O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com a Selic tão baixa, algumas instituições financeiras de médio porte passaram a oferecer investimentos de renda fixa conservadora que pagam mais de 100% do CDI com liquidez diária; saiba onde encontrá-los
A queda da Selic para as suas mínimas históricas tornou difícil ganhar dinheiro com as aplicações financeiras mais conservadoras do mercado: os investimentos de renda fixa cuja remuneração é atrelada à Selic ou ao CDI, também chamados de pós-fixados.
É fato que essa situação acaba empurrando o investidor para opções com mais risco, desde os títulos de renda fixa prefixados ou atrelados à inflação, até as ações, passando pelos títulos de crédito privado e fundos imobiliários.
Mas também é fato que uma parte da nossa carteira precisa ficar alocada em ativos conservadores e atrelados à taxa básica de juros. Nós precisamos, no mínimo, manter uma reserva de emergência; mas também pode ser interessante manter uma reserva a mais, para aquele dinheiro que só será alocado quando surgirem boas oportunidades.
Além disso, a baixa rentabilidade da renda fixa mais conservadora prejudica sobretudo os poupadores e investidores iniciantes.
Afinal, para quem está dando os primeiros passos no mundo dos investimentos, sobretudo quem ainda não tem muitos recursos, as aplicações pós-fixadas serão, por algum tempo, as únicas da carteira.
Aqui no Seu Dinheiro, a gente já falou um bocado sobre os investimentos ideais para a sua reserva de emergência, aquela que não suporta qualquer tipo de volatilidade ou risco de crédito e exige liquidez diária.
Leia Também
Se você nos acompanha há algum tempo, já deve estar careca de saber que os investimentos que melhor combinam essas características com um retorno superior ao da poupança são o Tesouro Selic e os fundos Tesouro Selic de taxa zero.
Mas um episódio ocorrido no mercado de juros no ano passado, que fez o Tesouro Selic dar retornos negativos em alguns momentos, levou ao questionamento se talvez diversificar um pouco a reserva de emergência por outras aplicações de baixo risco não seria interessante.
Os CDBs de grandes bancos que pagam no mínimo 100% do CDI, com liquidez diária, surgem como as melhores alternativas, mas nem todos os investidores têm acesso a esse tipo de produto, em geral reservado a quem tem mais grana.
Os CDBs mais acessíveis dos bancões em geral pagam menos de 100% do CDI e chegam a perder da poupança. Se 100% do CDI já é pouco hoje - algo como 1,9% ao ano - menos que isso é uma miséria.
Nas instituições financeiras de médio porte, porém, é bem mais fácil encontrar opções de renda fixa que paguem 100% do CDI ou mais com risco bastante reduzido - ou os recursos do investidor ficam alocados em Tesouro Selic ou num título com proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para aplicações de até R$ 250 mil por CPF.
O problema é que essas aplicações geralmente não têm a tal da liquidez diária - esta costuma estar presente apenas quando a remuneração é de 100% do CDI, e nada mais. Além disso, apesar das garantias, o risco de quebra da instituição financeira é maior, e o ressarcimento dos investidores, quando isso acontece, não é imediato.
Porém, nos investimentos com liquidez diária até dá para deixar uma parte pequena da sua reserva de emergência, ou mesmo aquele seu caixa para aproveitar boas oportunidades futuras.
A boa notícia é que, hoje, com os juros no chão, diversas instituições financeiras de médio porte começaram a oferecer títulos de renda fixa cobertos pelo FGC que pagam até mais do que 100% do CDI com liquidez diária. Aí a coisa começa a ficar mais interessante, pois a possibilidade de resgatar a qualquer momento é um risco a menos.
Esse tipo de investimento ainda não é tão comum, mas já está presente em instituições financeiras bastante conhecidas e próximas do pequeno investidor. Os valores exigidos para aplicar também são baixos, o que aumenta ainda mais a atratividade e facilita, para o investidor, diversificar as aplicações.
Com a ferramenta de busca da plataforma Yubb, eu levantei os investimentos de renda fixa disponíveis no mercado hoje que pagam mais de 100% do CDI com liquidez diária para diferentes valores de aporte inicial.
Em seguida, eu selecionei aquelas emitidas por instituições de solidez no mínimo razoável. As estimativas de rentabilidade entre parênteses, informadas pelo próprio Yubb, foram calculadas com base na estimativa para o CDI em um ano, de 3,45% (DI futuro). Confira:
Como você pôde ver, a maioria desses investimentos são CDBs. Há apenas uma LC (Letra de Câmbio, uma espécie de CDB das financeiras) e uma LCI, título isento de imposto de renda.
Neste caso, por sinal, a rentabilidade chama a atenção, pois o investidor realmente embolsa 110% do CDI, enquanto nas demais aplicações ainda há cobrança de imposto de renda de acordo com o prazo de investimento.
Relatório da XP recomenda a janela estratégica rara nos títulos indexados à inflação e indica os dois títulos preferidos da casa
O novo título público quer concorrer com os ‘cofrinhos’ e ‘caixinhas’ dos bancos digitais, e ser uma opção tão simples quando a poupança
Os recursos serão usados para cobrir gastos relacionados com a implantação e exploração da usina termelétrica movida a gás natural UTE Azulão II, no Amazonas; papéis são voltados a investidores profissionais
Levantamento da Empiricus mostra quais setores lideram oportunidades e como o mercado de debêntures deve se comportar nos próximos meses
Incertezas globais elevam rendimentos dos títulos públicos e abrem nova janela de entrada no Tesouro Direto
Ressarcimento começou a pingar na conta dos investidores, que agora têm o desafio de fazer aplicações melhores e mais seguras
Relatório afirma que a performance do BDIF11 está descolada dos seus pares, mesmo com uma carteira pulverizada e um bom pagamento de dividendos
Os golpistas e fraudadores estão utilizando indevidamente do nome do FGC, bem como tentando interferir no regular processo de pagamento
Apesar da pressão dos juros altos, a maioria das empresas fez ajustes importantes, e o setor segue com apetite por crédito — mas nem todas escaparam ilesas
Banco afirma que o mercado “exagerou na punição” à dívida da companhia e vê retorno atrativo para investidores em meio ao forte desconto
Itaú BBA e XP divergem em suas recomendações de títulos públicos no início deste ano; corretoras e bancos também indicam CRI, CRA, debêntures e CDB
Demora no ressarcimento pelo FGC faz a rentabilidade contratada diluir ao longo do tempo, e o investidor se vê com retorno cada vez menor
Melhor desempenho entre os títulos públicos ficou com os prefixados, que chegaram a se valorizar mais de 20% no ano; na renda fixa privada, destaque foram as debêntures incentivadas
Investimentos como CRI/CRA, debêntures e outros reduziram a participação dos bancos nos empréstimos corporativos
Novos títulos têm vencimento fechado, sem a possibilidade de resgate antecipado
O Copom ainda não cortou a taxa de juros, mas isso deve acontecer em breve — e o mercado já se move para ajustar os retornos para baixo
BTG Pactual, BB Investimentos, Itaú BBA e XP recomendam aproveitar as rentabilidades enquanto a taxa de juros segue em 15% ao ano
Em carta mensal, Sparta analisa por que os eventos de crédito deste ano não doeram tanto no mercado de debêntures quanto os de empresas como Americanas e Light em 2023 e avalia os cenários de risco e oportunidades à frente
Pierre Jadoul não vê investidor disposto a tomar risco e enfrentar volatilidade enquanto juros continuarem altos e eleições aumentarem imprevisibilidade
O produto estará disponível por tempo limitado, entre os dias 24 e 28 de novembro, para novos clientes