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Ivan Ryngelblum

Ivan Ryngelblum

Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.

governança corporativa

Vale se defende de acusações sobre falta de independência de indicados ao conselho

Mineradora também anunciou a recondução da maioria dos diretores, promovendo ajustes em algumas posições

Ivan Ryngelblum
Ivan Ryngelblum
16 de março de 2021
11:02 - atualizado às 18:56
mineradora Vale (VALE3)
Imagem: Shutterstock

Sob pressão de um grupo de acionistas por conta das indicações ao conselho de administração, a Vale (VALE3) defendeu sua governança corporativa e os nomes sugeridos para o colegiado, afirmando que eles possuem qualificação e experiência comprovada, e anunciou ainda a reeleição de sua diretoria, promovendo ajustes em algumas posições.

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A mineradora foi criticada em carta aberta por um grupo de investidores de longa data, que lançou quatro candidatos alternativos ao conselho de administração, dentre os quais o atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco.

Os acionistas irão decidir sobre a composição do conselho de administração e outros temas em 30 de abril.

Profundo e rigoroso trabalho

Na sua resposta, divulgada na segunda-feira (15), a Vale informou que a escolha dos indicados partiu de um “profundo e rigoroso trabalho” promovido pelo comitê de nomeação, com o auxílio de consultorias especializadas na prospecção de executivos e escutando os diferentes acionistas no Brasil e no exterior.

Ela destacou que a lista levou em consideração que o colegiado passou por um processo de renovação nas duas últimas assembleias ordinárias de acionistas, com a incorporação de nove novos membros, e que o comitê está propondo uma renovação de cinco membros, dentre os 12 que serão eleitos.

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Segundo a Vale, a maioria dos candidatos, de oito entre os 12 membros, é formada por conselheiros independentes, em estrito cumprimento aos parâmetros e requisitos estabelecidos pelo Novo Mercado, segmento de listagem da B3, com regras rígidas de governança corporativa.

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Sobre a recondução de sete membros, a Vale informou que “o número é desejável e tem em vista a importância em garantir que o novo conselho possa operar sem trazer riscos à continuidade dos negócios e das diversas iniciativas em andamento relacionadas a Brumadinho”.

Ela ressaltou que, somadas às cinco novas candidaturas propostas na lista aprovada pelo conselho, dez das 12 posições no conselho já foram renovadas desde maio de 2019.

“O resultado desses trabalhos foi, no entendimento do comitê de nomeação, uma lista de candidatos com qualificações e experiências balanceadas, diversificadas e complementares, adequadas à estratégia de negócios da Vale e de suas necessidades no futuro”, diz trecho da resposta da Vale.

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Governança como pilar

A mineradora também respondeu às críticas sobre sua governança corporativa, afirmando que desde 2017, vem implementando, “sem retrocesso e de forma consistente”, uma série de medidas para aprimoramento desta frente.

Entre as medidas que tomou estão a conversão das ações preferenciais em ações ordinárias, com a migração para o Novo Mercado; a abertura de espaço para o ingresso no conselho de dois membros independentes ainda em 2017, no meio do mandato, e a criação de comitê de auditoria estatutário, coordenado por conselheiro independente.

A criação de um comitê de nomeação, no ano passado, também foi citada pela Vale como um avanço na parte de governança corporativa. A iniciativa foi adotada após a dissolução do acordo de acionistas que formava um bloco de controle, com a empresa se tornando uma corporation, companhia com capital social pulverizado.

E o comitê, de acordo com a Vale, promoveu uma série de alterações estatutárias, consideradas essenciais, levando em conta a realidade da empresa, de ser uma corporation, aumentando o número de membros independentes no conselho, a eleição de presidente e vice-presidente do colegiado pela assembleia geral de acionistas e a eleição dos membros por eleição individual, e não mais por chapa.

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“As alterações recomendadas pelo comitê tiveram ampla aceitação pelos acionistas na assembleia geral realizada em 12 de março, tendo sido aprovadas com mais de 98% dos votos dos presentes, demonstrando o apoio da maioria significativa da base acionária da Vale ao resultado dos trabalhos do comitê e do conselho e o alinhamento que há entre a administração e todos os acionistas da Vale”, diz trecho da resposta.

Não gostaram

Acionistas de renome, como Argucia, Dust Fundo de Investimento, Geração Futuro, Sparta, Tempo Capital, VIC DTVM e Victor Adler, criticaram a Vale em carta aberta, afirmando que a mineradora precisa de uma guinada urgente em sua cultura corporativa, após ficar no centro das duas maiores tragédias ambientais da história,

Para eles, a lista de candidatos proposta pela companhia para compor o conselho de administração no período 2021-2023 não seria capaz de implementar a mudança no ritmo e intensidade necessários.

Uma das principais críticas diz respeito à independência dos nomes, que até recentemente estavam vinculados ao acordo de acionistas da mineradora, extinto em novembro.

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Eles também apontam que a lista de indicados não promove a necessária renovação do colegiado, sobretudo em relação aos nomes que já participavam do conselho de administração na época das tragédias com as barragens de Mariana e Brumadinho.

Velha nova direção

Em paralelo, a Vale anunciou a recondução da maioria dos atuais diretores da companhia, com Eduardo de Salles Bartolomeo permanecendo como diretor-presidente e Luciano Siani Pires como diretor de finanças e relações com investidores. O mandato deles será de três anos.

As mudanças feitas foram na estrutura dos diretores das áreas jurídica e de pessoas, para igualar os cargos às outras posições executivas, “igualando o nível de responsabilidade e accountability pelo todo”.

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