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IPO da CSN Mineração movimenta R$ 5,2 bilhões, com preço por ação no piso

Maior parte dos papéis vendidos eram da oferta secundária, com sócios asiáticos vendendo fatia da participação na mineradora

17 de fevereiro de 2021
10:11 - atualizado às 12:24
mineração
Imagem: Shutterstock

A oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da divisão de mineração da Companhia Siderúrgica Nacional (CSNA3) movimentou um total de R$ 5,2 bilhões, após os papéis terem sido precificados no piso da faixa indicativa de preços.

Segundo dados no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as ações foram precificadas em R$ 8,50 a unidade, na parte baixa da faixa de valores, que ia até R$ 11,35.

Foram vendidas um total de 614.029.644 ações, a maior parte na oferta secundária (quando os acionistas vendem participação). Originalmente, estava previsto o repasse de 372.749.743 papéis nesta tranche, mas ela acabou sendo acrescida em mais 80.090.823 ações do lote suplementar.

A CSN vendeu um total de 327.593.584 ações que possuía da CSN Mineração, enquanto a sul-coreana Posco se desfez de 7.565.145 papéis, e a japonesa Japão Brasil Minério de Ferro Participações colocou um total de 37.591.014 ativos.

No caso da oferta primária (em que os recursos vão para o caixa da empresa), foram vendidas todas as 161.189.078 ações colocadas pela CSN Mineração, resultando na arrecadação de R$ 1,37 bilhão.

O prospecto da oferta aponta que a empresa vai utilizar os recursos da tranche primária para executar seus projetos de expansão, tais como o projeto Itabirito P15 e os Projetos de Recuperação de Rejeitos de Barragem Pires e Casa de Pedra, principal mina da CSN Mineração, localizada em Congonhas (MG).

Um grupo de 11 instituições coordenou o IPO, com o Morgan Stanley atuando como líder e a XP investimentos como agente estabilizador.

As ações da CSN Mineração estreiam na B3 na quinta-feira (18), com o símbolo “CMIN3”.

Sócio de peso

O IPO da CSN Mineração contou com um investidor de peso para viabilizar a operação.

Segundo informações do “Estadão”, a anglo-suíça Glencore comprou R$ 1,3 bilhão em ações, o equivalente a 25% do total da operação. Com isto, ela ficou com uma fatia de 3% do capital social.

A reportagem apurou com analistas e investidores que o investimento na Glencore abre caminho para uma parceria para atender a China, maior mercado consumidor de minério de ferro do mundo.

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