🔴 AINDA É POSSÍVEL MULTIPLICAR UM INVESTIMENTO POR 270 VEZES COM CRIPTOMOEDAS? – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Nada de penny stock

Na Saraiva (SLED3 e SLED4), uma medida para aliviar a pressão da CVM — mas que não tira a corda do pescoço

A Saraiva (SLED3 e SLED4) quer fazer um grupamento de ações na proporção de 35 para 1, saindo da casa dos centavos — mas perdendo liquidez

Fachada de unidade da Saraiva (SLED3) no Botafogo Praia Shopping (RJ)
Imagem: Wikimedia Commons

A Saraiva (SLED3/SLED4) tem mil problemas no radar. Seu plano de recuperação judicial não avança, seus credores estão com pouca paciência, seu programa de venda de ativos não encontra interessados. Mas, em meio ao furacão, pelo menos uma das dores de cabeça está sendo resolvida: o conselho de administração da empresa aprovou o grupamento de suas ações, na proporção de 35 para 1, em resposta às pressões que a CVM vinha exercendo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O órgão regulador do mercado acionário estava de olho na Saraiva desde agosto, e por um bom motivo: o regulamento da CVM estabelece que as companhias devem manter seus papéis acima da linha de R$ 1,00 — uma norma que vinha sendo descumprida há tempos.

Mais precisamente, desde agosto, a última vez que as ações ON da Saraiva (SLED3) estiveram na casa dos reais, e não dos centavos. A bronca da CVM chegou em setembro: via ofício, o regulador cobrou medidas para elevar o preço dos papéis.

Gráfico de linhas mostrando a evolução das ações ON e PN da Saraiva (SLED3 e SLED4) em 2021

E por que a CVM não admite que as ações custem menos de R$ 1,00? Bem, é uma medida para afastar movimentos de especulação da bolsa. Pense num ativo que custa, digamos, R$ 0,10: um aumento de apenas um centavo em sua cotação implica numa alta de 10%; portanto, quanto mais barato o papel, maiores são as oscilações em termos percentuais — uma questão matemática.

Nesse sentido, a Saraiva quer fazer o grupamento na proporção de 35 para 1. Atualmente, são 23,5 milhões de ações ON (SLED3) cotadas a R$ 0,62 e 39,9 milhões de papéis PN (SLED4) valendo R$ 0,32 cada. Portanto, caso a operação seja aprovada, o desenho será o seguinte:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • 671,8 mil ações ON (SLED3), a R$ 21,70;
  • 1,14 milhão de ações PN (SLED4), a R$ 11,20.

O grupamento ainda precisa ser aprovado em assembleia de acionistas; caso receba sinal verde, ao menos um dos problemas da Saraiva será solucionado — ainda que traga outro: a queda muito intensa na liquidez dos papéis, que já são pouco negociados na bolsa.

Leia Também

MERCADO EM EXPANSÃO

Rival da B3 quer estrear em 2027 e promete reduzir custos e ampliar opções para quem investe em ações, ETFs e FIIs

DOS MIMOS ÀS PROTEÍNAS

Black Friday 60% maior: como o iFood quer provar de vez que não é mais um aplicativo de entregas de refeições

Saraiva (SLED3 e SLED4): recuperação travada

A Saraiva deu entrada no processo de recuperação judicial em novembro de 2018, afetada fortemente pela queda nas vendas de livros — a baixa na receita, combinada nos custos elevados de manutenção das inúmeras livrarias de grande porte, mergulhou a empresa em dívidas de quase R$ 700 milhões.

Passados quase três anos desde o início do processo, a situação não está muito melhor. Por mais que a companhia tenha fechado inúmeras unidades de sua rede de livrarias, ela não tem conseguido gerar caixa para quitar os compromissos com os credores.

O programa de venda de ativos — que inclui as operações online e uma série de pontos de lojas — não teve sucesso; sem liquidez, alguns credores estão questionando o plano de recuperação da companhia; um eventual pedido de falência da Saraiva já é ventilado no mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A companhia chegou a protocolar uma nova versão do plano de recuperação judicial em setembro, de modo a contemplar novas medidas para geração de caixa que não passem pela venda de ativos. Essa nova versão, no entanto, ainda precisa ser aprovada; até lá, as determinações do plano original seguem valendo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fachada de uma agência do Bradesco com arquitetura moderna, destacando painéis vermelhos e brancos, logotipos do banco em ambas as laterais do prédio, amplas paredes de vidro na entrada, corrimãos de acessibilidade e paisagismo com árvores e arbustos ao redor. 14 de outubro de 2026 - 19:03
Fachada Smart Fit 14 de outubro de 2026 - 17:45
Tesoura rosa corta a Selic, taxa básica de juros 13 de outubro de 2026 - 19:21
Logo da CSN e, ao fundo, trabalhadores em uma indústria siderúrgica 12 de outubro de 2026 - 10:59
Fachada do Bradesco (BBDC4). 12 de outubro de 2026 - 10:03
Fachada da Raízen roxa e branca 10 de outubro de 2026 - 9:08
Santander 9 de outubro de 2026 - 19:34
Calculadora, dívida, negócio, inadimplência, débito, conta, prazo, moedas 9 de outubro de 2026 - 12:00
Foto mostrando dois homens olhando para o logo da XP (XPBR31) numa parede 8 de outubro de 2026 - 16:07
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 8 de outubro de 2026 - 13:33
JBS (JBSS3) 7 de outubro de 2026 - 8:46
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar