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O medo da variante ômicron deve seguir ao longo dos próximos dias; as bolsas pelo mundo seguem pressionadas com cautela
Estamos a uma semana do Natal e duas do Ano Novo. Muitas pessoas já retiram as camisas, saltos altos e outras vestimentas de trabalho e colocam as roupas mais confortáveis para passar com a família nos próximos dias.
Mas as preocupações dos festeiros e dos mercados, que devem seguir a todo vapor até os últimos dias de 2021, devem ser as mesmas: a variante ômicron se espalha pela Europa, que já iniciou uma série de restrições antes dos feriados.
A semana que começa nesta segunda-feira (20) será mais curta, com as principais bolsas pelo mundo fechadas na sexta-feira (24). Mesmo assim, os investidores devem digerir dados inflacionários aqui e nos Estados Unidos.
Mesmo com os próximos dias mais esvaziados de notícias, o PIB do 3º trimestre dos EUA também deve chamar a atenção na quarta e ajudar o Federal Reserve a ajustar a política monetária à nova fase da retomada econômica.
Confira o que deve movimentar a bolsa hoje:
Os principais índices pelo mundo sentem os temores envolvendo o avanço da variante ômicron pela Europa e Ásia. Diversos países do Velho Continente levantaram barreiras contra a covid-19 antes das festividades de final de ano.
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Outros países onde a vacinação com duas doses já está mais avançada correm para conseguir ampliar a cobertura com três doses do imunizante, que amplia a eficácia contra a ômicron, de acordo com estudos preliminares.
No Brasil, a polêmica do final de semana envolve a vacinação de crianças e o presidente da República, Jair Bolsonaro.
Diretores da Anvisa receberam novas ameaças após técnicos do órgão liberarem a vacinação para crianças. Bolsonaro foi contra a determinação da agência nacional de vigilância sanitária de imunizar a população entre 5 e 11 anos, o que gerou uma reação dos apoiadores do presidente contra a medida.
Com isso, o Ministério da Saúde adiou a decisão sobre inserir ou não o públic infantil no Programa Nacional de Imunização. De acordo com o ministro da pasta, Marcelo Queiroga, haverá uma consulta pública sobre o assunto.
Queiroga ainda anunciou a redução de 5 para 4 meses da dose de reforço contra a covid-19 para conter o avanço da ômicron.
Quinta-feira (24) será o dia da inflação: a divulgação dos dados de preços ao consumidor nos Estados Unidos e no Brasil deve mexer com os investidores nos próximos dias.
Na semana passada, os Bancos Centrais elevaram o tom contra a inflação, alguns inclusive já elevando os juros em suas últimas reuniões de 2021.
Os investidores internacionais ainda terão uma semana cheia pela frente antes de poder sentar à mesa com o Bom Velhinho.
Na quarta-feira (23) serão divulgados os dados de preços ao consumidor (PCE, em inglês) dos Estados Unidos no trimestre. No mesmo dia, a atividade econômica medida pelo PIB do 3º tri também deve movimentar os negócios.
Quinta-feira (24) os investidores conhecerão o PCE e o núcleo do PCE anual e mensal. Este é o dado preferido do Federal Reserve para decidir sobre a política monetária do BC americano.
Na última reunião, o presidente do Fed, Jerome Powell, abandonou o discurso de inflação transitória e acelerou a retirada de estímulos da economia, movimento conhecido como tapering. Uma alta mais intensa do PCE pode culminar em uma elevação dos juros antes do esperado pelo mercado.
Durante o final de semana, o senador americano Joe Manchin (democrata) declarou oposição à proposta BBB (Build Back Better, “construindo de novo e melhor”, em tradução livre) do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.
A proposta envolve gastos de cerca de US$ 2 trilhões para investimento em saúde, educação e combate às mudanças climáticas. Manchin, que fez uma declaração por escrito após reiterar sua posição em entrevista à Fox News, expressou preocupação com o projeto, em especial no ponto em que trata do avanço da inflação e da dívida americana.
As preocupações com a covid-19 pressionaram os índices da Ásia, que encerraram o pregão desta segunda-feira em baixa, diante da ameaça da ômicron de se espalhar durante as festas de final de ano.
De maneira semelhante, as bolsas da Europa também abriram em baixa hoje, de olho nas restrições impostas pelos países às festas de final de ano.
Por fim, os futuros de Nova York também recuam com força antes da abertura do pregão nesta segunda.
Segunda-feira (20)
Terça-feira (21)
Quarta-feira (22)
Quinta-feira (23)
Sexta-feira (24)
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