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Angela Merkel deixa o cargo após 16 anos de governo; ela foi sucedida pelo líder do Partido Social Democrata (SPD)
Faltavam apenas dez dias para que Angela Merkel batesse um recorde histórico. Permanecesse ela até 18 de dezembro como chanceler, teria batido o recorde de Helmut Kohl e se tornado a chefe de governo mais longeva da Alemanha.
Não se tratava, porém, de uma escolha pessoal de Merkel, mas dos ritos políticos alemães. Dois meses e meio das eleições gerais que levaram de volta ao poder o Partido Social Democrata (SPD), o Bundestag finalmente realizou hoje a votação secreta para a condução de um novo chanceler ao poder.
Depois de 16 anos e 16 dias no cargo, Angela Merkel, da União Democrata Cristã (CDU), acaba de ser sucedida por Olaf Scholz, atual líder do SPD.
Ainda que a votação pelos deputados alemães seja secreta, a vitória de Scholz já era dada como certa por analistas políticos, uma vez que as negociações perduraram desde a vitória por estreita margem do partido de centro-esquerda nas eleições gerais de setembro.
Aos 63 anos, Scholz não chega ao poder sem experiência, mas assume o cargo em um momento de crescente incerteza diplomática na União Europeia, além de ter uma missão grandiosa pela frente.
No primeiro governo de coalizão de Merkel, no final dos anos 2000, o político atuou como ministro do Trabalho e Assuntos Sociais. Foi prefeito de Hamburgo por sete anos. Deixou o cargo em 2018 com alto índice de aprovação. Em seguida, regressou à coalizão de Merkel como vice-chanceler e ministro das finanças.
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Em uma reunião inesperada, em meados do mês passado, Scholz reuniu-se com o ex-presidente brasileiro Luís Inácio Lula da Silva, que fazia um giro pela Europa.
Depois de 16 anos e 16 dias, Merkel deixa um grande legado - ainda que o período tenha sido conturbado. Quando assumiu a Alemanha, em 2005, o país se apresentava como a terceira maior economia do mundo. Hoje, deixou o pódio e cedeu a posição para a China, se tornando a quarta maior economia do planeta.
A líder teve atuações relevantes em diversas áreas. Durante seus primeiros anos como chanceler, esteve à frente da Alemanha durante a quebra do Lehmann Brothers e também no resgate aos países da Zona do Euro.
No campo político, transitou com habilidade na busca por soluções para as desavenças entre Rússia e Ucrânia e para o divórcio entre o Reino Unido e a União Europeia, o Brexit.
Em termos humanitários, teve papel fundamental ao abrir as fronteiras alemãs para o fluxo de refugiados da guerra na Síria, enquanto, em questões ambientais, ficou marcada como uma voz de lucidez no combate às mudanças climáticas e no enfrentamento à pandemia de covid-19.
*Com informações da CNN.
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