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MERCADOS AGORA

Bolsa agora: Ibovespa cai 1,6% com Senado frustrando expectativas por rombo menor no teto de gastos; veja como fechou o dólar

Seu Dinheiro
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8 de dezembro de 2022
7:29 - atualizado às 15:11

RESUMO DO DIA: O dia começa com uma notícia com potencial de movimentar o Ibovespa. A PEC da Transição foi aprovada em dois turnos no Senado com ampla folga. O governo terá até agosto de 2023 para dar um substituto ao teto de gastos. Por outro lado, o governo conseguiu um espaço de cerca de R$ 168 bilhões para dar segmento em suas propostas. No exterior, a agenda mais esvaziada mantém as bolsas sem direção única.

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FECHAMENTO DO DIA

O jogo da seleção brasileira pelas quartas de final da Copa do Mundo prometia ser o grande evento da sexta-feira (9). Mas a partida ganhou um rival de peso na disputa pela atenção dos brasileiros, ao menos daqueles ligados ao mercado financeiro e ao Ibovespa.

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciará amanhã os primeiros ministros a integrarem seu governo. A espera pelos nomes que auxiliarão o petista no comando do Executivo foi amarga para o Ibovespa. A renda variável não costuma lidar bem com as incertezas, e Lula prometia segurar a informação até a diplomação, marcada para a próxima semana.

A certeza de que a lista será revelada, porém, também não caiu bem. Isso porque ela deve trazer a confirmação de Fernando Haddad na Fazenda. O ex-prefeito de São Paulo foi ministro da Educação nos governos Lula e Dilma Rousseff, mas agora cuidará da administração financeira da União.

A possibilidade de Haddad ocupar o cargo foi reforçada pela agenda dele nos últimos dias. De evento com banqueiros a uma reunião com o atual ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta quinta-feira (8), Haddad parece estar preparando o terreno para a transição do cargo.

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FECHAMENTO DE NOVA YORK

Em dia de maior apetite ao risco, com dados de desemprego em linha do esperado, as bolsas de Nova York operaram no campo positivo e encerraram o dia em alta.

  • Dow Jones: +0,54%;
  • S&P 500: +0,75%;
  • Nasdaq: +1,13%.

PETROBRAS DIZ NÃO PARA LULA

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva nem assumiu ainda, mas, na prática, já recebeu um “não” da Petrobras (PETR4). A estatal informou nesta quinta-feira (08) que não há qualquer decisão sobre a suspensão da venda de cinco refinarias listadas no programa de desinvestimento da companhia. 

Por duas vezes, membros da equipe de transição do novo governo pediram formalmente à atual gestão da Petrobras que não levasse adiante a venda de qualquer ativo até que Lula tomasse posse — o que vai acontecer em 1 de janeiro de 2023. 

Segundo a estatal, o posicionamento vem em reação a matérias publicadas na imprensa, mas, na prática, funciona como uma negativa pública ao pedido da equipe de transição. 

A postura de Lula em relação à petroleira é uma das grandes preocupações do mercado financeiro. Especialmente quando se trata dos desinvestimentos — o petista não esconde que quer que a companhia volte a focar em ativos além do pré-sal, como o refino.

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IBOVESPA ACELERA QUEDA

O Ibovespa, nos instantes finais do pregão, intensifica as perdas e cai 1,95%, aos 106.945 pontos.

A piora do humor acontece após ao anúncio de que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá divulgar os ministros das principais pastas do governo, entre elas, Economia, Casa Civil e Defesa.

Fernando Haddad (PT) segue sendo o principal nome para chefiar a pasta econômica.

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar à vista encerrou as negociações em alta de 0,20%, a R$ 5,2161.

PETRÓLEO FECHA EM BAIXA

Embora o petróleo tenha operado em alta acima de 1%, a cotação da commodity fechou em queda pressionada pela desaceleração da economia global.

O petróleo tipo Brent fechou em baixa de 1,32%, com o barril negociado a US$ 76,15 o barril.

Os contratos futuros do petróleo tipo WTI também encerraram o dia em queda de 0,76%, a US$ 71,46 por barril.

MÉLIUZ (CASH3) LIDERA GANHOS

Apesar do avanço dos juros futuros em razão da cautela com o cenário fiscal, Méliuz (CASH3) destoa do setor e avança.

Os papéis da empresa de tecnologia operam em alta de 9,74%, a R$ 1,31. O bom desempenho, porém, não tem catalisadores que impulsionem as ações, sendo apenas um movimento de correção do mercado.

No ano, a Méliuz acumula queda de 64,79%.

BOLSAS AMERICANAS SOBEM

As bolsas americanas operam em forte alta nesta quinta-feira, impulsionada por dados sobre desemprego divulgados pela manhã.

  • Dow Jones: +0,69%;
  • S&P 500: +0,87%;
  • Nasdaq: +1,29%.

Segundo o Departamento do Trabalho, os pedidos subiram 4 mil na semana passada, a 230 mil, em linha com o previsto por analistas ouvidos pelo The Wall Street Journal.

O total de pedidos da semana anterior foi revisado de 225 mil para 226 mil.

Sendo assim, o menor avanço das solicitação de auxílio-desemprego indica o arrefecimento da economia e, portanto, um ajuste nos juros básicos de menor magnitude.

O monitoramento do CME Group mostra que a probabilidade de alta de 50 pontos-base pelo Federal Reserve (Fed) é de 79,4%, ante as projeções de 78,2% do dia anterior.

LULA ANUNCIA OS PRIMEIROS MINISTROS AMANHÃ

A seleção brasileira volta a campo nesta sexta-feira ao meio dia para enfrentar a Croácia pelas quartas-de-final da Copa do Catar. Mas outro evento que acontece amanhã mexe com os nervos do mundo político e econômico: o anúncio dos primeiros ministros que farão parte do governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.

O petista inicialmente só anunciaria os ministros após a diplomação, que deve acontecer na próxima semana. A decisão de antecipar os nomes ocorreu para reduzir as especulações em torno dos nomes, de acordo com a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann.

"O presidente deve começar amanhã a divulgar. Ele acabou de me chamar para o final da tarde para conversar, está querendo pelo menos amanhã anunciar alguns nomes de ministros", afirmou Gleisi.

De fato, tudo o que se sabe sobre quem vai ocupar a Esplanada dos Ministérios no governo Lula é fruto de especulação. A CNN, por exemplo, informa que o presidente eleito já tem seis nomes para compor o Ministério.

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APENAS 8 AÇÕES SOBEM NO IBOVESPA

O Ibovespa sustenta queda acima de 1%, com maior cautela dos investidores em relação ao cenário fiscal. A piora do desempenho da bolsa e o recuo quase generalizado dos ativos acontece após rumores de que Fernando Haddad (PT) deve assumir a pasta de Economia do governo Lula.

Segundo a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, o presidente eleito deve anunciar os ministros das pastas "mais evidentes" nesta sexta-feira, em coletiva agendada às 10h45.

No Ibovespa, apenas oito ações sobem:

CÓDIGONOMEULTVAR
CASH3Meliuz ONR$ 1,206,19%
BRAP4Bradespar PNR$ 29,031,54%
PRIO3PetroRio ONR$ 33,101,32%
VALE3Vale ONR$ 85,981,34%
SUZB3Suzano ONR$ 53,440,74%
GGBR4Gerdau PNR$ 31,110,42%
ENEV3Eneva ONR$ 12,040,33%
RRRP33R Petroleum ONR$ 33,310,12%
METAIS FECHAM EM ALTA

Os contratos futuros de cobre fecharam em alta de 0,65%, a US$ 3,8805 a libra-peso.

O bom desempenho foi impulsionado pelo afrouxamento de políticas anti-Covid na China e a expectativa de que o país asiático retome parte da demanda em breve.

MINISTRO DA FAZENDA PODE SER ANUNCIADO NESTA SEXTA (9)

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou há pouco que o presidente eleito Lula (PT) deve anunciar parte dos seus ministros amanhã (9), em coletiva de imprensa convocada para as 10h45.

A expectativa é de que os ministros "mais evidentes" sejam anunciados antes da diplomação de Lula ao cargo, na próxima segunda-feira. Sendo assim, espera-se a nomeação dos chefes das pastas da Fazenda, Casa Civil e Defesa.

Até o momento, os nomes mais cotados são:

  • Ministério da Fazendo: Fernando Haddad (PT), ex-prefeito de São Paulo;
  • Ministério da Casa Civil: Rui Costa (PT), governador da Bahia;
  • Ministério da Defesa: José Múcio, ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).
SOBE E DESCE DA BOLSA

O Ibovespa opera em queda de 1,20%, aos 107.761 pontos.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
CASH3Meliuz ONR$ 1,184,42%
VALE3Vale ONR$ 86,481,93%
BRAP4Bradespar PNR$ 29,111,82%
PRIO3PetroRio ONR$ 33,141,44%
SUZB3Suzano ONR$ 53,500,85%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
CVCB3CVC ONR$ 4,41-7,93%
AZUL4Azul PNR$ 10,80-6,57%
ALPA4Alpargatas PNR$ 13,95-6,31%
PCAR3GPA ONR$ 18,29-6,21%
LWSA3Locaweb ONR$ 7,45-5,93%

Na contramão do exterior, o Ibovespa opera em queda superior a 1%. Os juros futuros (DIs) também avançam com maior cautela dos investidores sobre os gastos públicos, com foco na tramitação da PEC da Transição:

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2313,66%13,67%
DI Jan/2413,85%13,85%
DI Jan/2513,10%13,03%
DI Jan/2612,89%12,78%
DI Jan/2712,83%12,70%

Ibovespa opera em queda de 1,28%, aos 107.669 pontos.

No mesmo horário, o dólar à vista tem leve alta de 0,04%, a R$ 5,2080.

NUBANK: A HORA DE VENDER AS AÇÕES PASSOU?

É preciso uma dose de sangue frio — e conhecimento do mercado — para ver uma ação cair mais de 50% no ano e não se desfazer dela. E essa é a recomendação do JP Morgan para o Nubank (NUBR33): se você manteve o papel em carteira até agora, segure. 

Depois do lucro inédito entre julho e setembro, o banco norte-americano acredita que a lucratividade do Nubank continuará dando as caras no quarto trimestre e em 2023. 

Além disso, após a correção recente das ações — uma queda de cerca de 20% contra baixa de cerca de 10% do Ibovespa no último mês — os analistas acreditam em uma reação do banco digital na bolsa.

O JP Morgan vê três tendências favoráveis ao Nubank no curto prazo:

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FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas europeias fecharam o dia sem direção única.

  • Frankfurt: +0,02%;
  • Londres: -0,22%;
  • Paris -0,20%;
  • Stoxx 600: -0,14%.
JUROS FUTUROS AVANÇAM

Com maior cautela sobre o cenário fiscal, os juros futuros avançam nesta quinta-feira.

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2313,66%13,67%
DI Jan/2413,86%13,85%
DI Jan/2513,14%13,03%
DI Jan/2612,93%12,78%
DI Jan/2712,86%12,70%

Com isso, o setor de consumo cai em bloco no Ibovespa.

O Ibovespa acelera queda e cai 1,42%, aos 107.522 pontos.

PETROBRAS (PETR4) INTENSIFICA QUEDA

Além das incertezas quanto a governança da Petrobras (PETR4) durante o próximo governo, as ações da estatal intensificaram queda após a virada do petróleo no mercado internacional.

A commodity inverteu o sinal há pouco e acumula baixa de 1,71%, com o barril cotado a US$ 75,87.

CÓDIGONOMEULTVAR
PETR4Petrobras ONR$ 25,00-1,38%
PETR3Petrobras PNR$ 28,30-1,53%

O Ibovespa intensifica queda e cai 1,04%, aos 107.938 pontos, com maior cautela com cenário fiscal e Petrobras (PETR4).

As ações da petroleira, que operavam em alta desde a abertura, inverteu o sinal há pouco. O movimento aconteceu após a Petrobras informar que não houve qualquer decisão de suspensão da venda das cinco refinarias listadas no programa de desinvestimentos da companhia, imposto pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Vale ressaltar que, por duas vezes, integrantes da equipe de transição pediram formalmente à atual gestão da petroleira a suspensão imediata de qualquer venda de ativos da estatal até a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Hoje pela manhã, o coordenador do subgrupo de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do GT de Energia do governo de transição, senador Jean Paul Prates (PT-RN), afirmou que a venda de alguns ativos da Petrobras faz sentido, mas que algumas serão reconsideradas. No início desta semana, o grupo técnico participou de reuniões presenciais com representantes da estatal no Rio de Janeiro.

Cotado para assumir o comando da empresa, o parlamentar voltou a falar sobre o futuro da petroleira. "Uma empresa que apenas distribui dividendos projeta um futuro nebuloso", afirmou, em entrevista coletiva no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), local do gabinete do governo transitório. Prates também citou a situação de "penúria" que órgãos de controle dos setores de energia, óleo e gás e mineração enfrentam em relação ao orçamento.

COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa opera instável nesta quinta-feira, apesar das bolsas em Nova York em alta e as commodities em valorização. Os investidores operam com maior cautela em razão do cenário fiscal doméstico, com as atenções voltadas à Brasília em razão da PEC da Transição.

Além disso, voltou ao radar a expectativa de Fernando Haddad (PT) como ministro da Fazenda do governo Lula. O petista reuniu-se pela manhã com o atual ministro da Economia, Paulo Guedes. Entre as pautas, o teto de gastos e o arcabouço fiscal.

A bolsa brasileira cai 0,57%, aos 108.443 pontos.

Os destaques do dia vão para Méliuz (CASH3) que lidera as altas do dia, com avanço de mais de 7%. Na ponta negativa, CVC (CVCB3) despenca quase 8%, com o avanço dos juros futuros (DIs), assim como todo o setor de consumo.

Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) avançam com impulso das commodities. A mineradora, em especial, recupera as perdas do dia anterior, por conta da decepção com o guidance da companhia. O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian, na China, em alta de 1,41%, com a tonelada a US$ 114,37. Já o petróleo sobe 0,10%, a US$ 77,19 o barril.

No exterior, dados de desemprego em linha com o esperado melhoraram as expectativas dos investidores quanto ao aumento dos juros americanos. O Federal Reserve (Fed) deve se reunir na próxima semana, entre os dias 13 e 14 de dezembro, na última reunião do ano.

  • Dow Jones: +0,87%;
  • S&P 500: +1,01%;
  • Nasdaq: +1,37%.

Por fim, o dólar à vista também opera instável, mas com viés de alta. A moeda americana sobe 0,01%, a R$ 5,2046.

BR PROPERTIES DEPOSITA EM JUÍZO R$ 98,7 MILHÕES REFERENTES A AÇÃO DA MONARK

Herdeira de uma briga na Justiça entre a WTorre e a Monark (BMKS3), a administradora de imóveis comerciais BR Properties (BRPR3) se viu obrigada a depositar em juízo um valor de R$ 98,7 milhões em razão de uma ação movida pela empresa de bicicletas em 2008.

Com pouca liquidez na bolsa, as ações BMKS3 disparam quase 25% apenas hoje; já os papéis BRPR3 são pouco afetados, com leve alta de apenas 0,16%.

Em ação monitória, a Monark cobra da WTorre Empreendimentos Imobiliários uma multa contratual no valor de R$ 19,2 milhões pela desistência, por parte da empresa de engenharia, de um acordo de compra e venda de um imóvel localizado na cidade de São Paulo naquele ano.

A BR Properties acabou evolvida no imbróglio como "polo passivo" após ter incorporado a One Properties, antiga WTorre Properties, em negócio fechado em 2012 com a WTorre S.A., a própria One Properties e o banco BTG Pactual.

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SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Apesar do desempenho positivo no exterior e a valorização das commodities, o Ibovespa opera instável em queda de 0,06% aos 108.998 pontos. Os investidores seguem atentos ao cenário fiscal e desdobramento da PEC de Transição, aprovada no Senado e a ser apreciada pela Câmara dos Deputados.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
CASH3Meliuz ONR$ 1,206,19%
BRAP4Bradespar PNR$ 29,422,90%
VALE3Vale ONR$ 86,952,49%
SUZB3Suzano ONR$ 54,011,81%
PRIO3PetroRio ONR$ 33,071,22%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
CVCB3CVC ONR$ 4,54-5,22%
BRFS3BRF ONR$ 7,95-4,22%
PCAR3GPA ONR$ 18,71-4,05%
NTCO3Natura ONR$ 11,96-3,47%
GOLL4Gol PNR$ 7,80-3,35%
ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York abriram em alta nesta quinta-feira. O bom desempenho é impulsionado por novas medidas de flexibilização da política de 'Covid-zero' na China e dados de desemprego nos EUA.

  • Dow Jones: +0,31%;
  • S&P 500: +0,39%;
  • Nasdaq: +0,46%.

O Ibovespa opera em queda de 0,13%, aos 108.930 pontos.

No mesmo horário, o dólar à vista opera em leve alta de 0,12%, a R$ 5,2118.

FUTUROS AMERICANOS AVANÇAM

Os índices futuros americanas avançam nesta quinta-feira (8) após dados de auxílio-desemprego. Confira:

  • Dow Jones futuro: +0,45%;
  • S&P 500 futuro: +0,60%;
  • Nasdaq futuro: +0,60%.

Segundo o Departamento do Trabalho, os pedidos subiram 4 mil na semana passada, a 230 mil, em linha com o previsto por analistas ouvidos pelo The Wall Street Journal.

O total de pedidos da semana anterior foi revisado de 225 mil para 226 mil.

Sendo assim, o menor avanço das solicitação de auxílio-desemprego indica o arrefecimento da economia e, portanto, um ajuste nos juros básicos de menor magnitude. Em outras palavras, os investidores esperam que o Federal Reserve eleve os juros em 50 pontos-base na próxima semana, após quatro altas consecutivas de 75 pontos-base.

VAREJISTAS CAEM EM BLOCO

As companhias de varejo caem em bloco no Ibovespa com o avanço dos juros futuros. Por serem empresas ligadas ao consumo, elas são mais sensíveis à disponibilidade de crédito.

CÓDIGONOMEULTVAR
PCAR3GPA ONR$ 18,69-4,15%
CVCB3CVC ONR$ 4,62-3,55%
PETZ3Petz ONR$ 6,38-3,33%
VIIA3Via ONR$ 2,02-2,88%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,86-2,72%
ASAI3Assaí ONR$ 19,56-2,69%
AMER3Americanas S.AR$ 8,74-2,67%
PRESIDENTE DO ITAÚ DIZ QUE BC PODE REDUZIR SELIC EM 2023

Conforme o mercado adia as expectativas para o início dos cortes na Selic e até cogita um novo aumento dos juros, o presidente do Itaú Unibanco (ITUB4), Milton Maluhy, tem uma visão oposta. Ou seja, ele diz que a visão do banco é de que o Banco Central comece a reduzir as taxas no segundo semestre de 2023.

Mas com uma condição: "Caso as pressões inflacionárias venham a arrefecer de forma consistente, o Banco Central poderá, gradual e cautelosamente, voltar a reduzir a taxa de juros em algum momento no segundo semestre do ano que vem", afirmou o executivo durante o Macro Vision 2022, evento promovido anualmente pelo Itaú há 12 anos.

Ele ressaltou, ainda, que a economia brasileira deve seguir o ritmo de desaceleração da economia mundial. 

"A intensidade dessa desaceleração, à qual pode se contrapor uma nova rodada de estímulos fiscais, irá determinar o ritmo de redução da inflação", afirmou Maluhy.

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IBOVESPA TENTA LEVE RECUPERAÇÃO

O Ibovespa ensaia leve recuperação com exterior e impulsionado por Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4), companhias com maior peso no índice. A bolsa brasileira sobe 0,08%, aos 109.151 pontos.

A mineradora Vale (VALE3) recupera as perdas do pregão anterior após dados mais fracos de produção para os próximos anos, com a valorização do minério de ferro na Chin hoje.

A Petrobras (PETR4) também acompanha a alta do petróleo, que avança mais 2% no exterior.

EVE, DA EMBRAER, RECEBE PEDIDO DE INTENÇA DE COMPRA DE STARTUP BRASILEIRA PARA TESTES

Um futuro parecido com os Jetsons começa a se desenhar para os habitantes das cidades. Isso porque a subsidiária da brasileira Embraer (EMBR3) chamada Eve anunciou que uma startup brasileira assinou uma carta de intenção de compra dos “carros voadores” da empresa.

A FlyBIS Aviation Limited é uma jovem companhia localizada em Caxias do Sul (RS) que pretende comprar até 40 veículos do tipo eVTOL (sigla em inglês para “aeronave elétrica de decolagem vertical”). 

Mas a entrega deve ter um prazo longo. Afinal, são mais de 2.770 de pedidos na fila da Eve para veículos do tipo eVTOLs.

Carros voadores e soluções avançadas

A startup gaúcha é focada em Soluções Avançadas de Mobilidade Aérea (AAM) e pretende atuar principalmente nos estados do Sul do Brasil já em 2026. Entretanto, há a expectativa de expandir a operação para a América Latina.

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AUREN (AURE3) DISPARA

Os papéis da Auren Energia (AURE3) sobem 8,53%, negociados a R$ 14,78, fora do Ibovespa.

Os investidores repercutem o acordo judicial da empresa com a União, que resultou em uma indenização R$ 1,717 bilhão. O valor é uma reversão de bens não amortizados ou não depreciados em relação à Usina Hidrelétrica Três Irmãos.

O montante será pago em 84 parcelas mensais e consecutivas pela União à Auren, e deve contabilizar, atualizado pela Selic, cerca de R$ 4,1 bilhões, de acordo com o JP Morgan.

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SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
GGBR4Gerdau PNR$ 31,602,00%
VALE3Vale ONR$ 86,301,72%
USIM5Usiminas PNAR$ 7,991,65%
CSNA3CSN ONR$ 14,611,32%
PRIO3PetroRio ONR$ 33,091,29%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
HAPV3Hapvida ONR$ 4,96-3,13%
CVCB3CVC ONR$ 4,66-2,71%
RAIL3Rumo ONR$ 18,23-2,51%
PCAR3GPA ONR$ 19,03-2,41%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 27,98-2,20%
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abriu em queda de 0,32%, aos 108.723 pontos.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

A curva dos juros futuros (DIs) abriram em trajetória de alta após manutenção da taxa de juros básicos em 13,75% ao ano pelo Banco Central. Mas, o principal fator para o avanço dos DIs é o risco fiscal com a aprovação da PEC da Transição.

A matéria foi aprovada pelo Senado Federal ontem (6) e encaminhada para apreciação na Câmara dos Deputados, sem a expectativa de maior desidratação da proposta. Em linhas gerais, o texto prevê gastos de até R$ 168 bilhões fora do teto para os próximos dois anos.

Confira o desempenho dos juros futuros hoje:

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2313,66%13,67%
DI Jan/2413,95%13,85%
DI Jan/2513,21%13,03%
DI Jan/2612,99%12,78%
DI Jan/2712,89%12,70%
OI (OIBR3) CONCLUI VENDA DE ESTRUTURA FIXA PARA SUBSIDIÁRIA DA HIGHLINE

A Oi (OIBR3) finalmente firmou contrato com a NK 108, afiliada da Highline do Brasil II Infraestrutura de Telecomunicações, para se desfazer de sua operação fixa.

A aquisição da estrutura de torres da empresa de telecomunicações pela afiliada da Highline pode alcançar R$ 1,697 bilhão e representa mais um passo rumo ao fim do extenso processo de recuperação judicial da empresa.

A proposta da NK 108 foi a única considerada válida em um processo competitivo na 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro encerrado em agosto.

Do montante total, a Oi vai receber R$ 1,088 bilhão à vista. Os R$ 609 milhões restantes serão pagos até 2026.

Leia mais.

ADRS DE PETROBRAS E VALE EM NOVA YORK

Os ADRs  recibos de ações em bolsas estrangeiras  da Petrobras e da Vale, empresas com maior peso no Ibovespa, operam em alta no pré-mercado em Nova York, com a valorização das commodities e apesar da maior cautela do exterior.

O ADR da Petrobras avança 0,27%, a US$ 11,11. Já o recibo de ações da Vale sobe 0,56%, a US$ 16,26.

DILMA VENCEU? AUREN (EX-CESP) FAZ ACORDO PARA RECEBER INDENIZAÇÃO POR USINA

Um "esqueleto" do governo de Dilma Rousseff emergiu na noite de ontem, quando a Auren Energia (antiga Cesp) anunciou um acordo para receber R$ 1,717 bilhão da União. O valor representa R$ 4,1 bilhões atualizados pela Selic, de acordo com o JP Morgan.

Trata-se sem dúvida de uma soma expressiva, mas de certo modo pode-se concluir que Dilma venceu a parada. Afinal, esse é exatamente o montante que o governo já estava disposto a indenizar a companhia desde 2014.

A União deve, não nega, mas vai pagar a Auren em 84 meses, a partir de outubro de 2023, em valores corrigidos pela taxa básica de juros.

Seja como for, o mercado interpreta o desfecho como um final feliz. Tanto que as ações da Auren (AURE3) disparam quase 8% na manhã de hoje da B3.

Leia mais.

Ibovespa futuro renova mínima de 0,92%, aos 108.636 pontos com o cenário fiscal no radar e incertezas sobre inflação e juros no exterior.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

PODIA SER MELHOR, MAS ESTÁ LONGE DE SER O PIOR DESFECHO

Lá fora, os mercados asiáticos fecharam o dia sem uma única direção nesta quinta-feira, mas predominantemente em queda, apesar da robusta alta de mais de 3% em Hong Kong. Os investidores acompanharam as movimentações mistas de Wall Street durante o pregão de ontem, diante das preocupações sobre as perspectivas para as taxas de juros e uma recessão global — há incerteza por conta das perspectivas para a reunião de política monetária do Fed na próxima semana.

A manhã na Europa é um pouco mais positiva, mas ainda assim parece não haver unanimidade entre os mercados. Os futuros americanos, por outro lado, embarcam em uma alta, pelo menos por enquanto, depois de uma sequência de quedas que provou que vivíamos mais uma vez um "bear market rally" (rali de mercado de baixa). O Brasil tem vivido sua própria dinâmica, muito por conta das discussões fiscais, mas a manhã positiva para as commodities pode ter um efeito benéfico.

A ver…

00:47 — Tramitação foguete

O mercado já estava fechado ontem quando as duas notícias mais importantes do dia foram divulgadas. Em primeiro lugar, conforme era amplamente esperado, o Comitê de Política Monetária (COPOM) manteve inalterada em 13,75% ao ano a taxa básica de juros da economia nacional.

O comunicado, mais importante agora do que a decisão em si, se mostrou responsável ao chamar a atenção para o panorama fiscal, mas sem causar um grande alarde — o risco fiscal existe e a PEC está longe de ser o melhor dos desfechos, mas considerando o exposto, ainda não vimos uma real materialização de um risco mais elevado (precisamos esperar o novo arcabouço fiscal, a ser decidido até agosto do ano que vem). A queda dos juros deve ficar para o segundo semestre de 2023.

Em segundo lugar, o Senado aprovou em dois turnos a PEC da Transição, mantendo o texto aprovado em comissão, rejeitando destaques que propunham desidratação adicional e encaminhando a proposta para a Câmara, que deverá votar a questão na semana que vem, na reta final do ano legislativo (os deputados têm até dia 15 para aprovar, então não poderá haver mudanças textuais na Câmara).

A margem foi bem ampla no Senado, dando força política à pauta, apesar de a bagatela ser de R$ 168 milhões (R$ 145 bilhões para fora do teto e R$ 23 bilhões para fora da regra). Francamente, nesta altura do campeonato, a falta de desnutrição adicional pode até frustrar, mas todos já começam a comentar o que realmente importa: qual será a próxima âncora fiscal. O jogo ainda está em aberto para mais incerteza fiscal.

01:51 — Reversão de humor

Nos EUA, a queda recente das ações é fruto do humor sombrio entre os investidores, que chegaram a ensaiar em novembro um rali de mercado de baixa (como comentamos anteriormente, se tratava de um nítido movimento ansioso).

As más notícias para a economia soam como más notícias para o mercado de ações: se a economia estiver muito fraca, os resultados corporativos vão sofrer. O problema é que as boas notícias não vêm animando as perspectivas futuras: se a economia estiver muito forte, isso significa mais inflação e mais aperto monetário por parte do Federal Reserve, prejudicando os valuations.

Boa parte dos investidores espera hoje uma recessão nos próximos 12 meses. Quando o sentimento é tão ruim, cria-se um ambiente difícil para a maioria dos ativos. Sim, o Fed ainda parece prestes a desacelerar o ritmo de aumento das taxas de juros em sua reunião marcada para a semana que vem, mas dados econômicos otimistas recentes levantaram preocupações sobre quanto mais o banco central aumentará as taxas em reuniões futuras (uma taxa de juros terminal acima de 5% é bem factível).

O objetivo? O Fed precisará levar a economia a uma recessão prolongada para reduzir a inflação para perto de sua meta de 2%. Não há alternativa.

02:47 — Um pulinho na Europa

Assim como no Peru, a Alemanha também ensaiou um plano (absolutamente frustrado) de golpe de estado. Todos os envolvidos foram presos antes de qualquer tentativa. Foi muito diferente do que aconteceu com nosso vizinho (os peruanos já estão no sexto presidente desde 2018), claro, mas é nítida a situação de maior instabilidade política que as democracias ocidentais vivem, na Europa e na América. A situação não trouxe volatilidade para os mercados, que só se importam com a política monetária do BCE.

Por isso, será importante acompanharmos as duas falas da presidente do BCE, Christine Lagarde, marcadas para hoje, uma pela manhã e outra durante a tarde. Desde sua última fala, os investidores ficaram nervosos com as perspectivas inflacionárias na Zona do Euro; portanto, qualquer novidade pode ter um efeito direto nos mercados. Sabemos que os europeus ainda estão sofrendo com inúmeras crises e a inflação é apenas uma delas. Se trata de um dos mercados mais difíceis atualmente.

03:56 — Mais novidades chinesas

Mais uma vez, as autoridades de saúde chinesas deram um grande passo para aliviar as rígidas restrições do Covid-19 do país, dizendo que permitiriam que aqueles com casos assintomáticos ou leves ficassem em quarentena em casa. Desde o início da pandemia, as pessoas foram forçadas a ficar em quarentena em instalações centralizadas administradas pelo governo; ou seja, a mudança é relevante.

Como não poderia deixar de ser, as políticas de zero-Covid continuaram a atingir a demanda do consumidor e interromper a produção na segunda maior economia do mundo durante todo o ano, enquanto o resto do mundo superou a pandemia. Por isso, afrouxar as regras deve ajudar a impulsionar uma recuperação na economia chinesa, o que deveria ser bom para o crescimento econômico global.

Por outro lado, a China é um grande consumidor de energia e outras commodities, e um aumento na demanda pode elevar os preços. Isto é, uma abertura acelerada da economia da China não seria necessariamente boa para os ativos de risco no curto prazo se alimentar a inflação nos mercados desenvolvidos. Ainda assim, se o processo coincidir com a queda da inflação e o fraco crescimento global, talvez tenhamos uma solução mais equilibrada.

04:34 — A tão falada desglobalização

Desde a guerra comercial entre EUA e China, vemos cada vez mais sinais de desglobalização. Tivemos a pandemia e, na sequência, a invasão russa ao território ucraniano. O movimento se dá em paralelo a um processo de mudança na dinâmica econômica mundial, com os investidores se perguntando os próximos passos da China, que vive um momento político diferenciado.

Em outras palavras, vivemos hoje uma ruptura do que se deu nos últimos 30 a 40 anos. Hoje, vemos que a desglobalização vai forçar o mundo a passar por um período de alocação menos eficiente, com menos especialização e mais fricção. Os próximos 10 anos serão completamente diferentes dos últimos 10.

Neste caso, quem se posicionar agora nos nomes da próxima geração de investimento, pode se beneficiar enormemente. Se pudesse apostar, ficaria com energia limpa (transição energética) e países emergentes (fornecedores de matérias-primas para o redesenho das cadeias produtivas).

BRASIL: VENDAS NO VAREJO

As vendas no varejo avançaram 0,4% em outubro ante setembro, acima das projeções do mercado de alta de 0,3%. O dado foi divulgado há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação anual, as vendas registram alta de 2,7% em outubro ante o mesmo mês de 2021. No ano, as atividades subiram 1,0% e, em 12 meses, 0,1%.

Já as vendas no varejo ampliado  — que inclui automotores e material de construção — subiram 0,5% em outubro ante setembro, em linha com as expectativas do mercado. Mas, o dado apresentou recuo de 0,5% no ano e queda de 1,0% em 12 meses.

Por fim, o IBGE também revisou as vendas no varejo de setembro ante agosto, de alta de 1,1% para 1,2%.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO E DO DÓLAR

O Ibovespa futuro abriu as negociações em queda de 0,11%, aos 109.520 pontos.

Os investidores repercutem a incerteza de alta nos juros americanos na próxima semana, além do cenário fiscal brasileiro com a tramitação da PEC de Transição, aprovada ontem (7) no Senado e encaminhada à Câmara dos Deputados.

No mesmo horário, o dólar à vista abriu em alta de 0,45%, a R$ 5,2291.

COMMODITIES EM ALTA

Com novas medidas do governo chinês para a flexibilização da política de 'Covid-zero', o minério de ferro opera em alta de 1,41%, com a tonelada cotada a US$ 113,37, em Dalian, na China.

O petróleo tipo Brent também avança nesta quinta-feira. A commodity sobe 0,97%, com o barril negociado a US$ 77,92.

DAY TRADE NA B3

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis de Lojas Renner (LREN3).

LREN: [Entrada] R$ 22.26; [Alvo parcial] R$ 23.05; [Alvo] R$ 24.24; [Stop] R$ 20.94

Recomendo a entrada na operação em R$ 22.26, um alvo parcial em R$ 23.05 e o alvo principal em R$ 24.24, objetivando ganhos de 8.9%.

O stop deve ser colocado em R$ 20.94, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

Leia mais.

FUTUROS DE NOVA YORK SOBEM ANTES DE SEMANA DE DECISÃO DO FED

Os índices futuros de Nova York operam em leve alta hoje.

Diante de uma sequência negativa, especialmente do índice S&P-500, os participantes do mercado norte-americano estão em busca de barganhas nas bolsas locais.

Enquanto aguardam a decisão de juro do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americana), prevista para a semana que vem, os investidores também se preparam para os números da inflação ao consumidor dos Estados Unidos em novembro, que sairão amanhã.

Confira:

  • Dow Jones futuro: +0,03%;
  • S&P 500 futuro: +0,15%;
  • Nasdaq futuro: +0,26%.
BOLSAS NA EUROPA RECUAM ANTES DE FALAS DA PRESIDENTE DO BCE

As bolsas de valores da Europa iniciaram o dia sem direção clara, com um forte viés negativo.

Em meio a temores de uma recessão global, os investidores aguardam discurso da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, em evento do Conselho Europeu de Risco Sistêmico.

O mercado local também está à espera das reuniões de política monetária do BCE, do Banco da Inglaterra e do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americana), todas previstas para a semana que vem.

Veja:

  • Euro Stoxx 50: -0,18%
  • DAX (Alemanha): -0,26%
  • CAC 40 (França): -0,11%
  • FTSE 100 (Reino Unido): -0,15%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM QUEDA COM MEDO DA RECESSÃO

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em queda nesta quinta-feira.

Os investidores repercutem os temores de uma recessão econômica global em algum momento dos próximos meses.

A exceção na região foi a bolsa de valores de Hong Kong.

O índice local reagiu a notícias dando conta de um relaxamento das restrições impostas pelo governo para deter a disseminação da covid-19.

Ainda nesta quinta-feira (08), a China divulga os números de inflação, medida pelo CPI de novembro. A expectativa é de uma nova alta de 2,1% na base mensal.

Confira:

  • Xangai (China): -0,07%
  • Nikkei (Japão): -0,40%
  • Kospi (Coreia do Sul): -0,49%
SENADO APROVA PEC DA TRANSIÇÃO COM AMPLA VANTAGEM

O Senado aprovou na noite de quarta-feira a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição.

A proposta aprovada aumenta em R$ 145 bilhões o teto de gastos pelo período de dois anos e permite gastos extras de até R$ 23 bilhões mediante receitas extraordinárias.

Isso amplia o impacto fiscal da proposta para R$ 168 bilhões. No entanto, o valor situa-se R$ 30 bilhões abaixo da proposta original.

A PEC passou com 64 votos a favor e 16 contra no primeiro turno e 64 a 13 no segundo. O texto segue agora para a Câmara dos Deputados, onde deve ser votado na semana que vem.

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