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Economista e ex-diretora de Desestatização do governo FHC ainda falou sobre privatizações, eleições e até mesmo futebol em novo episódio do podcast RadioCash; confira
“A gente vai ter que reconstruir a imagem do liberalismo depois da passagem do Paulo Guedes pelo governo”. Assim, Elena Landau, economista, advogada e ex-diretora da área de Desestatização do BNDES no governo de Fernando Henrique Cardoso, resumiu sua frustração com a equipe econômica do governo Bolsonaro.
De “incompetência” a “incapacidade”, Landau usou duras palavras para descrever o que considera uma distorção do projeto de um governo liberal e comprometido com o desenvolvimento econômico, durante participação no podcast RadioCash, da Empiricus em parceria com a Vitreo.
“É difícil alguém que participa de um governo autoritário se dizer liberal. Cadê a abertura econômica? Propuseram uma reforma administrativa que não tem impacto, a reforma tributária virou totalmente eleitoral, querem constitucionalizar o calote (precatórios), não venderam (privatizaram) nada e ainda saem botando a culpa no Congresso”, disse.
Sobre o governo, a economista ainda foi irônica dizendo que conseguiu-se algo muito difícil, que é reunir juros altos, dólar subindo, recessão e inflação. Ela reconheceu, contudo, que se Guedes não estivesse no governo, o teto de gastos “já teria sido furado”.
Clique no player abaixo e ouça na íntegra a entrevista de Elena Landau:
Uma das principais figuras das desestatizações durante o governo FHC, Elena Landau opinou sobre dois dos processos de privatização de maior destaque neste ano: Eletrobras e Correios.
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“A privatização da Eletrobrás é positiva para a empresa, pois já houve tanta intervenção política que é sempre bom sair das garras do governo e ter vida própria. Contudo, não sei se é positivo para o setor. Desde o início, o processo de capitalização não seguiu um plano de estudo e estruturação, como foi o caso dos Correios”, afirmou.
Segundo a economista, isso fez o governo enviar um texto muito detalhado ao Congresso, o que acabou facilitando a colocação de emendas alheias à proposta original, os chamados “jabutis”. Apesar disso, Landau considera que, com a privatização, a Eletrobrás vai ganhar eficiência e tem muito potencial de valorização para os investidores.
Landau elogiou o processo dos Correios, disse que a capitalização de empresas estatais está indo bem e ainda sugeriu que é importante o governo se desfazer, com responsabilidade, das chamadas “vacas sagradas”, como Caixa, Banco do Brasil e Petrobras.
Apesar da má avaliação que faz do governo Bolsonaro e da equipe econômica, Elena Landau se mostrou esperançosa de que, com uma boa liderança e equipe competente, o país pode ter bons resultados no futuro.
Sobre uma eventual “terceira via” para as eleições de 2022, a economista apostou que existe chance de vitória, especialmente com o “derretimento” do governo atual.
Botafoguense fanática, Landau comentou também sobre sua experiência na gestão do futebol e a possibilidade de os clubes se transformarem em empresas de capital aberto.
“A gestão no futebol é muito difícil por conta da cartolagem. É muito difícil estruturar as coisas de uma hora para a outra. Estão sempre perdoando as dívidas sem mexer na estrutura das federações.”
Confira abaixo a íntegra do podcast RadioCash com Elena Landau:
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