O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresas foram pouco, ou nada, prejudicadas pela pandemia de covid-19 e devem fechar 2020 com números positivos
Nesta semana, o segmento que melhor atravessou a pandemia de covid-19 divulgará os resultados do quarto trimestre de 2020.
O e-commerce foi uma das poucas áreas da economia em que as medidas de combate ao novo coronavírus pouco, ou nada, prejudicaram as operações.
Foi inclusive o contrário. As empresas viram um aumento da demanda no ano passado, com o brasileiro tendo que recorrer às compras pela internet depois que a maior parte do varejo físico foi obrigado a fechar as portas. Quem não conhece alguém que finalmente se rendeu ao e-commerce e gostou?
Segundo o levantamento Mastercard SpendingPulse, que mede os gastos dos consumidores em todos os tipos de pagamento, incluindo dinheiro e cheque, as vendas do e-commerce em 2020 cresceram 75% em comparação com o mesmo período de 2019, enquanto os gastos no varejo físico tiveram expansão de 0,2%.
As consequências da aceleração da digitalização do consumidor brasileiro poderão ser vistas nos balanços de alguns dos maiores nomes do e-commerce brasileiro nesta semana – Magazine Luiza (MGLU3), Via Varejo (VVAR3) e B2W (BTOW3).
A expectativa é de um ano bastante positivo para elas. O Goldman Sachs calcula que o volume bruto de mercadorias (GMV, na sigla em inglês, métrica do desempenho das vendas das plataformas digitais) do segmento cresceu 57% em 2020, totalizando R$ 144 bilhões. Com isto, a fatia do e-commerce na receita do varejo em geral aumentou em 3,55 pontos percentuais (p.p.), para 10,5%.
Leia Também
Para o quarto trimestre, porém, os analistas estimam que algumas delas devem mostrar uma desaceleração dos resultados ante o desempenho apurado no terceiro trimestre, uma vez que a parte de lojas físicas (muitas delas ainda atuam neste segmento) foram prejudicadas pelas novas restrições impostas, além da intensificação da competição. Ainda assim, os números devem ser robustos.
Mas a semana não ficará restrita ao segmento de e-commerce. Também estão previstos balanços de empresas como Natura (NTCO3), B3 (B3SA3) e MRV (MRVE3).
Confira abaixo as projeções dos analistas e o que esperar de cada uma das companhias de e-commerce – as previsões para lucro, receita e lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) são uma média das projeções coletadas pela Bloomberg, com as comparações feitas com o resultado do quarto trimestre de 2019.
Aposta de muitos investidores de que será a “nova Magazine Luiza”, a empresa que tem sob suas asas a Casas Bahia e Pontofrio abre a semana de balanços das empresas de e-commerce, divulgando os resultados na terça-feira (2), após o fechamento do mercado.
Apesar do cenário mais desafiador para o varejo físico, principalmente em dezembro, as vendas apuradas no Natal foram consideradas positivas pelos analistas da XP Investimentos e devem colaborar para um bom desempenho nos últimos três meses de 2020.
“Esperamos que a companhia apresente um crescimento de vendas no conceito ‘mesmas lojas’ [que consideram o desempenho de lojas em funcionamento há mais de 12 meses] positivo de 4,2%, em base anual, em linha com o terceiro trimestre, e 0,9% menor ante o quarto trimestre de 2019. Em relação ao e-commerce, estimamos um crescimento de GMV em 92,6% em base anual, com vendas de estoque próprio (1P) em 95%, versus a alta de 294% no terceiro trimestre, e um crescimento de 85% no marketplace (3P), versus 83,4% no terceiro trimestre”, diz trecho do relatório assinado pelos analistas Danniela Eiger, Thiago Suedt e Marco Nardini.
Em relação à rentabilidade, eles esperam uma pressão de margem bruta decorrente da maior participação das vendas online na receita, enquanto a margem Ebitda ajustada deve ficar levemente abaixo do quarto trimestre de 2019, por conta da diluição de despesas operacionais.
Vale destacar que, no ano passado, a última linha foi afetada por efeitos de uma fraude contábil na provisão de gastos com processos trabalhistas. Excluindo este fator, ela teve lucro líquido de R$ 78 milhões
O Magazine Luiza é o nome favorito de nove entre dez analistas do setor de varejo e uma das empresas mais admiradas da bolsa, sempre disputando o título de “queridinha dos investidores” junto com a Weg (WEGE3).
Sinônimo de e-commerce nos últimos tempos, ainda que tenha lojas físicas, a empresa programou para apresentar os resultados do quarto trimestre na quarta-feira (3), após o fechamento do mercado. E a expectativa é de mais um trimestre de alta de três dígitos da operação digital e um bom resultado no segmento de varejo físico.
“Nós projetamos um crescimento de 120%, em base anual, do GMV, para R$ 9,5 bilhões, com um crescimento das vendas ‘mesmas lojas’ de 8%, provavelmente puxado por um desempenho robusto das lojas físicas”, diz trecho de relatório do Itaú BBA assinado pelos analistas Thiago Macruz, Helena Villares, Gabriel Simões e Maria Clara Infantozzi.
Eles recomendam ficar de olho na margem bruta, que pode registrar recuar ante o desempenho do quarto trimestre de 2019, por conta das promoções da Black Friday, que duraram mais tempo, além de pressões nos custos referentes a certos investimentos, afetando a margem Ebitda.
A companhia deve se destacar em 2021. A possibilidade de ela se juntar à Lojas Americanas (LAME4), sua controladora, pode fortalecer suas operações, ao oferecer um ecossistema mais amplo, que atua em toda jornada de compra do consumidor.
A B2W tem uma posição de destaque no e-commerce brasileiro, ainda que seja a menor entre as outras duas e o Mercado Livre. A união com a Lojas Americanas deve dar mais musculatura a ela para competir ombro a ombro.
Antes do anúncio da fusão, o Goldman Sachs já estava otimista com as perspectivas da empresa para 2021, depois que ela fortaleceu sua liquidez no terceiro trimestre, via um aumento de capital de R$ 4 bilhões no terceiro trimestre, reestruturou sua dívida na segunda metade do ano passado e implementou medidas para reduzir a diferença de GMV entre seus principais competidores.
“Apesar de reiterarmos nossa recomendação de compra e acreditarmos que as expectativas de crescimento [do mercado para a empresa] permanecem relativamente baixas, reconhecemos que ela permanece como uma tese de ‘me mostre primeiro’”, diz trecho do relatório.
A expectativa é de que o GMV cresça em torno de 40% no quarto trimestre, abaixo dos 56% apurados no terceiro trimestre e inferior ao visto nos concorrentes. A margem bruta deve recuar por conta da maior participação da operação própria (1P), enquanto a margem Ebitda deve ficar estável.
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente
A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio
Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia
Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência
O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado
Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação
Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros
Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes
Pedido de registro envolve oferta secundária de ações da Compass e surge em meio à pressão financeira enfrentada pela Raízen
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 16,935 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 6,7 bilhões
A decisão ocorre após a empresa informar que avalia um plano de reestruturação financeira, que inclui uma injeção de R$ 4 bilhões
Decisão mira patrimônio pessoal dos envolvidos enquanto credores tentam recuperar parte de bilhões captados pelo grupo
Banco vê risco de depreciação mais forte da frota com nova enxurrada de carros chineses e diz que espaço para surpresas positivas diminuiu; veja a visão dos analistas
Empresa teve queda expressiva nos lucros líquidos, quando comparados ao ano anterior, porém o contexto da queda e outros dados foram vistos com bons olhos pelo mercado; confira