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RESUMO DA NOITE: Simone Tebet (MDB) foi a última candidata a participar da sabatina do Jornal Nacional, da TV Globo. Na entrevista desta sexta-feira (26), os jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos questionaram a senadora sobre pandemia, economia e segurança pública, entre outros temas. Leia a seguir as respostas de Tebet.
Além da manutenção do Auxílio Brasil de R$ 600, Simone Tebet também pretende criar um Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para trabalhadores informais que recebem o benefício.
Segundo a candidata do MDB, os cálculos já foram feitos e “15% da renda que o informal declarar será depositado na conta dele” para emergências.
Confrontada com os altos índices de criminalidade do Mato Grosso do Sul no período em que foi vice-governadora, Simone Tebet declarou que “governadores não conseguem cuidar da segurança pública sozinhos”.
Por isso, a candidata propõe a recriação do Ministério da Segurança Pública para coordenar os esforços e promete nomear um “bom ministro para estar ao lado dos governadores combatendo o crime organizado”.
Para pagar a conta da erradicação da miséria e da extensão do Auxílio Brasil de R$ 600, a candidata defende a taxação dos lucros e dividendos dos mais ricos.
Tebet aposta na reforma tributária como uma das fontes de financiamento para os programas sociais e diz que ela pode ocorrer já nos primeiros seis meses de um eventual governo.
O foco da candidata está em reduzir os impostos para os mais pobres. “A reforma mais importante é a do consumo, porque quem mais paga imposto no Brasil é o pobre”.
E, para equilibrar a proposta, a Tebet já tem mira certa: “à medida que a gente tira dos mais pobres, a gente cobra dos ricos”.
Se eleita, Simone Tebet pretende manter o Auxílio Brasil de R$ 600 para as famílias mais pobres.
“É inadmissível um Brasil que alimenta o mundo e tem a incapacidade de alimentar os filhos. Nós não podemos admitir isso. Pode faltar dinheiro para tudo, menos para acabar com a miséria”, declarou a candidata.
Para Tebet, o mercado já precificou a continuidade do benefício social e um furo de até R$ 60 bilhões no teto de gastos. “O mercado já sabe que ano que vem teremos que extrapolar o teto para garantir essa transferência de renda”.
“O MDB é muito maior do que meia dúzia de políticos e seus caciques”: foi assim que Simone Tebet iniciou sua participação no Jornal Nacional desta sexta-feira (26).
A sabatina começou com uma pergunta sobre a corrupção dentro do partido da senadora. Tebet garantiu que, apesar de estar no centro de grandes escândalos de corrupção do passado, o MDB “é um partido ético”.
Vale relembrar que Simone Tebet enfrentou resistência dentro do próprio partido para sua candidatura. “Tentaram puxar o meu tapete. Tive que vencer uma maratona com muitos candidatos e eu permaneci”, declarou.
Mas, quando questionada sobre o apoio de membros do MDB a outros candidatos à presidência, Simone Tebet admitiu que “a polarização cooptou alguns companheiros”.
Mesmo em seu estado natal, Mato Grosso do Sul, a candidatura de Tebet não é unânime, mas ela afirma que não entrou no pleito “para dividir”.
“Ninguém governa o país sozinho, mas nós sabemos das dificuldades regionais. Eu, particularmente, venho de um estado conservador”.
A entrevista da candidata do MDB à presidência, Simone Tebet, começa no Jornal Nacional.
As entrevistas dos candidatos à Presidência ao Jornal Nacional são conduzidas pelos jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos nos estúdios da Rede Globo, no Rio de Janeiro.
Todas as entrevistas acontecem ao vivo e têm 40 minutos de duração cada. A desta sexta-feira (26) é a última da série dos presidenciáveis e ocorre a partir das 20h55, após o horário eleitoral gratuito.
A Globo utilizou como critério para selecionar os sabatinados os candidatos mais bem colocados na pesquisa Datafolha realizada no fim de julho.
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