% em 2024, 3,38% em 2025, 2,38% em 2026, 1,38% em 2027, chegando a 0,38% em 2028.

A cobrança de 1,10% nas compras de dólar e outras moedas estrangeiras em espécie só será zerada também em 2028. Para as demais operações de câmbio, o IOF cairá dos atuais 0,38% para zero apenas em 2029.

Corte do IOF sobre empréstimos no exterior começa a valer desde já

A única mudança estabelecida no decreto que passa a valer imediatamente não contempla muito a pessoa física. O IOF sobre empréstimos realizados no exterior cai de 6% para zero desde já.

O decreto faz parte do processo de adesão do Brasil ao Código de Liberalização de Capitais da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

De acordo com o Ministério da Economia, a renúncia fiscal com a redução do IOF sobre câmbio a zero será de R$ 7,7 bilhões até 2029. Ainda assim, o país ainda poderá usar o IOF sobre as operações cambiais para reduzir instabilidades financeiras, optando por elevá-lo pontualmente.

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*Com informações do Estadão Conteúdo.

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