🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EM IA: PRIMEIRA AULA GRATUITA LIBERADA – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

RadioCash

Com cenário macroeconômico instável, não dá pra ser Warren Buffet no Brasil, diz Paolo Di Sora, fundador da RPS Capital

Para o megainvestidor e CEO da Berkshire Hathaway, que compra ações de empresas na maior economia do mundo, é fácil se concentrar na análise microeconômica. Já o investidor brasileiro, por sua vez, está sempre sujeito a instabilidades e crises domésticas

Paolo Di Sora, fundador da RPS Capital, palestrando em evento
Paolo Di Sora fundou a RPS Capital em 2013. Hoje, a gestora já acumula R$ 3 bilhões em ativos sob gestão. - Imagem: Stock Pickers/Reprodução Youtube

A filosofia de investimentos que tornou Warren Buffett um dos homens mais ricos do planeta não é complexa: comprar e segurar por muitos anos ações de boas empresas. Mas o megainvestidor e CEO da Berkshire Hathaway tem uma vantagem que não se aplica a nós, brasileiros. Ele investe, em grande parte, em companhias na maior economia do mundo, que dificilmente vê seu cenário macro passando por grandes instabilidades. Este, como bem sabemos, não é o caso do Brasil. Por isso, Paolo Di Sora, fundador da RPS Capital, é categórico ao afirmar: “não dá pra ser Warren Buffett no Brasil”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Investir em ações nos Estados Unidos tem vantagens consideráveis, a começar pelo fato de que a economia americana é a mais pujante do mundo, com bastante previsibilidade. Para Di Sora, é um local onde você pode se “dar ao luxo” de se concentrar na avaliação micro e carregar teses de investimento de longo prazo, como faz Buffett. 

“A vida dele é muito mais fácil. A maior parte dos investimentos de Buffett - eu acompanhei muito da trajetória dele porque sou curioso e estudioso do assunto - foram nos Estados Unidos. A economia mais estável macroeconomicamente do mundo”, destaca o gestor

Em mercados emergentes, como é o caso do Brasil e da América Latina como um todo, “você tem disrupção macroeconômica de tempos em tempos que impactam de forma relevante a economia, os setores e as empresas”, explica Di Sora . É só pensar nas constantes crises domésticas pelas quais passamos com certa periodicidade, sem contar nos impactos que as mudanças em câmbio e juro causam em diversos setores de nossa economia. 

“A gente precisa sim acompanhar não só as empresas, mas tudo que está acontecendo na economia e montar teses de investimento que vão em linha com o que tá acontecendo do macro pro micro.” – Paolo Di Sora, fundador da RPS Capital. 

Para investir em ações no Brasil, é preciso ser humilde

Por estarmos em um contexto bem diferente do de Buffett, Di Sora afirma que os gestores não podem se apegar às suas teses de investimento e precisam ter carteiras líquidas e flexíveis, que se adaptem ao cenário macroeconômico cheio de surpresas. “Tem que ser humilde pra entender que o cenário vai mudando e a gente vai tendo que mudar a nossa carteira”, comenta ele. 

Leia Também

A LISTA ESTÁ AUMENTANDO...

Depois do JP Morgan, agora é a vez do Morgan Stanley deixar de recomendar a compra de ações brasileiras

FAVORITOS DO C-LEVEL

O que os executivos ouvem? Market Makers está entre os podcasts preferidos; confira o pódio

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De mudanças de carteira e gestão de patrimônio, Paolo Di Sora pode falar com propriedade. Em 2013, ele fundou a RPS Capital, que hoje acumula R$ 3 bilhões em ativos sob gestão (AUM). Com um DNA forte em ações, a gestora também atua em juros, moeda e commodities. O maior hedge fund da casa, chamado de Total Return, acumula 225% de rentabilidade desde o início. 

Fundada quase como um “family office”, a RPS agora quer ganhar espaço no segmento de investidores do varejo que, segundo Di Sora, estão amadurecendo cada dia mais. Atualmente, eles representam 8% da RPS. 

Paolo di Sora foi convidado do RadioCash, podcast especializado em mercado financeiro. Ouça o episódio completo abaixo ou continue lendo para saber os principais destaques:

Mesmo com juros baixos mundialmente, mercados emergentes sofrem

Embora a taxa Selic esteja subindo no Brasil a cada reunião do Copom, o cenário mundial (Estados Unidos incluso) ainda é de juros baixos, na avaliação de Di Sora. A discussão sobre juros ainda está longe de acabar, mas, para o gestor da RPS, “ninguém vai passar a investir em renda fixa nos próximos 12 meses porque o FED subiu 50 base points em juro ou seja lá qual for o número”. Portanto, sua recomendação para investimentos internacionais é clara: compre ações. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em relação à inflação na retomada pós-pandemia, o gestor menciona que os bancos centrais ao redor do mundo já estão ficando mais atentos. Para ele, o juro vai subir, mas não em níveis muito estrondosos. 

Nesse contexto, dois fatores impactam os mercados emergentes, como o Brasil: a retirada de estímulos do FED e a desaceleração do crescimento chinês. “Nos mercados emergentes a situação monetária de inflação é ainda muito pior”, comenta Di Sora. Por esse motivo, ele afirma que prefere fazer investimentos na terra do Tio Sam. 

Quais são as alocações da RPS Capital?

Falando mais a fundo de seus investimentos e das apostas da RPS, Paolo Di Sora comenta está otimista com a cesta de commodities, com empresas como Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Usiminas (USIM5) no ponto mais baixo de seus valuations. 

Já no Brasil, o fundador da RPS não gosta muito do setor imobiliário no geral, que é favorecido em tempos de juros baixos. Mas afirma que o setor de construção civil para baixa renda, que é subsidiado pelo governo através de programas como Casa Verde e Amarela, tem uma assimetria positiva. Ao RadioCash, ele cita empresas como Direcional (DIRR3), Tenda (TEND3) e MRV (MRVE3). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em China, o gestor se mostra confiante quanto às techs: “eu acho que o setor de tecnologia chinesa vai estar muito pujante nos próximos dez anos, quinze anos”, diz. 

Quer ouvir o papo completo com o fundador da RPS Capital? Ouça no player abaixo ou procure por RadioCash na sua plataforma de podcasts de preferência:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
brasil 26 de agosto de 2026 - 9:00
Fachada da Oncoclínicas (ONCO3). 26 de agosto de 2026 - 8:53
biciletas elétricas bike 25 de agosto de 2026 - 18:00
eclipse lunar lua fenômeno (3) 25 de agosto de 2026 - 17:30
canetas emagrecedoras anvisa (1) ID da foto:2243791302 25 de agosto de 2026 - 16:30
Lotomania fez as vezes da Lotofácil como 'máquina de milionários'. 25 de agosto de 2026 - 14:45
El Niño aquecimento águas oceano 25 de agosto de 2026 - 10:50
Oscar 25 de agosto de 2026 - 10:18
Calendário BPC 2026 25 de agosto de 2026 - 5:08
china adia lançamento água na Lua (1) 24 de agosto de 2026 - 17:07
Casamento ente IA e humanos. 24 de agosto de 2026 - 16:15
simples nacional impostos pequenas empresas 24 de agosto de 2026 - 14:06
Notas de 20 e 50 reais sobre uma mesa preta e uma lâmpada em cima 24 de agosto de 2026 - 12:31
Empresário Vishal Garg 24 de agosto de 2026 - 12:30
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar