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Ivan Ryngelblum

Ivan Ryngelblum

Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.

“HBRE3”

Segmento imobiliário da B3 vai ganhar mais um nome, a HBR Realty

Do mesmo fundador da Helbor, companhia chega à bolsa após levantar R$ 729,6 milhões em oferta restrita de ações

Ivan Ryngelblum
Ivan Ryngelblum
22 de janeiro de 2021
11:42 - atualizado às 17:46
Imagem: Divulgação

Vem mais empresa para a bolsa. A novata da vez é a HBR Realty, uma empresa do ramo imobiliário que atua no segmento de desenvolvimento e administração de propriedades. Ela chega ao mercado após levantar R$ 729,6 milhões.

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As ações da empresa estreiam na terça-feira (26) com o símbolo “HBRE3”. Ela é a 163ª empresa listada no Novo Mercado, segmento com os mais elevados padrões de governança corporativa da B3.

A companhia emitiu um total de 38,2 milhões de ações ordinárias, ao preço unitário de R$ 19,10. A oferta não foi acrescida com os 9,55 milhões papéis do lote suplementar.

A HBR optou por abrir seu capital através de uma oferta restrita. Neste caso, a operação é destinada apenas a investidores profissionais, aqueles que possuem um patrimônio mínimo investido de R$ 10 milhões. E ela também é restrita a um número limitado de investidores – um total de 75, sendo que apenas 50 podem subscrever os papéis.

Este tipo de operação é um pouco mais flexível que um IPO normal. Não há necessidade de elaborar prospecto e a oferta não precisa ser registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O objetivo é agilizar e diminuir os custos de entrada no mercado acionário.

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A abertura do capital da HBR foi coordenada por Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA, Santander e pela Genial Investimentos.

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A empresa pretende utilizar os recursos para investimento em novos projetos em desenvolvimento e em projetos já desenvolvidos, para exploração comercial, de acordo com as plataformas principais de atuação.

Quem é a HBR Realty?

A HBR Realty foi fundada por Hélio Borenstein, um imigrante russo que veio da Ucrânia, em 1917. Ele saiu de seu país natal devido à 1ª Guerra Mundial e à Revolução Russa, desembarcando de navio no Brasil e se estabelecendo em Mogi das Cruzes, São Paulo. Borenstein também é fundador da Helbor (HBOR3), mas as duas empresas não têm relação.

Segundo o relatório com os resultados de 2019, a HBR Realty contava com um portfólio de 29 ativos que representam 209,7 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL, medida que mostra as áreas disponíveis para aluguel). A estratégia da HBR é voltada para o desenvolvimento de propriedades urbanas por meio de quatro plataformas:

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  • ComVem, plataforma dedicada ao desenvolvimento e administração de centros de conveniência;
  • HBR 3A, negócio voltado ao desenvolvimento e administração de edifícios corporativos de alto padrão na cidade de São Paulo;
  • HBR Malls, plataforma dedicada a aquisição, desenvolvimento e administração de shopping centers (ela é dona de quatro shoppings, como o Mogi Shopping e o Shopping Patteo Urupema, ambos em Mogi das Cruzes) e;
  • HBR Opportunities, que reúne ativos de várias classes, como hotéis e estacionamentos.

A companhia fechou 2019 com um lucro líquido de R$ 194 milhões, um aumento de 64,5% em relação a 2018. A receita líquida cresceu 18,6%, a R$ 68 milhões, enquanto o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) de R$ 325,5 milhões, graças aos efeitos de itens não recorrentes. Excluindo isso, o Ebitda somou R$ 44,9 milhões, com a margem ajustada alcançando 66%.

Ela registrou uma geração de caixa de R$ 224 milhões. A relação entre a dívida líquida e seu patrimônio foi de 43%.

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