O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O ex-árbitro e ex-comentarista de futebol é o convidado do podcast Mesa Pra Quatro. Ele conta como sua mãe influenciou a investir em imóveis e fala sobre a sua trajetória no mercado financeiro, um lado que poucos conhecem – confira agora
Arnaldo Cézar Coelho é uma personalidade conhecida no mundo do futebol. O que poucos sabem é que o ex-comentarista, famoso por comentar jogos na Rede Globo, muitos deles ao lado de Galvão Bueno, tem mais de quarenta anos de carreira no mercado financeiro, uma história paralela também de sucesso.
Ele participou do Mesa Pra Quatro, o podcast da Empiricus conduzido pelo CEO da casa Caio Mesquita, o ator Dan Stulbach e o consultor financeiro Teco Medina. A conversa foi longa, super interessante e abordou esses e muitos outros assuntos.
Confira os melhores momentos:
Sobre seu lado de investidor, o ex-árbitro conta que tudo começou quando sua mãe, judia, o aconselhou a comprar um apartamento. Segundo ela, o melhor caminho seria um imóvel na planta, normalmente mais em conta, algo que valia muito a pena.
“Minha mãe dizia: Arnaldo, compre um apartamento na planta, você se arrepende do que vende, não se arrepende do que compra. A regra dela era essa. A regra é clara", conta Arnaldo
Ele diz que chegou a passar sufoco com essa compra: "Comprei o apartamento e era uma droga porque era obra sob uma administração péssima, não tinha o preço fechado. Ainda tinha o seguinte: a mensalidade era pouca, mas o pagamento semestral era muito alto”, diz Arnaldo. Naquela época, ele atuava como professor de educação física.
Leia Também
Para conseguir pagar pelo imóvel, o ex-comentarista diz que seu irmão, que era auxiliar no pregão de uma corretora, sugeriu que ele fosse comprar letra de câmbio no Banco Safra localizado no segundo andar do prédio onde trabalhava.
O cartaz exposto na fachada do Banco informava: “letra de câmbio com vencimento de seis em seis meses”. Foi nesse momento que a vida no mercado financeiro de Arnaldo Cézar Coelho começou.
Depois de um tempo frequentando o banco e comprando letras de câmbio, Arnaldo conta que foi chamado para ser um agente autônomo.
“O senhor Lemos, botafoguense, que batia papo de futebol, me fez a proposta: seu Arnaldo, você é bom de conversa, gosta de futebol, gosta de samba, carioca, vem ser agente autônomo", conta Arnaldo.
Um tempo depois, o chamaram para ser representante da área comercial de open market da corretora Multiplic: “Era um negócio qu e ninguém entendia, e eu não entendia o que era aplicar o dinheiro do caixa das empresas no overnight”.
Ele ressalta que, nessa área, começou a aprender e logo se tornou gerente comercial e, depois, chegou ao cargo de diretor comercial. Tudo isso enquanto apitava jogos de futebol às quartas-feiras e aos domingos.
“O futebol era a grande vitrine. Eu ia apitar em Rio Grande do Sul e ia visitar o Banco do Estado, visitava a Fundação do Estado e outros clientes. E trazia tudo para a corretora que chamava-se Multiplic, que depois virou um Banco.” explica Arnaldo.
Após a corretora se transformar em um banco, ele foi chamado para trabalhar em São Paulo, mas devido a diversos fatores pessoais resolveu ficar no Rio de Janeiro. Mas, quem acha que esse foi o fim da trajetória de Arnaldo Cézar Coelho no mercado financeiro se engana.
Não só pode, como aconteceu. Após recusar a proposta de trabalho em São Paulo, Arnaldo decidiu abrir sua própria distribuidora de valores.
Ele conduziu o negócio por 20 anos. A distribuidora especializada em operações com derivativos chamava-se Liquidez, e foi comprada em 2008 pelo grupo financeiro britânico BGC. Hoje, a distribuidora ainda funciona e chama-se BGC Liquidez.
“Montei uma empresa com oito funcionários, essa empresa durou vinte anos, eu vendi e, hoje, chama-se BGC liquidez, terminou com cento e cinquenta funcionários e fazia mercados futuros, não é bolsa de valores, fazia mercado futuro”, explica Arnaldo.
Ele conta, com orgulho, que sua distribuidora chegou a ser ranqueada em segundo lugar na lista feita pela BM&F. Quando perguntavam como ele havia conseguido, ele respondeu que era versátil:
“Eu digo que sei tomar conta e é o que eu fazia no futebol. Eu sei dirigir, eu sei motivar, e eu sei partir para outros negócios”, afirma.
A história de Arnaldo Cézar Coelho, que hoje tem 78 anos, vai muito além do futebol, seu sucesso no mercado financeiro é uma prova disso. O ex-comentarista fala sobre diversos assuntos e prende a atenção de todos neste episódio de Mesa Pra Quatro. Para ouvir o bate-papo completo, clique abaixo:
Camaçari, Rio de Janeiro e Osasco tem novos milionários da Lotofácil; Mega-Sena e Quina acumulam prêmios maiores
Jeff Bezos não gosta de apresentações e valoriza a opinião dos funcionários, mesmo os mais juniores
Ranking reúne as ações mais citadas por bancos e corretoras nas carteiras recomendadas do mês
Ouro sobre nesta sexta-feira (6), mas fecha semana no vermelho; entenda o que mexeu com o metal
O melhor símbolo de status para um milionário é uma conta bancária robusta, segundo Brian David Crane
Escalada do conflito no Oriente Médio provoca disparada histórica do petróleo, que ultrapassa os US$ 90; alta impulsiona ações da Petrobras na bolsa
A compra e o contrato de locação de 25 anos envolvem 11 imóveis destinados a atividades médico-hospitalares
Documentário lidera ranking da plataforma de streaming ao detalhar a batalha judicial entre uma secretária de confiança e uma suposta esposa
Enquanto o Banco Central recolhe as cédulas da primeira família do real, a disputa pelos itens cresce e preços que já ultrapassam R$ 5 mil
Entenda a origem do Dia da Mulher, marcada por lutas e pala reivindicação de direitos, igualdade e reconhecimento.
Nicola Dickinson, do Reino Unido, ganhou sorteio e agora é dona de uma casa avaliada em muitos milhões
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (5). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Consequentemente, os prêmios em jogo aumentaram.
Segundo o Fundo Garantidor de Crédito, 94% do montante total a ser pago já foi distribuído, e 675 mil credores já receberam seus valores
Corretora de investimentos espera um corte de 0,5 ponto percentual mesmo após o acirramento dos conflitos no Oriente Médio, que podem impactar o petróleo em ano de eleição no Brasil
Após investir R$ 15 mil em busca de água, família encontra petróleo e se vê no meio de uma burocracia que não resolve a questão do óleo e nem da água
Mercado Livre, Shopee e Casas Bahia ocupam o pódio de inquilinos dos galpões logísticos no Brasil; quais são as perspectivas para o segmento?
Aplicativo detecta e alerta para a presença de óculos inteligentes da Meta, do Elon Musk, e da Snap através de sinais Bluetooth
Aplicativo utiliza inteligência artificial para contar calorias; em 2025, a receita anual da empresa foi de US$ 40 milhões
A Lotofácil acaba de pagar o prêmio principal pela primeira vez em março. Todas as demais loterias sorteadas na quarta-feira (4) acumularam.
Municípios utilizam leis locais para celebrar datas culturais nesta quinta-feira (5); o próximo descanso geral será apenas em abril