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Kaype Abreu

Kaype Abreu

Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Colaborou com Estadão, Gazeta do Povo, entre outros.

pressão do congresso

Petrobras (PETR4) cai 3%, após Lira expor insatisfação com explicação sobre política de preços

Presidente da Câmara chamou atenção para o que chamou de valor “absurdo” do gás natural, destacado como um dos principais problemas que a estatal precisará esclarecer

Kaype Abreu
Kaype Abreu
16 de setembro de 2021
14:24 - atualizado às 14:27
Arthur Lira, presidente da Câmara
Arthur Lira, presidente da Câmara - Imagem: Cleia Viana/Câmara dos Deputados Fonte: Agência Câmara de Notícias

As ações da Petrobras (PETR4) chegaram a recuar mais de 3% nesta quinta-feira (16) após o presidente da Câmara, Arthur Lira, demonstrar insatisfação com os esclarecimentos prestados pelo presidente da estatal, Joaquim Silva e Luna, sobre a política de preços da empresa.

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O dia ainda é de baixa de cerca de 0,20% do petróleo tipo Brent, usado como referência pela Petrobras. Acompanhe a cobertura de mercados do Seu Dinheiro.

Desempenho da Petrobras (PETR4) nesta quinta (16) / Reprodução

Lira disse que o Congresso vai tomar providências para corrigir eventuais erros na estatal, sem prejudicar a economia e sem intervir na estatal nem retomar a política de controle de preços. Para ele, a empresa não pode pensar só no lucro e precisa ajudar a estruturar o investimento no Brasil.

Segundo Lira, é importante garantir previsibilidade, para que o crescimento econômico se consolide, e a energia é fundamental para isso. “Não é possível esse estado de letargia e inércia em relação ao que está acontecendo", disse em live promovida pela Netcon Investimentos. 

"Não está clara a política da Petrobras neste momento de crise energética”.

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Presidente da Câmara, Arthur Lira

CEO da Petrobras na Câmara

Na última terça-feira, o presidente da Petrobras participou de debate no Plenário da Câmara e foi questionado pelos deputados sobre o preço dos combustíveis.

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Os parlamentares querem mudanças na política de preços da Petrobras, que desde 2016 acompanha a variação do valor do barril de petróleo no mercado internacional e do dólar.

É a chamada política de paridade internacional (PPI). Silva e Luna afirmou que a estatal não repassa para os combustíveis a volatilidade do mercado e que regras atuais permitiram a retomada do lucro.

Para Lira, os esclarecimentos do presidente da Petrobras foram insuficientes. “Precisamos de mais esclarecimentos para ter uma informação mais efetiva do preço do gás, porque as termoelétricas podem amenizar a crise hídrica”.

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O presidente da Câmara citou que vários parlamentares estão buscando iniciativas para questionar o preço dos combustíveis, como provocar o Cade para investigar se não há excesso de práticas de monopólio.

Gasolina subiu 31% neste ano

De acordo com o IBGE, a gasolina acumula alta de preço de 31,1% entre janeiro e agosto, contra uma inflação geral de 5,7% (IPCA). O diesel e gás de cozinha (GLP) também concentram altas (28% e 23,8%, respectivamente).

O valor dos combustíveis impacta a geração das usinas termelétricas movidas a gás natural e óleo diesel.

Para o presidente da Câmara, "no momento drástico de crise energética e na saída da pandemia, não é justo que se preconize só o lucro e o resultado de repasse dos lucros da empresa".

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"Não queremos o controle dos preços, o livre mercado é importante, mas tem que pensar no País".

Arthur Lira, presidente da Câmara

Lira disse que a empresa paga três dólares para importar o gás do Catar e repassa esse valor a 10 dólares só para o uso de seu gasoduto. “Um absurdo esse preço”, criticou.

“Se tem um problema, é importante atacar esse problema. Temos oito, nove termoelétricas paradas por falta de gás natural. É importante fazer tudo com transparência, sem alvoroço, mas precisamos saber onde está o problema do preço dos combustíveis”, disse.

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